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Seis pessoas morreram após uma suspeita de envenenamento em massa por metanol em uma cidade festiva para mochileiros. O que deu errado no Laos? | Laos
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2 anos atrásem
Adeshola Ore and Kate Lamb
Vang Vieng é um centro festivo improvável.
Rodeado por impressionantes montanhas calcárias e cavernas no centro Laospassou de uma pequena cidade agrícola a um centro partidário hedonista no início dos anos 2000. Atraídos por experiências de tubing embriagados, multidões de mochileiros de vinte e poucos anos consolidaram seu lugar na famosa trilha de mochileiros do sudeste asiático.
Uma viagem pela tapeçaria da região é uma espécie de rito de passagem para alguns jovens viajantes.
Mas as mortes de cinco jovens viajantes após uma suspeita de envenenamento em massa por metanol surgiram na cidade e repercutiram nas manchetes internacionais.
Embora uma onda de mortes de mochileiros tenha levado à repressão aos bares e à proibição temporária de tubing em 2012, Vang Vieng, a 90 minutos de carro da capital Vientiane, continua popular entre os turistas.
Na sexta-feira, a australiana Holly Bowles, de 19 anos, tornou-se a sexta pessoa a morrer da suspeita de consumo de bebidas misturadas com metanol. A notícia de sua morte chegou poucas horas depois da de A advogada britânica Simone White28. O melhor amigo de Bowles, Bianca Jones, 19morreu na quinta-feira no hospital de Udon Thani, na Tailândia, perto da fronteira norte com o Laos. As autoridades tailandesas confirmaram que o adolescente de Melbourne morreu devido a envenenamento por metanol.
Três outros turistas – dois cidadãos dinamarqueses, de 19 e 20 anos, e um americano – morreram no Laos após o envenenamento. Cerca de 11 cidadãos estrangeiros permanecem internados.
As autoridades do Laos detiveram na sexta-feira o gerente e proprietário do albergue para mochileiros Nana em Vang Vieng, mas nenhuma acusação foi feita.
Famílias em todo o mundo procuram agora desesperadamente respostas. Como algo assim poderia acontecer?
‘comecei a me sentir estranho‘
Há quase um ano, Claire*, uma viajante britânica de trinta e poucos anos, olhava para o céu do Laos, com vodca e cola na mão. Sua viagem de “tubulação embriagada” em dezembro passado começou conforme planejado.
Mas depois da primeira parada num bar improvisado à beira-rio, em Vang Vieng, a viagem deu errado.
“Comecei a me sentir estranho, de repente fiquei muito fraca e cansada, e comecei a perder e recuperar a consciência”, diz Claire.
Suas amigas testemunharam seus olhos revirando, e Claire se lembra deles mais tarde descrevendo isso como “aterrorizante”.
“Eu estava quase sempre consciente de tudo, mas não conseguia ver – sabia que estava sendo carregada, mas não conseguia fazer nada fisicamente”, diz ela.
“Lembro que estava tentando explicar que algo não estava certo – que eu não estava simplesmente bêbado.”
O incidente a levou ao hospital por dias. Ela ainda não sabe como isso aconteceu.
“Pode ter sido um aumento, pode ter sido uma forte intoxicação por álcool”, diz Claire.
“Fomos avisados sobre o consumo de bebidas espirituosas no Laos, pois havia histórias de que era uma bebida alcoólica ruim, mas as bebidas que tomamos até a primeira parada no rio (em um bar informal) foram compradas em um supermercado em Vang Vieng, e a única bebida que comprei estava em uma garrafa.”
Claire estava hospedada no Nana Backpacker Hostel – onde Jones e Bowles se hospedaram antes de adoecerem gravemente depois de uma noitada nas festas de Vang Vieng.
A dupla, de 19 anos e natural de Melbourne, estava em uma “fuga dos sonhos”, disse a família de Jones.
Uma selfie de Jones, postada este mês no Facebook, mostra-a descansando em um tubo à beira de um rio.
