ACRE
Taiwan relata avistamento de balão chinês perto de ilha | Notícias de política
PUBLICADO
1 ano atrásem
O Ministério da Defesa de Taipei afirma que 12 aeronaves militares chinesas e sete navios de guerra foram detectados até segunda-feira.
O Ministério da Defesa de Taiwan informou que um balão chinês foi detectado sobre o mar a noroeste da ilha, a primeira vez desde abril que sinalizou tal incidente.
O ministério informou na segunda-feira que o último balão foi avistado às 18h21 (10h21 GMT) de domingo, cerca de 111 km (69 milhas) a noroeste da cidade de Keelung, a uma altitude de 33.000 pés (10.058 metros).
Entrou na zona de identificação de defesa aérea da ilha e desapareceu às 20h15, segundo o ministério, que divulga diariamente dados sobre a presença militar da China em torno de Taiwan.
Além do balão, 12 aeronaves militares chinesas e sete navios de guerra foram detectados em torno de Taiwan nas 24 horas anteriores à manhã de segunda-feira, disse o ministério.
A China reivindica Taiwan como parte do seu território e declarou repetidamente que poderia parar com força Taipei caso declare independência.
Pequim envia regularmente caças, drones e navios de guerra ao redor de Taiwan e, ocasionalmente, balões, à medida que mantém a pressão militar.
Taiwan descreveu os balões como uma forma de assédio na “zona cinzenta” – uma tática que não chega a ser um ato de guerra.
Nas semanas que antecederam as eleições presidenciais de Janeiro, Taipé também se queixou de que a actividade dos balões chineses sobre o território da ilha estava a ocorrer numa “escala sem precedentes”.
O Ministério da Defesa da China não respondeu a um pedido de comentário.
A China já rejeitou as reclamações de Taiwan sobre os balões, dizendo que eram para fins meteorológicos e não deveriam ser alardeados por razões políticas.
A possibilidade de a China usar balões para espionagem tornou-se uma questão global no ano passado, quando os Estados Unidos abateram o que disseram ser um Balão de vigilância chinês. A China disse que o balão era uma nave civil que acidentalmente se desviou.
O último incidente com balão sobre Taiwan ocorre no momento em que a agência de notícias japonesa Kyodo informa que os EUA estão elaborando planos de contingência para implantações militares no Japão e nas Filipinas em caso de emergência em Taiwan.
Eles serão incorporados num primeiro plano de operação conjunta a ser formulado em dezembro, afirmou o relatório citando fontes familiarizadas com as relações Japão-EUA.
Um regimento da Marinha dos EUA que possui o HIMARS (Sistema de Foguetes de Artilharia de Alta Mobilidade) de lançamento múltiplo seria implantado ao longo da cadeia de ilhas japonesas de Nansei, que se estende de Kyushu a Yonaguni, perto de Taiwan, disse Kyodo.
Se uma contingência em Taiwan se tornar altamente iminente, bases temporárias também serão criadas em ilhas habitadas com base nas diretrizes militares dos EUA, acrescentou o relatório.
Espera-se que os militares do Japão se envolvam principalmente no apoio logístico, afirmou.
O Exército dos EUA também implantaria unidades de bombeiros de longo alcance nas FilipinasKyodo disse.
Washington tem vindo a reforçar alianças na região, enfurecendo Pequim.
No ano passado, as Filipinas assinou um pacto de defesa com os EUA, dando às suas forças acesso a mais quatro bases militares no país do Sudeste Asiático. No início deste mês, Manila e Washington assinou um acordo de partilha de inteligência militarnum aprofundamento ainda maior dos laços de segurança entre os dois aliados do tratado de defesa, à medida que procuram combater o ressurgimento da China.
Japão e Filipinas assinou um pacto de defesa em julho, permitindo o envio de tropas uns para os outros.
Relacionado
ACRE
Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
7 dias atrásem
7 de abril de 2026A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.
Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.
O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.
O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.”
Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)
Relacionado
ACRE
Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
1 semana atrásem
7 de abril de 2026Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.
Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.
“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.
Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”
Mostra em 4 atos
A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).
O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.
No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.
No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.
Relacionado
ACRE
I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."
PUBLICADO
1 semana atrásem
6 de abril de 202609 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC






Warning: Undefined variable $user_ID in /home/u824415267/domains/acre.com.br/public_html/wp-content/themes/zox-news/comments.php on line 48
You must be logged in to post a comment Login