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reunidos em Gironde, opositores denunciam projeto “inepto”

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O primeiro dia do fim de semana de mobilização contra o projeto da linha de alta velocidade (LGV) entre Bordéus-Toulouse realizou-se, sábado, 12 de outubro, em Lerm-et-Musset, no sul de Gironde, a 75 quilómetros de Bordéus, num ambiente por vezes tenso mas sem grandes incidentes. Antes desta reunião não autorizada, que reuniu cerca de 1.000 pessoas, a prefeitura de Gironde havia relatado a presença de um grande número de participantes encapuzados e cerca de vinte pessoas “nos arquivos S”.

Um único incidente pontuou este dia lançado por cerca de vinte coletivos, incluindo Les Soulèvements de la Terre. No meio da tarde, um punhado de indivíduos encapuzados e vestidos de preto aproximaram-se dos poucos policiais posicionados nas proximidades, cujo veículo estava atolado na areia. É disparado gás lacrimogêneo, depois uma granada, os policiais finalmente abandonam seu veículo, que é violentamente danificado.

Além deste evento, o dia foi marcado por uma caminhada de uma hora e meia pela floresta, pontuada por canções e slogans entoados ao longo do percurso. À chegada, os activistas construíram e instalaram um “mirante de observação” de madeira, com vários metros de altura, no coração da floresta Ciron, no futuro traçado da linha de alta velocidade.

Leia também (2021) | Artigo reservado para nossos assinantes O projeto LGV Bordeaux-Toulouse avança a uma velocidade muito lenta

Ao pé da instalação, Xiko, 78 anos (que não quis revelar o seu nome) explica que viajou desde o País Basco para apoiar o movimento. Vive em Arcangues, perto de Bayonne, onde o segundo trecho da extensão: a linha Toulouse-Dax. “Tenho a rota do LGV na minha sala, ele diz. Estou interessado nisso há trinta anos, faço parte de associações que fazem campanha contra o projeto. » Se ele admitir que ainda não “nada oficial foi recebido” sobre uma potencial expropriação, ele diz isso sem rodeios: “O início das obras está previsto para 2040. Estarei morto, mas não importa, continuo lutando. » Este projeto, para ele, “não adianta. Para economizar o quê, quinze, vinte minutos de Bordéus a Hendaye? Para que? »

Durante a manifestação contra o projeto da linha de alta velocidade Bordéus-Toulouse, em Lerm-et-Musset (Gironde), 12 de outubro de 2024.

Um projeto “completamente inepto”

Philippe Barbedienne, presidente da Sepanso Gironde, uma associação de defesa ambiental, também luta contra este projecto há vinte anos. Ele o julga “Completamente inepto. Dizem-nos que vamos desperdiçar mais de 15 mil milhões de euros para realizar este projeto, precisamente num momento em que a França está afogada em dívidas”. Ele diz estar profundamente apegado a este país de Ciron, terra de sua mãe e de seus antepassados, por isso cedeu seus 2,5 hectares de terra para este fim de semana de mobilização. “Queremos preservá-lo. E actualmente estão a ser-nos impostos todos os projectos mais detestáveis: já tivemos os gasodutos, uma ameaça de uma linha de altíssima tensão que deveria passar por aqui, oautoestrada A65 inútil o que poderia ser feito de outra forma…”

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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre

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Ministro da Saúde Alexandre Padilha

O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.

O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.

O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.

Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.

A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.

 



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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre

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O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.

O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.

“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.

A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.

Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.

 



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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre

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Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-lula.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.

Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.

O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-vice.jpg

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.

A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.

 



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