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Scholz e Macron atingidos pela crise se encontrarão em Paris – Europa ao vivo | Europa

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Jakub Krupa

Abertura matinal: Scholz viaja a Paris para reunião de Macron

Jakub Krupa

Bom dia, bom diae bom dia. É quarta-feira, 22 de janeiro de 2025.

Chanceler alemão Olaf Scholz está viajando para Paris esta manhã para se encontrar com o presidente francês Emanuel Macron no que outrora seria visto como o poder absoluto reunido no topo da política europeia.

Desta vez é diferente – a tal ponto que o semanário alemão Der Spiegel o chamou um encontro de dois patos mancos.

Enquanto Scholz luta para transmitir a sua mensagem e aparece nas sondagens antes das eleições parlamentares do próximo mês e Macron luta para lidar com uma crise política quase permanente a nível interno, as celebrações do 62º aniversário da Tratado do Eliseu provavelmente ficarão um pouco silenciados.

Ainda há muito o que falar: como lidar melhor com a pequena questão da Donald Trumpa guerra em Ucrâniae todos os tipos de perguntas sobre A posição e a competitividade da Europa num mundo em mudança dinâmica.

O que piora as coisas, porém, é que os dois não parecem se dar muito bem pessoalmente. E eles não estão sozinhos nisso.

Uma pesquisa representativa de 1.203 adultos franceses, publicado na semana passada, mostra que, pela primeira vez, uma pequena maioria dos franceses – 51% – na verdade não gosto muito da Alemanha, mesmo que pensem que as relações franco-alemãs são geralmente boas.

Dois terços dizem que não sabem Alemanha particularmente bem. Quando questionados sobre as suas principais associações com o país, apontam para a importância do trabalho, do poder económico do país e, erm, da disciplina orçamental, todos mencionados por mais de 80% dos entrevistados. Não é particularmente inspirador.

De uma forma particularmente pungente (e, francamente, bastante hilária, dada a Embaixada da Alemanha em França encomendou a resposta da pesquisa), os franceses disseram que está tudo bem que os alemães tenham um ótimo sistema educacional, uma economia forte e uma cultura inspiradora, observando a importância do canal franco-alemão Arte TV, mas é… a língua alemã que consideram uma responsabilidade especial (67%).

Politicamente, é possível ver o quanto mudou nos últimos anos: em 2020, 53% citaram a França e a Alemanha como a força líder conjunta para a integração europeia. Quatro anos depois, eram apenas 18%. Ai.

Um gráfico de uma nova pesquisa encomendada pela Embaixada da Alemanha em Paris.
Um gráfico de uma nova pesquisa encomendada pela Embaixada da Alemanha em Paris. Fotografia: Embaixada da Alemanha em Paris/Folheto

Mas alguns aceitaram os resultados com bons olhos. No seu boletim informativo matinal, o diário económico alemão Handelsblatt constatou que 40% dos franceses também associavam os alemães à arrogância.

“Vindo deles, certamente é um elogio?” ele brincou.

Bem-vindo à nossa cobertura ao vivo da política europeia. Isso é Jakub Krupa aqui.

Se você tiver algum comentário ou sugestão, envie-me um e-mail para jakub.krupa@theguardian.com. Também estou no Bluesky em @jakubkrupa.bsky.social e em X em @jakubkrupa.

Olaf Scholz aperta a mão de Emmanuel Macron antes de uma reunião em Berlim no ano passado.
Olaf Scholz aperta a mão de Emmanuel Macron antes de uma reunião no ano passado. Fotógrafa: Nadja Wohlleben/Reuters

Principais eventos

Atualização: últimas novidades sobre a Ucrânia; Comentários de Trump durante a noite

Para uma atualização rápida com as últimas novidades Ucrânia guerra, verifique nosso explicador abaixo.

Falando durante a noite, Donald Trump abordou esse assunto também, dizendo “parece provável” que os EUA imporiam sanções à Rússia caso esta se recusasse a participar nas negociações sobre a guerra na Ucrânia.

Mas depois ele também levantou a sua queixa de longa data sobre os aliados europeus não contribuírem financeiramente o suficiente.

Estamos conversando com Zelenskyestaremos conversando com Presidente Putin muito em breve, e veremos como tudo acontece. …

Uma coisa que sinto é que União Europeia deveriam estar pagando muito mais do que estão pagando.

Sob Bidenestávamos lá por mais 200 mil milhões de dólares. Agora, isso os afeta mais do que nos afeta. Temos um oceano no meio. Uma coisinha intermediária chamada oceano. A União Europeia deveria igualar. Estamos lá com mais 200 mil milhões de dólares do que a União Europeia.

O que somos nós, estúpidos? Acho que a resposta é sim. Eles devem pensar assim.

“Parece provável” que os EUA sancionem a Rússia se Putin não negociar sobre a Ucrânia: Trump – vídeo

Catch-up: Trump ameaça UE com tarifas

Estas novas preocupações da UE surgem na sequência de de Trump comenta durante a noite que ele atingiria a União Europeia com tarifas citando a necessidade de abordar os desequilíbrios comerciais e explicando a mudança no seu estilo único:

Eles nos tratam muito, muito mal. Então eles vão sofrer tarifas. É a única maneira de você voltar. É a única maneira de obter justiça.

Um dia antes, ele acusou o bloco de não importar produtos americanos suficientes, dizendo que iria “esclareça isso” impondo direitos ou apelando a mais compras de petróleo e gás.

Jeroen Lenaers estraga a diversão, verificando imediatamente o nome “Aquele-que-não-deve-ser-nomeado” Donald Trump na sua resposta à declaração de von der Leyen.

