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Rússia lança ataque “massivo” à infra-estrutura energética da Ucrânia | Notícias da guerra Rússia-Ucrânia

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Explosões ouvidas em toda a Ucrânia, incluindo Kiev e Odesa, à medida que a Rússia avança ao ritmo mais rápido desde os primeiros dias da guerra de quase três anos.

A Rússia lançou um enorme ataque às instalações energéticas e à infra-estrutura militar da Ucrânia, informam agências de notícias russas, citando o Ministério da Defesa.

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, disse no domingo que as forças russas lançaram cerca de 120 mísseis e 90 drones em um ataque aéreo combinado “massivo” – uma das maiores barragens da guerra de quase três anos.

Numa mensagem no seu canal Telegram, Zelenskyy acrescentou que as forças de defesa ucranianas derrubaram mais de 140 projécteis russos.

Um ataque de drone russo à cidade de Mykolaiv, no sul da Ucrânia, matou pelo menos duas pessoas e feriu outras seis, incluindo crianças, disse Zelenskyy, acrescentando que “todas as áreas” ficaram sem energia.

Explosões foram ouvidas em toda a Ucrânia no domingo, incluindo na capital, Kiev, no principal porto de Odesa, no sul, e nas regiões oeste e centro do país, de acordo com relatórios locais.

A operadora de energia ucraniana DTEK anunciou no domingo cortes de energia de emergência na região de Kiev e dois no leste.

Anteriormente, o ministro da Energia da Ucrânia, German Galushchenko, disse no Telegram que “está em curso um ataque massivo ao nosso sistema energético” e que as forças russas estavam “atacando instalações de geração e transmissão de eletricidade em toda a Ucrânia”.

Os ataques russos prejudicaram a capacidade de geração de energia da Ucrânia desde a invasão total do seu vizinho por Moscovo em Fevereiro de 2022, provocando repetidos cortes de energia de emergência e apagões contínuos em todo o país.

As autoridades ucranianas têm instado rotineiramente os seus aliados ocidentais a reforçar as defesas aéreas do país para combater os ataques e permitir reparações.

O ataque russo em grande escala ocorreu num momento em que as forças russas avançavam ao ritmo mais rápido desde os primeiros dias da guerra. Para aumentar a pressão, a Coreia do Norte enviou milhares de soldados para a região russa de Kursk para ajudar Moscovo a combater uma incursão ucraniana que começou em Agosto.

No sábado, Zelenskyy disse que o seu lado fará todo o possível para que a guerra termine em 2025 “por meios diplomáticos”.

Seus comentários foram feitos depois que o presidente russo, Vladimir Putin, manteve sua primeira conversa direta em quase dois anos com o chanceler alemão, Olaf Scholz, dizendo que um acordo para acabar com a guerra também precisaria ser alcançado. abordar as “causas profundas” do conflito que, segundo Putin, incluem a expansão da NATO.

O apoio à Ucrânia devastada pela guerra também está em questão após a vitória de Donald Trump nas eleições presidenciais dos Estados Unidos.

No período que antecedeu a votação, Trump questionou repetidamente a quantidade de dinheiro dos EUA gasto em ajuda militar à Ucrânia. O vice-presidente eleito JD Vance sugeriu que uma administração Trump poderia favorecer deixando a Rússia ficar com as terras ucranianas ele se apoderou do campo de batalha.

Entretanto, a administração cessante do presidente dos EUA, Joe Biden, comprometeu-se a reforçar o seu apoio a Kiev durante o tempo que lhe resta no poder, e os líderes da aliança G7 reafirmaram o apoio à Ucrânia “durante o tempo que for necessário”.



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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose-interna.jpg

A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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