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Rio Iaco segue acima da cota de alerta e desabriga 10 famílias em Sena Madureira
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O nível do Rio Iaco em Sena Madureira, no interior do Acre, segue acima da cota de alerta, que é de 14 metros. Segundo dados da Defesa Civil Municipal, o manancial marcou 14,69 metros na medição das 6h desta sexta-feira (25).
Mesmo tendo tido uma leve vazante de 7 centímetros em 24 horas, a cheia do rio desabriga 10 famílias, de 62 pessoas, que estão em abrigos montados na cidade, no ginásio Hemilton Gadelha e na escola Siqueira de Menezes.
Ainda segundo dados da Defesa Civil, duas famílias com 13 pessoas estão desalojadas, ou seja, foram levadas para casas de parentes. Ao todo, o órgão estima que 75 pessoas estejam atingidas diretamente pela enchente.
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Mesmo com sinais de vazante, manancial está com 14,69 metros nesta sexta-feira (25) no interior do Acre. — Foto: Arquivo/Defesa Civil
Bairros atingidos:
- Vila Militar
- Cidade Nova
- Cafezal
- Bom Sucesso
- Vitória
- São Felipe
- Parte baixa do Centro
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Em Cruzeiro do Sul, o Rio Juruá continua subindo e está acima da cota de transbordo — Foto: Bruno Vinícius
Enchente no Acre
Além de Sena Madureira, pelo menos mais três cidades do Acre ainda enfrentam enchente nos rios. Entre elas Tarauacá, Cruzeiro do Sul e Feijó.
Em Cruzeiro do Sul, o Rio Juruá continua subindo. Pela manhã, o rio marcou 13,57 metros, na medição das 6h desta sexta. O manancial continua acima da cota de transbordo, que é de 13 metros.
Ao todo, 11 bairros e 7 comunidades rurais estão atingidos e ao menos 4 mil famílias estão afetadas. Na cidade, uma família com quatro pessoas está desabrigada.
O nível das águas Rio Tarauacá, que leva o mesmo nome da cidade, no interior do Acre, estabilizou nas últimas horas. Segundo a Defesa Civil, nesta sexta-feira (25) pela manhã, o rio marcou 10,50 metros, um metro acima da cota de transbordo, 9,50 metros.
Na cidade, cinco famílias estão desabrigadas, totalizando 29 pessoas. Ao menos cinco bairros estão atingidos pelas águas, entre eles:
- Senador Pompeu (Conhecido como Bairro da Praia)
- Triângulo
- Bairro das Flores
- Parte do Centro
- Entorno da BR 364
O nível do Rio Envira continua acima da cota de transbordo, que é de 12 metros, na cidade de Feijó, no interior do Acre. O manancial marcou 12,30 metros na medição das 6h desta sexta-feira (25), são 10 centímetros a mais em 24 horas.
Conforme o Corpo de Bombeiros na cidade, cerca de 40 famílias estão afetadas pelas águas do manancial. A enchente atinge três bairros, entre eles, Terminal, Aristides e Hospital. Duas famílias com 15 pessoas estão desabrigadas.
O Rio Acre na capital continua apresentando sinais de vazante. Na medição das 6h desta sexta, a Defesa Civil Municipal informou que o manancial está com 12,50 metros, mesmo após o registro de 40 milímetros de chuva.
Com informações e G1Acre
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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre
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19 de maio de 2026O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.
A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.
Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.
O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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6 dias atrásem
15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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