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Rubio para visitar a América Central com a migração e o Canal do Panamá na Agenda | Política externa dos EUA
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Andrew Roth in Washington
Marco Rubioo Secretário de Estado dos EUA, viajará para a América Central nesta semana em uma turnê de cinco países que se concentrará em limitar a migração para os Estados Unidos, conter a influência chinesa na região e em garantir o objetivo ambicioso de Donald Trump de reafirmar o controle dos EUA sobre o Canal do Panamá.
Rubio viajará para o Panamá, El Salvador, Costa Rica, Guatemala e o República Dominicana De sábado a quinta -feira desta semana, encontrando -se com os presidentes de cada um. É a primeira vez em mais de um século que a primeira visita oficial de uma secretária no exterior será a América Central.
“Esta é uma visita verdadeiramente histórica que o secretário Rubio pagará à região”, disse Mauricio Claver-Carone, enviado especial dos Estados Unidos para a América Latina. “Não posso enfatizar o suficiente a natureza histórica desta visita e como ela remonta à mensagem geral do presidente Trump durante sua inauguração da era de ouro do Américas. ”
Tammy Bruce, porta -voz do Departamento de Estado, acrescentou: “É aqui que vivemos. É isso que somos. Trata -se de não apenas querer ter novas parcerias – mas isso é sempre bom – mas a natureza do que significa ter um relacionamento estendido com as pessoas mais próximas a você. ”
A visita ocorrerá apenas 10 dias em um governo Trump que já causou preocupação significativa na região, declarando em seu discurso inaugural de que os EUA estavam “retomando” o Panamá Canal e, em seguida, procedendo a ameaçar a Colômbia com 25% de tarifas por se recusarem a nos levar deportados enviados ao país a bordo de aviões de transporte militar.
“Acho que o presidente ficou bem claro que ele quer administrar o canal novamente”, disse Rubio, que está programado para se encontrar com o presidente do Panamenho, José Raúl Mulino, e visitar o canal neste fim de semana, disse durante uma entrevista na televisão.
“Obviamente, os panamenhos não são grandes fãs dessa ideia. Mas isso não substitui de forma alguma a realidade central de que o Canal do Panamá, não podemos permitir que qualquer poder estrangeiro – particularmente a China – mantenha esse tipo de controle potencial sobre ele que eles o fazem. Isso simplesmente não pode continuar. ”
O Panamá lançou uma auditoria de vários portos ao longo do canal, de propriedade de uma empresa com sede na China, em uma tentativa em potencial de apaziguar Trump. Mas o controlador do Panamá disse ao The Guardian que as auditorias são motivadas pela política e que não foram projetadas para oferecer uma oferta de paz aos Estados Unidos.
“Não posso negociar e muito menos abrir um processo de negociação no canal”, disse Mulino a repórteres na quinta -feira. “Isso é selado. O canal pertence ao Panamá. ”
Rubio também deve discutir a redução da migração para os Estados Unidos via Panamá com Mulino. O governo do Panamá disse que 300.000 migrantes cruzaram o Darien Gap para o Panamá em 2024. Isso é 42% menor que no ano anterior, informou a Reuters.
Rubio vai viajar para El Salvadoronde ele se encontrará com o presidente da Hardline, Nayib Bukele, que usou um “punho de ferro” auto-descrito para reprimir a violência no país.
“Apenas décadas atrás-foi há apenas uma década que San Salvador era a capital do assassinato do mundo, e hoje é uma das cidades mais seguras do mundo”, disse Claver-Carone. “E essas medidas extraordinárias, que são francamente a inveja de muitos países do Hemisfério Ocidental, realmente o tornaram um dos líderes mais conseqüentes não apenas na segurança, mas também em um grande aliado da migração”.
Durante a visita, Rubio deve se concentrar no combate ao crescente influência chinesa na região. A China se tornou o maior parceiro comercial da América do Sul e está buscando aumentar sua “iniciativa de correia e estrada” na América Central também.
“Todo mundo pensou que a China literalmente se tornaria a força mais influente das Américas”, disse Claver-Carone. “Este é um re-pivoto da Era de Ouro da América, das Américas, para sair, inequivocamente, sem dúvida, que o século XXI, semelhante ao século XX, será um século americano”.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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