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Sai ranking das 50 praias mais bonitas do mundo; duas brasileiras estão na lista

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Ney Matogrosso será enredo para o carnaval 2026 da Imperatriz Leopoldinense. O anúncio foi feito em vídeo nas redes. - Foto: O Dia

No ranking das 50 praias mais bonitas do mundo, o Brasil conseguiu duas colocações! – Foto Praia do Sancho, Fernando de Noronha/The World’s 50 Best Beaches

O Brasil, mais uma vez, foi reconhecido pelas belezas naturais que tem: duas praias brasileiras foram escolhidas entre as 50 mais bonitas do planeta no ranking anual da The World’s 50 Best Beaches.

A lista elegeu o Pontal do Atalaia, em Arraial do Cabo (RJ) e a Baía do Sancho, em Fernando de Noronha (PE), como verdadeiros paraísos escondidos. As duas aparecem entre as 25 primeiras posições e encantaram os jurados com a natureza preservada, águas cristalinas e a sensação de um refúgio longe do urbano.

O ranking considerou critérios como beleza natural, vida selvagem, tranquilidade, entre outros. Em primeiro lugar ficou Cala Goloritzé, na Itália. Confira o ranking abaixo!

Pontal do Atalaia

Na 20ª posição está o Pontal do Atalaia, em Arraial do Cabo, no Rio de Janeiro, um lugar exuberante.

Considerada a melhor praia do Brasil pelo ranking, ela é conhecida como o “Caribe brasileiro”.

A água é transparente, a areia é fina e branca, mas o acesso não é tão simples. É preciso encarar uma trilha íngreme ou embarcar em um passeio de barco.

“O local reúne todos os elementos essenciais de uma praia perfeita: areia branca e fina, águas claras e calmas. No entanto, é especialmente conhecido por suas vistas espetaculares. Do alto das falésias ao redor, os visitantes podem contemplar panoramas deslumbrantes do litoral e das ilhas próximas, tornando o destino verdadeiramente único.”

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Baía do Sancho

Em 25º lugar no ranking global, a Baía do Sancho foi descrita no ranking como um santuário de tranquilidade.

Para chegar até o local, é preciso descer por uma escada entre as rochas ou fazer um passeio de barco.

A praia fica dentro de um parque nacional marinho e impressiona com penhascos, mar verde-esmeralda e areia dourada.

Além da beleza visual, a ausência de comércio e o isolamento sonoro tornam a Baía do Sancho ainda mais especial.

“Acessível apenas por barco ou por uma escada íngreme entre fendas rochosas, esta praia isolada oferece uma experiência incomparável.”

As 10 primeiras colocadas

Embora o Brasil tenha feito bonito, a praia número 1 do ranking foi Cala Goloritzé, na Sardenha, uma ilha italiana localizada no Mar Mediterrâneo.

Em seguida vieram Entalula, nas Filipinas, e Bang Bao, na Tailândia. Veja o TOP 10 abaixo!

  1. Cala Goloritzé – Itália
  2. Entalula – Filipinas
  3. Bang Bao – Tailândia
  4. Fteri – Grécia
  5. PK 9 – Polinésia Francesa
  6. Canto de la Playa – República Dominicana
  7. Anse Source D’Argent – Seicheles
  8. Nosy Iranja – Madagascar
  9. Ofu – Samoa Americana
  10. Grace Bay – Ilhas Turcas e Caicos

Clique aqui para conferir o ranking completo.

Cala Goloritzé, na Itália, ficou em primeiro lugar no ranking. Reprodução/Immobiliare.it

Cala Goloritzé, na Itália, ficou em primeiro lugar no ranking. Reprodução/Immobiliare.it

Pontal do Atalaia, em Arraial do Cabo, ficou em 20ª lugar. - Foto: World's 50 Beaches

Pontal do Atalaia, em Arraial do Cabo, ficou em 20ª lugar. – Foto: World’s 50 Beaches

Praia do Sancho, em Fernando de Noronha, visto do alto de uma trilha próxima - Foto: SNB

Praia do Sancho, em Fernando de Noronha, a 25ª colocada, vista do alto de uma trilha próxima – Foto: SNB



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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre

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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia-interna.jpg

Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.

A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).

O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.

Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.

“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.

O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.

Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.

Fhagner Soares – Estagiário



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