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Romênia se prepara para segundo turno da direita após eliminação do PM – DW – 25/11/2024

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O atual primeiro-ministro da Roménia, Marcel Ciolacu, do Partido Social Democrata (PSD), deverá ser eliminado na primeira volta das eleições presidenciais do país, que terão agora uma segunda volta entre dois candidatos de direita.

Com 99,9% dos votos contados na manhã de segunda-feira, Calin Georgescu, cético de extrema-direita da OTAN, liderava com 22,9% dos votos.

As cédulas de romenos que viviam no exterior levaram a candidata de centro-direita Elena Lasconi para o segundo lugar, com 19,16%.

O primeiro-ministro Ciolacu, o favorito antes da votação, que nas pesquisas de saída havia anteriormente colocado 25%, deveria terminar em terceiro.

Georgescu, céptico da NATO, prestes a vencer a primeira volta

Georgescu, anteriormente um membro proeminente do partido de extrema-direita Aliança para a União dos Romenos, obteve apenas cerca de 5% nas sondagens na preparação para as eleições.

Ele afirmou que a OTAN não protegeria nenhum dos seus membros caso fossem atacados pela Rússia e chamou o escudo de defesa contra mísseis balísticos da aliança na cidade romena de Deveselu uma “vergonha da diplomacia”.

O seu salto da classificação de um dígito para a liderança eleitoral de domingo não tem precedentes desde o colapso do comunismo na Roménia em 1989.

“Nunca em nossos 34 anos de democracia vimos um aumento tão grande em comparação com as pesquisas”, disse o comentarista político Radu Magdin à agência de notícias Reuters.

“Somos fortes e corajosos, muitos de nós votaram, ainda mais o farão no segundo turno”, disse Georgescu na noite de domingo.

Elena Lasconi vota durante o primeiro turno das eleições presidenciais em Bucareste, Romênia
Lasconi ficou em segundo lugar Imagem: Andreea Campeanu/REUTERS

Roménia: Qual a importância do papel do presidente?

A posição do Presidente romeno é em grande parte cerimonial, mas o gabinete tem controlo semi-executivo sobre as despesas de defesa – uma questão fundamental para o cada vez mais importante membro da NATO que partilha uma fronteira de 650 quilómetros (400 milhas) com a Ucrânia.

Os portos romenos do Mar Negro também são fundamentais para a exportação de cereais ucranianos, mas Bucareste está sob pressão para aumentar os gastos da NATO, ao mesmo tempo que luta para reduzir um défice fiscal considerável.

Ciolacu esperava conquistar os eleitores com a sua promessa de garantir a “estabilidade”.

O governo de Ciolacu deu o seu apoio à vizinha Ucrânia após a invasão russa, enquanto a Roménia assumiu um papel cada vez mais importante na NATO.

Lasconi, ex-jornalista e líder do partido União Salve a Roménia, ou USR, disse que vê a corrupção como um dos maiores problemas que a Roménia enfrenta e que apoia o aumento dos gastos com defesa e a ajuda contínua à Ucrânia.

Quem vencer a segunda volta substituirá o actual presidente, Klaus Iohannis, um liberal que tem apoiado firmemente a Ucrânia. Ele ocupa o cargo desde 2014.

kb,ss/ab (AP, Reuters)



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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose-interna.jpg

A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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