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Rússia rejeita ligações com ameaças de bombas em locais de votação nos principais estados dos EUA | Notícias das Eleições de 2024 nos EUA
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2 anos atrásem
Moscou descreveu como “calúnia maliciosa” relatos de falsas ameaças de bomba dirigidas a locais de votação em quatro estados de batalha nas eleições dos Estados Unidos – Geórgia, Michigan, Arizona e Wisconsin – originaram-se de domínios de e-mail russos e fizeram parte de uma operação de interferência.
Vários locais de votação alvo dos sustos na Geórgia foram brevemente evacuados na terça-feira.
“Nenhuma das ameaças foi considerada credível até agora”, disse o Federal Bureau of Investigation (FBI) dos EUA num comunicado, observando que muitos dos falsos avisos de bomba “parecem ter origem em domínios de e-mail russos”.
Um funcionário do FBI disse que a Geórgia recebeu mais de duas dúzias de ameaças, a maioria das quais ocorreu no condado de Fulton, que abrange grande parte de Atlanta, um reduto do Partido Democrata.
Ameaças contra 32 das 177 assembleias de voto no condado de Fulton, Geórgia, levaram a cinco locais sendo brevemente evacuado. Os locais reabriram após cerca de 30 minutos, disseram as autoridades, e o condado estava buscando uma ordem judicial para estender o horário de votação do local além do prazo final de fechamento das 19h (00h GMT) em todo o estado.
O FBI está ciente de ameaças de bomba contra locais de votação em vários estados, muitas das quais parecem ter origem em domínios de e-mail russos. Nenhuma das ameaças foi considerada credível até agora. https://t.co/j3YfajVK1m
-FBI (@FBI) 5 de novembro de 2024
Cerca de uma hora antes do encerramento das urnas, autoridades do condado de DeKalb, na Geórgia, disseram ter recebido ameaças de bomba contra cinco locais de votação.
Autoridades do subúrbio predominantemente democrata disseram que a votação foi suspensa nos locais até que a polícia confirmasse que não havia bombas. Seria solicitada uma ordem judicial para estender a votação, que é rotina na Geórgia quando um local de votação é interrompido, disseram as autoridades.
Ameaças de bomba também foram enviadas a dois locais de votação na capital do estado de Wisconsin, Madison, mas não atrapalharam a votação, disse a chefe da Comissão Eleitoral de Wisconsin, Ann Jacobs.
Um porta-voz de Jocelyn Benson, secretária de Estado democrata de Michigan, disse que houve relatos de ameaças de bomba em vários locais de votação, mas nenhum era confiável. O gabinete de Benson foi notificado de que as ameaças podem estar ligadas à Rússia, disse o porta-voz.
Adrian Fontes, democrata e secretário de Estado do Arizona, principal autoridade eleitoral no estado indeciso, disse que quatro falsas ameaças de bomba também foram feitas em locais de votação no condado de Navajo, Arizona.
O secretário de Estado republicano da Geórgia, Brad Raffensperger, atribuiu a culpa directamente à Rússia.
“Eles estão tramando travessuras, ao que parece. Eles não querem que tenhamos eleições tranquilas, justas e precisas, e se conseguirem que lutemos entre nós, podem contar isso como uma vitória”, disse Raffensperger aos jornalistas.
A Embaixada da Rússia em Washington, DC, disse que as insinuações sobre a interferência russa nas eleições eram “calúnia maliciosa”.
“Gostaríamos de enfatizar que a Rússia não interferiu e não interfere nos assuntos internos de outros países, incluindo os Estados Unidos. Como o presidente Vladimir Putin enfatizou repetidamente, respeitamos a vontade do povo americano”, afirmou a embaixada.
Autoridades de inteligência dos EUA acusaram a Rússia de interferir nas eleições presidenciais anteriores dos EUA, especialmente através de operações cibernéticas na corrida de 2016, que o actual candidato presidencial republicano, Donald Trump, venceu contra a candidata democrata Hillary Clinton.
Posteriormente, os EUA indiciaram 12 oficiais da inteligência militar russa pelos seus alegados papéis na interferência nas eleições de 2016.
Um alto funcionário cibernético dos EUA disse que sua agência não viu nenhum incidente significativo neste dia de eleição.
Cait Conley, da Agência de Segurança Cibernética e de Infraestrutura dos EUA, disse aos repórteres que houve poucas evidências de perturbações significativas na infraestrutura eleitoral.
“Neste momento, não estamos actualmente a monitorizar quaisquer incidentes significativos a nível nacional que afectem a segurança da nossa infra-estrutura eleitoral”, disse Conley, cuja agência é responsável pela protecção da infra-estrutura americana crítica, incluindo a infra-estrutura eleitoral.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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4 dias atrásem
9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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5 dias atrásem
8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 semanas atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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