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Saneacre celebra melhorias no setor de saneamento em 2024, com projeção nacional no enfrentamento sustentável de cheias e secas

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Dora Monteiro

Ao longo dos últimos quatro anos, o governo do Estado do Acre enfrentou desafios significativos, mas também alcançou conquistas notáveis na área de saneamento básico. Com uma gestão pautada em resultados e atenção às necessidades da população, o Serviço de Água e Esgoto do Acre (Saneacre) consolidou-se como uma ferramenta essencial para garantir o acesso à água potável e infraestrutura adequada em diversas regiões do estado.

Nesse período de quatro anos, 48 km de redes de abastecimento foram implantados. Em 2024, o Plano Plurianual (PPA) previa 10 km de rendes instaladas, mas a autarquia superou a meta, já no terceiro trimestre deste ano, celebrando mais de 14 km implantados. Grande satisfação é demonstrada por Luana do Nascimento ao ver seus filhos se divertirem com a água limpa que jorra da rede de distribuição do lar onde habitam, no bairro São José, em Cruzeiro do Sul. Além deles, outras 40 famílias passaram a ter acesso ao recurso neste ano a partir da parceria entre Estado e Município.

Moradores de Cruzeiro do Sul, como Luana, celebram a chegada do benefício. Foto: Marcos Santos/Secom

“Antes, a gente tinha acesso à água por meio da cacimba [poços, cisternas] dos outros, e essa realidade era muito ruim, pois as crianças, por exemplo, adoeciam por conta do consumo de água contaminada. Agora, temos água tratada para todo mundo, o que nos deixa felizes e gratos”, disse Luana.

Outro exemplo é o de José dos Santos, morador há 10 anos na Rua São Rafael, no município de Bujari. Em maio de 2024, o Saneacre concluiu a implantação de cerca de 1.054 metros de redes subterrâneas, levando água potável aos mais de 140 residentes do loteamento Maia e do bairro João Borges. “É muito importante para a nossa comunidade. Esperava tanto por essa hora e agora tá chegando; parabéns, água é vida e esperança”, destacou José.

Financiado com recursos próprios do Saneacre e com a contrapartida do Município, que cedeu uma retroescavadeira, a obra representa um marco significativo para os bujarienses.

As tubulações subterrâneas levam esperança e dignidade. Foto: Aleksandro Soares/Saneacre

Enfrentamento às cheias e secas

Diante das recentes cheias de 2024, que afetaram o Acre, o governo do Estado, por meio da autarquia de saneamento, intensificou esforços para assegurar o fornecimento de água potável nas áreas não afetadas e nos abrigos. Enfrentando tempestades e balseiros que atingiam os flutuantes, danificando alguns sistemas, além do aumento da sobrecarga nas estações de tratamento devido à alta turbidez da água, a gestão destacou-se pela eficiência.

O Saneacre também trabalha em vários municípios com o reforço e troca de flutuantes nas unidade de captação de água, para, assim, enfrentar as fortes correntezas dos rios e balseiros. Foto: cedida

José Bestene, presidente do Saneacre, enfatizou: “É uma determinação do governador Gladson Cameli que toda a estrutura do Estado esteja à disposição das prefeituras, tanto durante como depois das enchentes. O Saneacre está trabalhando para continuar fornecendo seus serviços regulares e atender de forma emergencial os abrigos, reforçando o compromisso com o bem-estar da população”.

Servidores do Saneacre ajudam colegas que tiveram suas casas atingidas pelas enchentes. Foto: cedida

 No pós-enchentes, estratégias técnicas uniram-se à solidariedade. Servidores da instituição dedicaram-se a ajudar colegas que tiveram suas casas atingidas. Com a vazante do Rio Acre em Brasileia, sinais de alívio emergiram nos bairros inundados. Ayrton Meireles, servidor do Saneacre, foi um dos atingidos pela cheia. Enfrentando problemas de saúde no joelho que dificultam sua locomoção, recebeu apoio dos colegas, que voluntariamente limparam sua residência. Cristina Meireles, filha de Ayrton, agradeceu: “Quero agradecer de coração a ajuda que deram ao meu pai. Ele está com problemas no joelho, e eu estava sozinha limpando minha casa e a dele. Vocês vieram e ajudaram”.

Já diante da pior crise hídrica da história, o Gabinete de Crise do Estado, com o Saneacre como órgão integrante, atuou para minimizar os impactos da seca. Caminhões-pipa foram essenciais, e o programa “Juntos Pelo Acre” distribuiu caixas d’água de 5 mil litros a comunidades rurais, como em Bujari, onde o governador supervisionou a entrega de sete reservatórios.

