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Revisitado: O Unabomber e sua influência contínua | Crime nos EUA

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Guardian Staff

Esse episódio executado originalmente na segunda-feira, 19 de junho de 2023.

Theodore “Ted” Kaczynski morreu na prisão federal de Butner, Carolina do Norte, no ano passado, aos 81 anos. Conhecido como o “Unabomber”, Kaczynski travou uma campanha de bombardeios de 17 anos em um barraco isolado no deserto de Montana antes de finalmente ser capturado em 1996. Um dos que ajudaram a prender Kaczynski era um ex-agente do FBI Jim Fitzgerald. Ele conta Michael Safi que a prisão só foi possível após a publicação do manifesto do homem-bomba no Washington Post. Foram essas palavras que foram reconhecidas pelo irmão de Kaczynski, que levou as suas preocupações às autoridades.

Mas a publicação desse manifesto teve outras consequências. Inspirou ataques imitadores e é considerada uma influência por outros que cometeram atrocidades em todo o mundo.

Começa com as palavras: “A Revolução Industrial e as suas consequências foram um desastre para a raça humana”. E então detalha a crença de Kaczynski na necessidade de uma rebelião violenta contra a tecnologia moderna e aqueles que ajudam a desenvolvê-la. O bilionário empresário de tecnologia Elon Musk tuitou “ele pode não estar errado”.

<img alt="'Unabomber' Ted Kaczynski encontrado morto na prisão aos 81 anos
epa10683962 Uma foto de reserva de folheto de 1996 disponibilizada pelo Federal Bureau of Investigation (FBI) em 10 de junho de 2023 mostra Ted Kaczynski, também conhecido como ‘Unabomber’, (emitido 10 de junho de 2023). De acordo com o Federal Bureau of Prisons, Kaczynski foi encontrado morto em 10 de junho de 2023, aos 81 anos, na prisão onde cumpria pena de prisão perpétua. Kaczynski enviou ou colocou bombas durante dezessete anos, matando três e ferindo mais de 20 pessoas antes de ser pego em 1996. FOLHETO EPA/FBI EDITORIAL SOMENTE PARA USO/SEM VENDAS” src=”https://i.guim.co.uk/img/media/74d176a989e49c88f8e4b05236cd58a9dc0c037e/0_727_3000_1798/master/3000.jpg?width=445&dpr=1&s=none&crop=none” width=”445″ height=”266.7033333333334″ loading=”lazy” class=”dcr-evn1e9″/>
Fotografia: Folheto do FBI/EPA



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PZ e Corpo de Bombeiros fazem curso de combate a incêndio florestal — Universidade Federal do Acre

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Curso combate a incêndio florestal-2026 (2).jpeg

O Parque Zoobotânico (PZ), da Ufac, e o Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBM-AC) realizaram o curso Brigada de Incêndio Florestal, ministrado pelo Sargento Filipe Lima. A capacitação ocorreu na quinta-feira, 10, e sexta-feira, 11, no PZ, campus-sede, reunindo 35 participantes de setores da universidade, dos cursos de Engenharia Florestal, Biologia e Geografia, do doutorado da Rede Bionorte e da comunidade externa, que receberão certificado emitido pelo CBM-AC.

O primeiro dia foi de aulas teóricas sobre conceitos fundamentais, como triângulo do fogo, diferentes tipos de incêndio e técnicas de prevenção. No segundo dia ocorreram atividades práticas, com manuseio e manutenção de equipamentos de combate a incêndio, além de exercícios de campo simulando situações reais de combate e prevenção a incêndios florestais.

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O diretor do PZ, Harley Araújo da Silva, destacou que a iniciativa tem relação direta com os mais de 188 hectares de área florestal do campus-sede, tendo o PZ como o maior fragmento de floresta preservada. “Formar brigadistas preparados para atuar na prevenção e no combate a incêndios florestais é parte essencial do cuidado com esse patrimônio ambiental, tanto para a universidade quanto para as comunidades do entorno.”



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V Simpósio de Ciências Ambientais da Amazônia Sul Ocidental e o II Simpósio de Ciências Agrárias do Vale do Juruá

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Livro reúne pesquisas da Ufac sobre teatro e saberes da floresta — Universidade Federal do Acre

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O professor, pesquisador e artista Flavio da Conceição, da Ufac, organizou o livro “Teatro do Oprimido e as Pedagogias das Florestas” (Mundo Contemporâneo; Edufac, 452 p.), que foi lançado na sexta-feira, 11, durante a 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.

A obra é resultado de cerca de dez anos de pesquisas desenvolvidas na universidade, reunindo experiências que relacionam a metodologia teatral aos conhecimentos tradicionais da Amazônia. “Apresentamos o Acre como produtor de conhecimento e como semente de um pensamento que pode inspirar outros professores e artistas no resto do Brasil e do mundo”, afirmou Flavio.

As pesquisas que deram origem ao livro começaram após a chegada do professor ao Acre e à Ufac, em 2017. O contato com experiências amazônicas, estudantes filhos de seringueiros e indígenas e conhecimentos tradicionais da floresta levou o pesquisador a rever sua prática com o método Teatro do Oprimido, idealizado por Augusto Boal. A partir dessas vivências, os projetos passaram a investigar como a metodologia poderia ser afetada por esses saberes.

Os estudos teóricos e práticos foram desenvolvidos pelo programa de pesquisa e extensão Gesto da Floresta, criado e coordenado por Flavio através de projetos de iniciação científica e extensão. As atividades envolveram comunidades periféricas de Rio Branco, como Calafate e Cidade do Povo, parcerias com comunidades tradicionais hunikuin e shanenawa e experiências relacionadas ao santo-daime, à Barquinha e à ayahuasca.

Estudantes de graduação e pós-graduação participaram dos projetos e das pesquisas e alguns assinam artigos na publicação. O trabalho também contou com a contribuição de parceiros de outras cidades, países e territórios. Para o organizador, os alunos são coautores das experiências que contribuíram para a construção da proposta das pedagogias das florestas.

Antes da programação em São Paulo, o livro foi apresentado em 3 de setembro, no Rio de Janeiro, durante a 12ª Jornada Internacional de Teatro do Oprimido e Universidade. As atividades integram o projeto Gesto Semeando Cidadania, que conta com apoio do Pulitzer Center.



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