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Rúben Amorim tem a aura de Ferguson, mas será que o United vai devorar a estrela em ascensão? | Manchester United

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Jonathan Wilson

Forganize os detalhes, esqueça o barulho. Esqueça os detalhes. Imagine que você dirige um grande clube em uma maré de derrotas. Você está planejando nomear um novo gerente. O que você quer, idealmente? Você quer um jovem gestor em ascensão, alguém novo, com visão, motivação e personalidade. Alguém que talvez ainda possa liderar o clube uma década depois.

No nível mais alto, a maioria das carreiras gerenciais são relativamente curtas. A noção de “vencedor comprovado” é uma abreviação consoladora, mas sem sentido. Não existe tal coisa; tudo é fluido, tudo é contingente; sempre há um contexto; toda carreira tem um arco.

Há exceções, principalmente Sir Alex Fergusonmas poucos gestores duram mais de uma década no pico absoluto. A gestão é difícil. O futebol evolui constantemente. Para um treinador principal continuar a desenvolver-se ocasionalmente à custa do que funcionou no passado, para se manter à frente do jogo, é brutalmente difícil e requer não só perspicácia, mas também uma vontade espectacular e autoconfiança.

Todo mundo tende, em última análise, à autoparódia. Aconteceu com Brian Clough, aconteceu com Arsène Wenger e está acontecendo com José Mourinho, pois eles buscaram não a melhor solução para um problema, mas a solução mais característica. É um enorme crédito para Jürgen Klopp que em sua nona temporada no Liverpool, depois de sete no Borussia Dortmund, ele tenha reconhecido que o cansaço o corroeu e foi embora. E Klopp era alguém com uma energia incomum.

Então, o ideal é que você queira um gestor em ascensão, prestes a florescer, com uma década inteira de grandeza pela frente. Identificar esse número é difícil. Quase por definição, ainda não terão alcançado grandes feitos. A nomeação de Mourinho pelo Chelsea em 2004 foi um caso raro em que o jovem brilhante era óbvio, tendo acabado de vencer a Taça UEFA e a Liga dos Campeões com o Porto. Mas quando tentaram repetir o feito, sete anos depois, com André Villas-Boas, depois de ele também ter vencido a Liga Europa (como se tornara a Taça UEFA) com o Porto, falharam. Não há certezas.

Alex Ferguson chegou do Aberdeen como um jovem propulsor administrativo que, tal como Rúben Amorim, levou uma terceira força ao título da liga. Fotografia: Colorsport/Shutterstock

É um sinal da falta de conhecimento do futebol ao nível da tomada de decisão a nível Manchester United nos últimos 11 anos que, até Erik ten Hag, nunca tentaram identificar a estrela em ascensão da gestão mundial. David Moyes foi nomeado aparentemente porque tinha uma semelhança superficial com Ferguson por ser de Glasgow; em retrospecto, parece confuso que alguém pensasse que o futebol com o qual ele apoiou o Everton atenderia às demandas de Old Trafford. Louis van Gaal era experiente e desfrutava de um segundo florescimento pragmático, mas completou 63 anos logo após assumir o cargo; ele nunca foi um compromisso de longo prazo.

Mourinho em 2013 pode ter funcionado, mas quando assumiu o cargo em 2016, ele já havia passado pelas saídas tóxicas do Real Madrid e do Chelsea, pela segunda vez. Havia muitos sinais de alerta de que ele havia passado do auge e a toxicidade que ele naturalmente trouxe – razão pela qual Sir Bobby Charlton vetou uma abordagem quando Ferguson saiu – não seria compensado por talheres.

Ole Gunnar Solskjær foi um antídoto necessário a curto prazo para isso, uma alegre lenda do clube cuja óbvia felicidade por estar lá dissipou imediatamente grande parte da tristeza, mas a sua nomeação para um acordo permanente foi a prova de uma direcção levada pela opinião pública, incapaz de realizar um planejamento estratégico. O bizarro status provisório de Ralf Rangnick o minou antes que ele tivesse começado.

Ten Hag parecia um treinador de grande potencial. Ele havia vencido a Eredivisie três vezes com o Ajax e, depois de vencer de forma emocionante o Real Madrid e a Juventus, levou-os a cerca de 30 segundos da final da Liga dos Campeões. Nem todas as promessas são cumpridas – e ele era 13 anos mais velho quando assumiu o cargo do que o próximo Rúben Amorim é agora.

Em Amorim, o United finalmente tem um dos filhotes da gestão europeia, alguém que atraiu o interesse tanto do Liverpool quanto do Manchester City. Não só isso, mas há uma semelhança óbvia com Ferguson no sentido de que, numa liga que é essencialmente um duopólio, ele levou uma terceira força ao título.

Erik ten Hag mostrou no United que só porque um treinador tem o perfil de gestão desejável não significa que será um sucesso. Fotografia: Eddie Keogh/Getty Images

O Sporting está muito mais próximo do Benfica e do Porto do que o Aberdeen estava do Celtic e do Rangers, e Ferguson também trouxe um sucesso europeu quase inimaginável em Pittodrie. Ferguson era cinco anos mais velho quando assumiu o cargo no United do que Amorim é agora, mas ele também era um talento em ascensão, que teve sucesso com os forasteiros, pronto para sua chance em uma liga mais rica e glamorosa.

Como demonstra o exemplo de Ten Hag, só porque um coach tem algo que se aproxima do perfil desejável não significa que ele será um sucesso. Talvez mais preocupante para o United seja o contexto que o rodeia, o tamanho do clube, a profundidade das expectativas, a incoerência do plantel.

Após derrotas iniciais para Brighton e Brentford, a primeira temporada do Ten Hag parecia ter corrido muito bem. As limitações de pessoal forçaram-no a alterar a sua abordagem – já que Amorim terá de mudar a sua também – e fez isso bem o suficiente para levar o United ao terceiro lugar na Premier League, embora depois de uma temporada excepcional de Bruno Fernandes e de um excelente e, no final das contas, início insustentável de Casemiro.

‘A novela está a acabar’: Rúben Amorim sobre a mudança para o Manchester United – vídeo

Resolveu o problema de Cristiano Ronaldo com admirável clarividência e, embora o United estivesse longe de ser espectacular, não parecia absurdo pensar que a sua segunda época, com mais jogadores próprios, traria mais progressos. Isso não aconteceu – e os jogadores que ele contratou foram, em última análise, o que fez por ele. No final, a figura de olhos de aço daquela primeira temporada tornou-se uma personagem risível, que afirmou que conceder 25 oportunidades por jogo não era uma preocupação e balbuciou sobre a fluidez do sangue de Matthijs de Ligt.

Na sua queda reside um medo mais profundo. E se isso for exatamente o que o United faz com os dirigentes? E se for por isso que apenas três treinadores conquistaram o título com o United, apesar de serem a equipa de maior sucesso na história da liga inglesa, como se o clube fosse um dragão vasto e truculento que se submeterá a ser montado por apenas alguns poucos escolhidos? E se houver simplesmente algo no trabalho da United que seja demasiado grande, demasiado difícil, demasiado caótico? Olhe para ele por tempo suficiente e o trabalho da United olhará para você.



Leia Mais: The Guardian

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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre

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O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.

A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.

A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.

“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”

Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”

Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

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SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.

 



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