Saneacre tem realizado ações importantes contra a seca em todos os municípios. Foto: Diego Gurgel/Secom

“Não vamos permitir que nenhum acreano fique desamparado. Estamos agindo com rapidez, planejamento e determinação. Ninguém ficará sem água. Vamos vencer essa crise juntos”, afirmou o governador Gladson Cameli, durante a entrega.

Os habitantes da área urbana de Bujari, abastecidos pelo sistema público, estão há dois anos sem enfrentar escassez no fornecimento de água, resultado do trabalho realizado após a seca de 2022. Entre 2023 e este ano a autarquia reforçou a barragem do manancial e aumentou a capacidade de reserva, elevando os níveis de segurança hídrica da região.

Por outro lado, em Epitaciolândia, apesar de ações como o desassoreamento do igarapé Encrenca e a reutilização diária de quase 1 milhão de litros de água, o manancial secou, deixando moradores até seis dias sem água. A solução foi interligar o igarapé Bahia ao Encrenca com 1,6 km de tubulações. Em novembro, o motor a diesel que fazia o bombeamento foi retirado após o nível hídrico satisfatório do igarapé principal ser restabelecido.

Interligação entre igarapés garantiu água durante seca severa para os epitaciolandenses. Foto: cedida

José Bestene destacou que a solução definitiva será interligar o sistema de Epitaciolândia ao de Brasileia, onde a captação é feita no Rio Acre, um projeto orçado em R$ 25 milhões.

Essas superações ganharam projeções nacionais e o Acre pôde apresentar suas estratégias de sustentabilidade no setor de saneamento. O Saneacre participou do Seminário Nacional Universalizar – Aesbe 40 anos, levando para o centro das discussões a experiência do Acre em segurança hídrica e adaptação ambiental. O evento, que celebra as quatro décadas de atuação da Associação Brasileira das Empresas Estaduais de Saneamento (Aesbe), ocorreu nos dias 12, 13 e 14 de novembro. O encontro, realizado em Brasília, reuniu cerca de 500 representantes do setor para discutir políticas e desafios do saneamento em âmbito nacional.

Acre é destaque em seminário nacional sobre saneamento e mudanças climáticas. Foto: Célio Bonfim/Aesbe

Daniela Tamwing, diretora de Planejamento e Projetos de Saneamento da autarquia, participou como palestrante no painel “Segurança Hídrica: ações para mitigação dos impactos das mudanças climáticas no setor de saneamento”.

“Falamos sobre a atuação do governo do Acre, por meio do Gabinete de Crise, para dar uma resposta rápida à população durante esses eventos, bem como as medidas de sucesso adotadas pelo Saneacre para aumentar a segurança hídrica no Bujari e outros municípios”, destacou a diretora, que também representou o estado, juntamente com outros servidores da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), entre os dias 19 e 21 de junho, no seminário “Água para quem precisa: garantia de acesso à água para consumo humano com qualidade em situação de estiagem e seca”, promovido pela Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde. O evento foi realizado em Belém, no Pará.

Ações educacionais promovidas pelo Saneacre massificam conteúdos sobre preservação dos recursos hídricos. Foto: Aleksandro Soares/Saneacre

Por fim, diante dos fenômenos extremos de seca e cheias que assolam a região amazônica, o Saneacre tem atuado estrategicamente com palestras em escolas, visitas guiadas em ETAs e com a criação de conteúdos multiplataformas que massificam o conhecimento sobre recursos hídricos e gestão do saneamento básico.

Valorização dos servidores

Na área de valorização dos servidores, que são a força motriz para enfrentamento desses desafios abordados, a gestão autárquica tem direcionado investimentos na revitalização de unidades, aquisição de novos equipamentos e a realização periódica de consultas médicas e treinamentos sobre saúde emocional no trabalho. 

Em 2024, as unidades de Epitaciolândia e Senador Guiomard foram totalmente revitalizadas, garantindo mais conforto e segurança aos servidores e usuários. Ao todo, mais de 1,5 milhão foi investido nos dois sistemas municipais, contemplando estações de tratamento e agências administrativas.

Revitalizações em unidades do Saneacre garantem mais conforto e segurança para servidores e usuários. Foto: Aleksandro Soares/Saneacre

Na estação de Senador Guiomard destacam-se a manutenção no aerador, equipamento utilizado para retirar o alto teor de ferro presente no manancial de captação local, bem como a construção da nova casa de química, que oferece maior segurança no armazenamento de produtos químicos.

