Policiais militares do 1º BPM realizaram nesta segunda-feira, 3, o sorteio de uma rifa para aquisição de um compressor e outros materiais usados na manutenção das armas usadas pelos policiais.
Ocorre que de acordo com outros policiais que preferem não se identificar, a rifa é mais uma prova de que o estado não oferece as condições necessárias para o trabalho dos PMs, já que é necessária a realização de uma rifa para que o batalhão tenha os equipamentos para garantir a manutenção das armas que muitas vezes são usadas nos confrontos com os bandidos, principalmente de facções criminosas. “Veja a situação em que estamos vivendo. Esses equipamentos são uma obrigação do governo fornecer. Quando é preciso que os policiais por iniciativa própria façam um rifa para aquisição é que alguma coisa não está correta”, afirma.
O ac24horas procurou o comando da Polícia Militar. De acordo com a PM, o Estado supri adequadamente as demandas da Polícia Militar.
Leia a nota:
Policiais militares do 1° BPM tiveram deliberadamente a iniciativa de promover uma rifa para a aquisição de 1 (um) compressor e outros materiais para otimizar ainda mais o serviço prestado pela unidade.
Foi facultada a possibilidade a quem quisesse participar voluntariamente, sem nenhuma obrigatoriedade. Frise-se que o Estado supri adequadamente as demandas da Polícia Militar do Acre e, por conseguinte, do 1° BPM.
O objetivo do evento foi tão somente agregar ainda mais à boa estrutura que a unidade já possui.
A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint), da Ufac, promoveu um encontro com jovens aprendizes para formação e troca de experiências sobre carreira, tecnologia e inovação. O evento ocorreu em parceria com o Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), em 28 de abril, no espaço de inovação da Ufac, campus-sede.
Os professores Francisco Passos e Marta Adelino conduziram a atividade, compartilhando conhecimentos e experiências com os estudantes, estimulando reflexões sobre o futuro profissional e o papel da inovação na construção de novas oportunidades. A instrutora de aprendizagem do CIEE, Mariza da Silva Santos, também acompanhou os participantes na ação, destacando a relação entre formação acadêmica e experiências no mundo do trabalho.
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