Na noite de 11 de novembro, Jones e Bowles foram a alguns bares em Vang Vieng, segundo um funcionário do albergue, que falou à mídia.
O gerente do albergue, Duong Duc Toan, disse que serviu doses gratuitas de vodca local a Jones e Bowles antes de saírem, mas nega veementemente que isso os tenha deixado doentes.
O que deveria ter sido uma noite despreocupada os deixou acamados por 24 horas. Depois de a dupla não ter conseguido fazer o check-out do alojamento conforme planeado, no dia 13 de novembro, procuraram a ajuda dos funcionários do albergue, que os transportaram para o hospital.
Em outra cama de hospital estava Simone White.
Advogado que trabalhou com o escritório de advocacia global Squire Patton Bogg, White era de Orpington, no sudeste de Londres, e estava entre os seis cidadãos britânicos que necessitaram de tratamento após o incidente em Vang Vieng.
Sua morte no Laos foi confirmada poucas horas depois da de Jones, que foi transportado para a vizinha Tailândia depois de adoecer na semana passada.
Antes de sua morte, a família de Jones disse esperar que as autoridades do Laos “descobrissem o que aconteceu o mais rápido possível”.
Na quinta-feira, o primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese, disse ao parlamento que a morte de Jones era “o pior medo de todos os pais”, enquanto a sua família disse que ela morreu “rodeada de amor” numa declaração ao jornal Herald Sun, de Melbourne.
Nick Heath, presidente do Beaumaris Football Club, onde Jones e Bowles jogaram futebol australiano, os descreve como “parte da geração Covid”.
“Eles terminaram os estudos e ambos trabalharam duro em seus empregos de meio período para conseguir algum dinheiro para realizar a viagem dos sonhos ao exterior”, disse ele à ABC na sexta-feira.
“Eles partiram cheios de entusiasmo pela vida e em busca de aventura.”
Na quinta-feira, as autoridades tailandesas disseram que Jones morreu de “inchaço cerebral devido aos altos níveis de metanol encontrados em seu sistema”.
Na sexta-feira, Bowles morreu cercado pela família em um hospital tailandês.
“É com o coração partido e estamos muito tristes em dizer que nossa linda menina Holly está agora em paz”, disse sua família em comunicado.
O albergue Nana não quis comentar o assunto com o Guardian, dizendo que estava trabalhando com a polícia para identificar onde o álcool venenoso foi consumido.
Apenas 30ml podem ser mortais
Ao anunciarem as mortes dos seus cidadãos esta semana, os governos dinamarquês e norte-americano não fizeram qualquer ligação ao metanol – embora o Ministério dos Negócios Estrangeiros da Nova Zelândia tenha afirmado que um dos seus cidadãos que adoeceu poderia ser vítima de envenenamento por metanol.
Mas à medida que as autoridades do Laos continuam a investigar os casos, os especialistas dizem que os sinais clínicos apontam para envenenamento por metanol.
“No momento em que há um grande número de pessoas bebendo e ficando doentes e os sintomas começam depois de um certo tempo, isso é metanol até prova em contrário”, disse o professor norueguês Knut Erik Hovda, que trabalha com Médicos Sem Fronteiras (MSF, ou Médicos Sem Fronteiras). Fronteiras) sobre o assunto.
As amostras foram enviadas para a Tailândia e verificadas, diz Hovda.
No sudeste da Ásia, fabricar bebidas alcoólicas contrabandeadas a partir de ingredientes como arroz e cana-de-açúcar é uma norma cultural. Às vezes, estes são misturados com metanol como uma alternativa mais barata ao etanol.
Embora o etanol, o principal componente das bebidas alcoólicas, possa ser consumido com segurança em pequenas quantidades, o metanol é tóxico para os seres humanos.
Apenas um gole – 30ml – pode ser mortal.
A ministra das Relações Exteriores da Austrália, Penny Wong, disse na quinta-feira que o aumento do consumo de álcool e o envenenamento por metanol eram “muito comuns” em muitas partes do mundo.
