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Segurança pública discute policiamento para Expoacre 2019

Redação do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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A estratégia para garantir a segurança da expoacre 2019 já foi montada. A feira de agronegócios começa no próximo sábado, dia 27 de julho, com a tradicional cavalgada.

Durante as noites de shows, serão 181 policiais militares dentro do parque e no seu entorno, nos outros dias serão 161, além de 14 viaturas, nove motocicletas e um trailer como base no local.

“Nós fazemos um esforço muito grande, os nossos policiais vendem as suas folgas. No âmbito do parque nós já empregaremos os alunos soldados que estão no período de estágio de forma que nós tenhamos um efetivo muito bom garantindo a segurança das pessoas”, disse o comandante da Polícia Militar, Coronel Ezequiel Bino.

O corpo de bombeiros vai manter uma viatura de combate a incêndio no parque. Diariamente, 25 militares vão acompanhar o funcionamento dos estabelecimentos para evitar ilegalidades e acidentes.

“Os bombeiros vão dar prioridade para a fiscalização, principalmente, em bares, restaurantes, parque de diversões e passar o devido atestado de regularidade conforme a legislação estadual. Os proprietários já estão cientes, o objetivo maior é dar segurança para as pessoas e eu tenho certeza que esse ano não vai acontecer nenhum acidente”, falou o comandante do Corpo de Bombeiros/AC, Coronel Carlos Batista.

A Polícia Civil vai implantar uma Delegacia de Flagrantes para auxiliar em possíveis ocorrências que ocorram durante a feira, além de delegado, 25 agentes estarão de plantão em todas as noites.

“Iremos atender todas as demandas ocorridas no interior do parque de exposições, crimes de menor potencial ofensivo, furtos ou roubos que porventura venham a ocorrer no interior do parque serão encaminhados a delegacia para realizar todos os procedimentos”, explicou o Diretor-geral interino de Polícia Civil, Marcus Cabral.

Uma das novidades esse ano é a instalação de câmeras de videomonitoramento em todo o parque, drones também vão auxiliar o trabalho das forças de segurança. Uma equipe no local vai acompanhar todas essas imagens e enviar essas informações para os policiais.

“Nós estamos levando uma plataforma de videomonitoramento também através de drones para o parque dando maior amplitude e apoiará, sem sombras de dúvidas, o efetivo da Polícia Militar empregado no policiamento ostensivo na praça”, concluiu o secretário de justiça e segurança pública, Paulo César.

AGAZETA.NET

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No AC, visitas são suspensas em presídio após descoberta de plano de fuga em massa; veja

G1AC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Foram apreendias teresas, que são cordas feitas de lençóis, e estoques dentro das celas do Chapão, no FOC em Rio Branco.

Foram apreendias teresas, que são cordas feitas de lençóis, e estoques dentro das celas do Chapão — Foto: Ascom/Iapen-AC

Foram apreendias teresas, que são cordas feitas de lençóis, e estoques dentro das celas do Chapão — Foto: Ascom/Iapen-AC.

As visitas familiares foram suspensas novamente na Unidade de Regime Fechado nº 01, conhecido como Chapão, do Complexo Prisional Francisco d’Oliveira Conde (FOC), em Rio Branco, após as equipes de segurança descobrirem um plano de fuga em massa.

A descoberta ocorreu nesta sexta-feira (14) durante revista nos pavilhões. Foram apreendidas teresas, que são cordas feitas de lençóis, estoques – armas artesanais – e celas danificadas nos pavilhões.

O Instituto de Administração Penitenciária do Acre (Iapen-AC) disse que os presos planejavam fugir no domingo (16), quando ocorre o retorno das visitas após quatro meses suspensas.

Na terça (11), o Iapen-AC publicou uma portaria que determina o retorno gradual das visitas a cada 15 dias nas unidades prisionais do estado. As visitas íntimas que eram feitas na semana, ainda não estão permitidas. A suspensão começou no mês de março devido à pandemia do novo coronavírus.

Porém, com a fuga frustrada nesta sexta, todos os presos do Chapão (pavilhões G, H, I, J, K e L) não vão receber visitas. A programação segue normalmente para os demais detentos.

O Iapen-AC destacou que a medida é para garantir a segurança dos parentes dentro da unidade.

Equipes acharam salas danificadas e um buraco no Chapão — Foto: Ascom/Iapen-AC

Equipes acharam salas danificadas e um buraco no Chapão — Foto: Ascom/Iapen-AC

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Servidor público do AC é investigado após postagens de ‘ódio’ contra pessoas transgêneras

G1AC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Servidor é lotado em secretaria que defende os direitos humanos e é acusado de ‘disseminar intolerância e discurso de ódio contra pessoas transgêneras’.

Servidor da Secretaria de Assistência Social dos Direitos Humanos e de Políticas para as Mulheres é investigado por postagens ofensivas  — Foto: Reprodução

Servidor da Secretaria de Assistência Social dos Direitos Humanos e de Políticas para as Mulheres é investigado por postagens ofensivas — Foto: Reprodução.

O pastor e servidor da Secretaria de Assistência Social dos Direitos Humanos e de Políticas para as Mulheres (SEASDHM) Nelson de Freitas Correia está sendo investigado por homofobia e transfobia.

O Ministério Público Federal enviou para a Promotoria Especializada em Direitos Humanos e à Promotoria Especializada na Proteção do Patrimônio Público do Ministério Público do Acre (MP-AC) denúncia contra o servidor público por ‘disseminar intolerância e discurso de ódio contra pessoas transgêneras’.

O governo do Acre afirmou, por meio de nota, que não compactua com nenhuma prática discriminatória. Além disso, destacou que o caso é investigado também internamente pela secretaria.

Publicação apagada

Ao G1, Nelson da Vitória, como é conhecido, disse que não foi notificado e nem sabia da decisão. Ao ouvir sobre o tipo de crime que teria praticado, ele disse que apagou uma postagem e que não ia mais falar sobre o caso.

“Você está me trazendo uma novidade, não sabia. Não tenho nada para falar, essa publicação da Natura [do Dia dos Pais com o ator Tammy Miranda] já foi comentado e apaguei. Vou aguardar a notificação e quando for vamos nos posicionar”, disse.

Representações

O MPF-AC destaca na documentação que, como representante de uma pasta que deve defender os direitos humanos, o servidor não pode adotar um discurso de ódio e de intolerância contra as pessoas transgêneras.

“O procurador ressalta também que racismo e discurso de ódio não são protegidos pela liberdade de expressão, conforme decidiu o Supremo Tribunal Federal, pois a liberdade de expressão não é absoluta e deve ser exercida de acordo com os limites da Constituição Federal”, destaca.

O órgão federal também pediu que o servidor público seja responsabilizado por danos morais coletivos e que seja instaurado um procedimento administrativo no setor.

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