Alan Ferraz, diretor de Operações da autarquia, lembra que a ação também colabora para a segurança dos trabalhadores. “Também foi realizado o cercamento de toda a estação de tratamento, proporcionando maior tranquilidade aos operadores durante seu expediente de trabalho”. De acordo com o diretor, a revitalização reflete significativamente em melhor desempenho operacional e na qualidade da água tratada.

Já o diretor administrativo e financeiro, Geovani Soares, afirmou que “o governador tem colocado as revitalizações como uma das prioridades desde o início da gestão para dar melhores condições de trabalho ao servidor público e, consequentemente, um melhor atendimento à população”.

Revitalização da ETE Redenção eleva os índices de coleta e tratamento de esgoto na capital. Foto: Ricardo André/Saneacre

Na parte de esgotamento sanitário, o governo do Estado celebra a revitalização da Estação de Tratamento de Esgoto – ETE Redenção, que atenderá mais de 40 mil pessoas na parte alta de Rio Branco, elevando os índices de coleta e tratamento de efluentes na capital, onde o Saneacre atua como parceiro da Prefeitura Municipal, responsável pelo saneamento básico dos rio-branquenses. O investimento foi de quase 3 milhões financiados pelo BNDES. A conclusão está dependendo apenas da finalização do projeto elétrico por parte da concessionária de energia do estado, com prazo até janeiro de 2025.

Dos 12 projetos apresentados pela autarquia em 2024, 11 foram aprovados pelo governo federal para financiamento, por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), totalizando  R$ 72.556.902,45 para serem investidos nos próximos anos.

Com isso, a autarquia celebra essas e muitas outras conquistas operacionais e administrativas que têm proporcionado diversos avanços no setor de saneamento com transparência e lisura.

Essas conquistas foram reunidas na revista “Saneacre em Ação – Histórias de Transformação”, que destaca as ações e avanços no setor de saneamento, pilares para a saúde pública e dignidade humana. Para conferir a revista clique aqui.

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Licenciatura Indígena realiza defesa de TCCs em aldeias no Juruá — Universidade Federal do Acre

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O curso de Licenciatura Indígena, do campus Floresta da Ufac, realizou o 1º Seminário Acadêmico de Apresentação de Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs). O evento possibilitou a defesa de 16 trabalhos nas aldeias Barão, da terra indígena Puyanawa, em Mâncio Lima (AC), e Morada Nova, na terra indígena Katukina/Kaxinawá, em Feijó (AC). As atividades ocorreram entre 25 de setembro e 2 de outubro, envolvendo estudantes, professores, egressos do curso, pós-graduandos e as comunidades locais.

Os TCCs defendidos nas aldeias são de autoria de discentes que ingressaram na Ufac em 2023 e deverão colar grau no início de 2027. Os temas das pesquisas contemplaram variados aspectos da vida indígena, abrangendo história, biografia, mitologia, organização política, território, medicina tradicional, grafismos, gênero, terminologias linguísticas, educação especial, atividade cinegética e rituais tradicionais.

A viabilização das defesas nas aldeias ocorreu pela primeira vez em 18 anos de existência da graduação e está de acordo com a pedagogia da alternância, pela qual parte da carga horária do curso é realizada nas comunidades indígenas dos alunos, por meio de pesquisa e extensão. Os recursos para realização do evento foram provenientes de projeto de extensão com o mesmo nome do seminário.

As bancas de avaliação foram compostas por docentes do curso, egressos de outras turmas da Licenciatura Indígena e egressos indígenas de outros cursos da Ufac, inclusive da pós-graduação. Também compuseram algumas bancas pessoas reconhecidas por suas comunidades com “notório saber”, expediente previsto no regulamento de TCC do curso. Além de familiares dos estudantes e moradores das aldeias, indígenas de outras etnias estiverem presentes no seminário.

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Organização

A atividade no município de Mâncio Lima, que é vizinho ao campus Floresta, em Cruzeiro do Sul (AC), ocorreu num só dia, em 25 de setembro, com a defesa de dois TCCs. Já para o evento em Feijó foi necessário um deslocamento de ônibus, com duração de quase seis horas, em 30 de setembro, até o porto da cidade. E, à noite, uma embarcação levou cerca de 20 pessoas até a aldeia Morada Nova, onde houve uma recepção musical para o grupo. Na manhã do dia seguinte começaram as defesas, que prosseguiram até 2 de outubro.

