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Renegocia! Veja como quitar suas dívidas online no Portal do Consumidor; passo a passo

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O mutirão Renegocia do governo federal, para ajudar o consumidor a quitar dívidas com desconto, vai até 17 de janeiro de 2025. – Foto: Agência Brasil

O programa de renegociação de dívidas, o Renegocia, para ajudar o consumidor a quitar dívidas com descontos, já começou e vai até 17 de janeiro. É um projeto coordenado pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do governo federal.

Qualquer cidadão, independentemente da renda, pode participar de forma on-line e terá oportunidade de renegociar suas dívidas com condições especiais de pagamento.

Para o acessar basta entrar no portal consumidor.gov.br. Mas se preferir fazer isso presencialmente, o atendimento também poder ser feito no Procon da cidade onde você mora.

Situação dos brasileiros

Pelos dados da Confederação Nacional do Comércio (CNC), oito em cada dez famílias brasileiras têm algum tipo de dívida.

O governo organizou esse mutirão após o pagamento do 13º salário.

A ideia e que as pessoas possam começar o ano de 2025 livres do peso das dívidas.

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Como fazer

É preciso acessar o endereço eletrônico: o consumidor.gov.br .

Feito o acesso, coloque o login usando sua conta gov.br (nível prata ou ouro).

A documentação necessária: o consumidor deve apresentar ou estar com o documento pessoal (RG ou CPF), além dos contratos ou qualquer comprovante das dívidas que serão renegociadas.

Em seguida, é preciso selecionar o credor, a empresa e, no campo _Problema_, indique _Renegociação/Parcelamento de Dívida_.

Depois, descreva a solicitação: explique que deseja participar do mutirão Renegocia! e forneça detalhes da dívida.

A resposta via on-line

A resposta será fornecida via on-line.

O credor apresentará uma proposta, que você pode avaliar, comentar e complementar, se necessário.

Durante o processo, é possível interagir com a empresa, anexar documentos, tirar dúvidas e até complementar a reclamação.

O que pode ser negociado

  • Dívidas bancárias e não bancárias
  • Contas de água, energia elétrica e telefonia
  • Operações de crédito e compras parceladas
  •  Dívidas protestadas.

Excluídas das negociações

  • Pensão alimentícia
  • Impostos
  • Crédito rural e imobiliário

Prioridades para pessoas mais vulneráveis

O secretário Nacional do Consumidor, Wadih Damous, afirmou que as vítimas de acidentes naturais terão prioridade no atendimento.

Wadih se referiu às renegociações relativas às vítimas das enchentes do Rio Grande do Sul, moradores ribeirinhos da região Norte do país.

Também mencionou os povos originários e as mulheres chefes de família, conforme dados do governo.

O mutirão Renegocia, para quitar dívidas de consumidor pode ser via on-line ou presencial, a escolher. Foto: Agência Brasil

O mutirão Renegocia, para quitar dívidas de consumidor pode ser via on-line ou presencial, a escolher. Foto: Agência Brasil



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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose-interna.jpg

A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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