O vice-presidente holandês do Partido Popular Europeu de centro-direita, o maior grupo no parlamento que representa partidos de tendência conservadora, disse que a nova situação geopolítica sob Trump deveria servir como “outro alerta de que agora, mais do que nunca, devemos necessidade de garantir a nossa própria independência estratégica.”

Com a tomada de posse do Presidente Trump, entrámos também numa nova fase da geopolítica. Sim, os EUA continuam a ser um parceiro e aliado importante, mas é evidente que, sob a nova administração, A Europa também é um alvo.

‘Mudanças chegando na política global’, alerta von der Leyen da UE

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, fotografada falando numa conferência de imprensa no ano passado. Fotografia: Ronald Wittek/EPA

Presidente da Comissão Europeia Úrsula von der Leyen tem falado no Parlamento Europeu nos últimos minutos, com alguns novos comentários alertando sobre “a mudança que está por vir na política global”.

Faltam apenas três semanas para 2025, mas já existe um vislumbre de uma mudança que está chegando à política global. Entramos numa nova era de dura competição geoestratégica. …

As regras de engajamento estão mudando. Algumas pessoas na Europa poderão não gostar desta nova realidade, mas temos de lidar com ela. Nossos valores não mudam, mas para defendê-los algumas coisas devem mudar. E primeiro temos que trabalhar para fazer em casa.

Eu me pergunto em quem ela poderia estar pensando?

O presidente Donald Trump falando na Casa Branca ontem à noite. Fotografia: ABACA/REX/Shutterstock

O dia seguinte

Micheál Martin está prestes a tornar-se o próximo primeiro-ministro da Irlanda, quando o parlamento do país se reunir para nomear um novo taoiseach na quarta-feira. Fotografia: Gareth Chaney/PA
  • Emmanuel Macron e Olaf Scholz realizar uma conferência de imprensa em Paris (por volta da hora do almoço)

  • Presidente da Comissão Europeia Úrsula von der Leyen está agora a discursar no Parlamento Europeu, em Estrasburgo, e será seguido pelo primeiro-ministro polaco Donald Tusk (9h30 CET)

  • Primeiro-ministro espanhol Pedro Sanches discursa no Fórum Económico Mundial em Davos (15:45 CET)

  • Michael Martin deverá se tornar o novo primeiro-ministro da Irlanda

Muito mais está por vir, tenho certeza.

Abertura matinal: Scholz viaja a Paris para reunião de Macron

Jakub Krupa

Jakub Krupa

Bom dia, bom diae bom dia. É quarta-feira, 22 de janeiro de 2025.

Chanceler alemão Olaf Scholz está viajando para Paris esta manhã para se encontrar com o presidente francês Emanuel Macron no que outrora seria visto como o poder absoluto reunido no topo da política europeia.

Desta vez é diferente – a tal ponto que o semanário alemão Der Spiegel o chamou um encontro de dois patos mancos.

Enquanto Scholz luta para transmitir a sua mensagem e aparece nas sondagens antes das eleições parlamentares do próximo mês e Macron luta para lidar com uma crise política quase permanente a nível interno, as celebrações do 62º aniversário da Tratado do Eliseu provavelmente ficarão um pouco silenciados.

Ainda há muito o que falar: como lidar melhor com a pequena questão da Donald Trumpa guerra em Ucrâniae todos os tipos de perguntas sobre A posição e a competitividade da Europa num mundo em mudança dinâmica.

O que piora as coisas, porém, é que os dois não parecem se dar muito bem pessoalmente. E eles não estão sozinhos nisso.

Uma pesquisa representativa de 1.203 adultos franceses, publicado na semana passada, mostra que, pela primeira vez, uma pequena maioria dos franceses – 51% – na verdade não gosto muito da Alemanha, mesmo que pensem que as relações franco-alemãs são geralmente boas.

Dois terços dizem que não sabem Alemanha particularmente bem. Quando questionados sobre as suas principais associações com o país, apontam para a importância do trabalho, do poder económico do país e, erm, da disciplina orçamental, todos mencionados por mais de 80% dos entrevistados. Não é particularmente inspirador.

De uma forma particularmente pungente (e, francamente, bastante hilária, dada a Embaixada da Alemanha em França encomendou a resposta da pesquisa), os franceses disseram que está tudo bem que os alemães tenham um ótimo sistema educacional, uma economia forte e uma cultura inspiradora, observando a importância do canal franco-alemão Arte TV, mas é… a língua alemã que consideram uma responsabilidade especial (67%).

Politicamente, é possível ver o quanto mudou nos últimos anos: em 2020, 53% citaram a França e a Alemanha como a força líder conjunta para a integração europeia. Quatro anos depois, eram apenas 18%. Ai.

Um gráfico de uma nova pesquisa encomendada pela Embaixada da Alemanha em Paris. Fotografia: Embaixada da Alemanha em Paris/Folheto

Mas alguns aceitaram os resultados com bons olhos. No seu boletim informativo matinal, o diário económico alemão Handelsblatt constatou que 40% dos franceses também associavam os alemães à arrogância.

“Vindo deles, certamente é um elogio?” ele brincou.

Bem-vindo à nossa cobertura ao vivo da política europeia. Isso é Jakub Krupa aqui.

Se você tiver algum comentário ou sugestão, envie-me um e-mail para jakub.krupa@theguardian.com. Também estou no Bluesky em @jakubkrupa.bsky.social e em X em @jakubkrupa.

Olaf Scholz aperta a mão de Emmanuel Macron antes de uma reunião no ano passado. Fotógrafa: Nadja Wohlleben/Reuters



Leia Mais: The Guardian

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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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