“Eu diria aos pais, aos jovens, por favor, conversem sobre os riscos, por favor, informem-se. Por favor, vamos trabalhar juntos para garantir que esta tragédia não aconteça novamente”, disse ela.
A Ásia tem a maior prevalência de envenenamento por metanol a nível mundial, com incidentes na Indonésia, Índia, Camboja, Vietname e Filipinas, segundo dados de MSF.
Se não for tratada, a intoxicação por metanol tem uma taxa de mortalidade entre 20% e 40%, mas se for corretamente diagnosticada e tratada a tempo, a taxa de sobrevivência é alta, segundo MSF.
“Depois que você reconhecer os sinais e sintomas clínicos e aplicar o tratamento adequado, você não terá nenhuma morbidade ou complicação”, diz a Dra. Chenery Ann Lim, que supervisiona o projeto de envenenamento por metanol de MSF.
Existem dois antídotos para o envenenamento por metanol: um é o etanol, que está prontamente disponível, enquanto o outro é o fomepizol.
É impossível saber se a sua bebida foi feita com álcool envenenado, o que significa que os viajantes, especialmente no Sudeste Asiático, têm de ter cuidado com o que consomem, diz o Dr. Dicky Budiman, especialista em saúde pública da Universidade Griffith, na Austrália.
“A mensagem clara para os jovens viajantes é que, se lhes for oferecido álcool ou bebidas locais ilegais ou contrabandeadas, é melhor evitá-los”, diz ele.
Mas Hovda diz que os números do Laos são apenas a “ponta do iceberg”, com histórias de horror turísticas representando apenas uma fração dos casos.
Em 2018, por exemplo, mais de 80 pessoas morreram por beber bebidas alcoólicas contrabandeadas na Indonésia, enquanto mais de 100 outras pessoas foram hospitalizadas.
“Muitas vezes isto afecta os mais pobres entre os pobres, com os quais ninguém se importa”, diz Hovda.
De acordo com Chenery, “a maioria dos casos que observamos são realmente os chefes da família, os homens, os chefes de família”.
*O nome foi alterado
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Ufac retoma Semana Acadêmica de Física após 6 anos, com planetário — Universidade Federal do Acre
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21 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) realiza até esta sexta-feira, 23, a 3ª Semana Acadêmica de Física, no prédio do curso, no campus-sede, em Rio Branco. Iniciado nessa segunda-feira, 19, o evento retoma as atividades presenciais da semana acadêmica após seis anos de interrupção, causada pela pandemia de covid-19 e pela reorganização do calendário universitário.
A programação tem atrações abertas ao público, como oficinas de astronomia, observação do Sol com telescópio e um planetário móvel, instalado no segundo andar do prédio de Física. Há ainda palestras, apresentações de pesquisas de estudantes e minicursos práticos de elaboração de material didático, física experimental, criação de mapas, processamento de dados e sismologia.
Organizada em três eixos temáticos, a semana é voltada aos estudantes da licenciatura e do bacharelado em Física e do curso de Física Aplicada às Ciências da Terra. Os primeiros dias tiveram debates e palestras sobre o ensino de física e a formação docente. Em seguida, a programação trata de física pura, como mecânica quântica, relatividade e física de partículas, e termina com geofísica, astronomia e fenômenos naturais.
Segundo o coordenador do evento e professor do curso de Física, Victor Carreira, a retomada presencial reaproxima o curso da comunidade externa e das escolas de educação básica. Turmas do Instituto Federal do Acre visitaram a semana, e escolas da rede pública foram convidadas.

“A semana acadêmica é muito importante tanto para os nossos alunos quanto para a comunidade em geral de Rio Branco”, disse Carreira. “É uma oportunidade para jovens do ensino médio conhecerem a universidade e vivenciarem a ciência na prática.”