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Herbário da Ufac participa do 76º Congresso Nacional de Botânica — Universidade Federal do Acre

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Ufac no 76º Congresso Nacional de Botânica-2026 (2)x.png

A servidora Júlia Gomes da Silva, curadora do Herbário da Ufac, vinculado ao Parque Zoobotânico (PZ), representou a instituição no 76º Congresso Nacional de Botânica e 15º Encontro de Botânicos do Centro-Oeste, eventos ocorridos de 11 a 16 de outubro, em Campo Grande. Ela participou de mesa-redonda com apresentação das coleções dos herbários da região Norte.

Na ocasião, os curadores discutiram avanços, desafios estruturais e o futuro das coleções científicas do país. Durante sua exposição, Júlia conduziu o público por uma linha do tempo que remonta a 22 de outubro de 1979, data da primeira coleta registrada no campus-sede da Ufac: uma ‘Vismia’ (gênero científico de planta) coletada por L. Coêlho. Em razão desse registro, o herbário da Ufac comemora 47 anos nesta quinta-feira, 22.

Júlia destacou perspectivas importantes para o cenário científico acreano. Entre os projetos de destaque estão investimentos viabilizados via Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), incluindo a projeção de um novo prédio de cerca de 600 metros quadrados e a aquisição de armários compactadores modernos para garantir a preservação do acervo em longo prazo.

Também representaram a Ufac estudantes do campus Floresta, em Cruzeiro do Sul (AC), e a professora Simone Reis. A universidade enviou 11 resumos, dos quais oito foram apresentados. O evento possibilitou a troca de experiência com botânicos do país e conversas sobre parcerias de trabalho, incluindo a realização de expedições para grupos de plantas pouco estudados no Acre.

Herbário

O Herbário da Ufac tem uma equipe técnica composta por Júlia Gomes da Silva, Izailene Saar e colaboradores, como a ex-curadora e atual vice-reitora Almecina Balbino, o técnico Davi Borges e estagiários. O acervo abriga preciosidades da flora amazônica e sul-americana, registrando a superação de gargalos históricos de digitalização e integrando atualmente plataformas globais de dados de biodiversidade, como o SpeciesLink e o Global Biodiversity Information Facility.

Entre os marcos recentes destacados está o avanço na informatização de milhares de registros e a aposta em inovações, como a participação na Rede de Herbários Espectrais da Amazônia, que utiliza a espectroscopia no infravermelho próximo (tecnologia NIR portátil) para otimizar a identificação de espécies diante da escassez de taxonomistas na região.

A informatização completa do acervo ainda está em processo e figura como um dos principais objetivos da equipe, que agradeceu à direção do PZ e à Ufac pelo apoio contínuo aos servidores e à coleção, além de exaltar o esforço coletivo dos bolsistas, voluntários e parceiros que documentam, protegem e estudam a flora e funga brasileira.



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Ufac retoma Semana Acadêmica de Física após 6 anos, com planetário — Universidade Federal do Acre

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Ufac retoma Semana Acadêmica de Física após 6 anos, com planetário — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) realiza até esta sexta-feira, 23, a 3ª Semana Acadêmica de Física, no prédio do curso, no campus-sede, em Rio Branco. Iniciado nessa segunda-feira, 19, o evento retoma as atividades presenciais da semana acadêmica após seis anos de interrupção, causada pela pandemia de covid-19 e pela reorganização do calendário universitário.

A programação tem atrações abertas ao público, como oficinas de astronomia, observação do Sol com telescópio e um planetário móvel, instalado no segundo andar do prédio de Física. Há ainda palestras, apresentações de pesquisas de estudantes e minicursos práticos de elaboração de material didático, física experimental, criação de mapas, processamento de dados e sismologia.

Organizada em três eixos temáticos, a semana é voltada aos estudantes da licenciatura e do bacharelado em Física e do curso de Física Aplicada às Ciências da Terra. Os primeiros dias tiveram debates e palestras sobre o ensino de física e a formação docente. Em seguida, a programação trata de física pura, como mecânica quântica, relatividade e física de partículas, e termina com geofísica, astronomia e fenômenos naturais.

Segundo o coordenador do evento e professor do curso de Física, Victor Carreira, a retomada presencial reaproxima o curso da comunidade externa e das escolas de educação básica. Turmas do Instituto Federal do Acre visitaram a semana, e escolas da rede pública foram convidadas.

“A semana acadêmica é muito importante tanto para os nossos alunos quanto para a comunidade em geral de Rio Branco”, disse Carreira. “É uma oportunidade para jovens do ensino médio conhecerem a universidade e vivenciarem a ciência na prática.”

A cerimônia de encerramento ocorre nesta sexta-feira, 23, à tarde.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)

 



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