A cerimônia de encerramento ocorre nesta sexta-feira, 23, à tarde.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Pavic-Lab da Ufac apresenta seis trabalhos em congresso internacional de computação — Universidade Federal do Acre
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20 de outubro de 2026Pesquisadores do projeto Pavic-Lab, da Universidade Federal do Acre (Ufac), apresentaram seis trabalhos científicos durante a Conference on Graphics, Patterns and Images (SIBGRAPI 2026), congresso internacional de referência nas áreas de computação gráfica, processamento de imagens e visão computacional, realizado de 29 de setembro a 2 de outubro, em Goiânia (GO). As pesquisas foram desenvolvidas no projeto de pesquisa e desenvolvimento (P&D) Pesquisas Aplicadas em Visão e Inteligência Computacional (Pavic-Lab), uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Ufac, Motorola, Flextronics e Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape).
Segundo a professora do Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas (CCET), Ana Beatriz Alvarez Mamani, a participação no congresso contribui para divulgar a produção científica desenvolvida no Acre e ampliar o intercâmbio com outras instituições. Ela destacou que a presença da Ufac em eventos científicos também ajuda a reduzir as desigualdades regionais na ciência brasileira, além de possibilitar novas parcerias e o aperfeiçoamento das pesquisas.
A equipe foi composta pela professora Ana Beatriz Alvarez Mamani, pelo pesquisador Quefren Leher, pelos mestrandos do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação (PPGCC) Clécio Silva, Lucas Carvalho, Gustavo Ferreti, Julio Martins e Ian Teixeira, além do graduando em Sistemas de Informação Kauã Galvão de Macedo.
Dos seis trabalhos apresentados, um integrou uma sessão especial do congresso e já foi publicado na revista científica Computers & Graphics. Outros três foram apresentados na programação principal, com previsão de publicação nos anais do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE) e na biblioteca digital da Sociedade Brasileira de Computação (SBC). Os dois trabalhos restantes foram apresentados em workshops, também com previsão de publicação na biblioteca digital da SBC.
As pesquisas estão divididas em duas áreas principais: reconstrução tridimensional e processamento de imagens. Na primeira, Clécio Silva apresentou um método computacional para criar representações digitais mais detalhadas de ambientes internos a partir de imagens. A tecnologia pode ser aplicada em jogos, realidade virtual e aumentada, simulações e projetos da construção civil.
Na área de processamento de imagens, Lucas Carvalho apresentou uma pesquisa para reconstruir imagens de alta faixa dinâmica (HDR) a partir de uma única imagem convencional, buscando recuperar detalhes em regiões claras e escuras. Gustavo Ferreti desenvolveu uma rede neural para combinar imagens com diferentes níveis de exposição e melhorar a qualidade visual dos resultados.

Julio Martins apresentou uma metodologia para reduzir o custo computacional da reconstrução de imagens HDR, preservando a qualidade das imagens produzidas. Ian Teixeira investigou o uso de mecanismos de atenção em modelos de inteligência artificial para recuperar informações em imagens de baixa qualidade. Já Kauã Galvão de Macedo apresentou uma abordagem que combina redes neurais e técnicas de processamento de sinais para melhorar imagens capturadas em ambientes com pouca iluminação.

Os métodos desenvolvidos apresentam potencial de aplicação em sistemas embarcados com recursos computacionais limitados, como dispositivos eletrônicos que integram processamento de imagens, permitindo aprimorar a qualidade visual com menor demanda de processamento.
Para o graduando Kauã Galvão de Macedo, a participação no congresso proporcionou a oportunidade de apresentar os resultados de sua pesquisa e conhecer novas abordagens científicas. “Foi uma ótima experiência, tanto pela oportunidade de apresentar minhas pesquisas desenvolvidas na Ufac quanto pela troca de conhecimentos com pesquisadores de outras instituições”, afirmou.
Segundo Kauã, as discussões realizadas durante o evento possibilitaram o contato com técnicas que poderão contribuir para suas pesquisas e para os projetos desenvolvidos pelo Pavic-Lab, além de abrir oportunidades de colaboração científica.
O mestrando em Ciência da Computação Gustavo de Souza Ferreti também destacou a importância da experiência para sua formação acadêmica. “Tive a oportunidade gratificante de conhecer professores e pesquisadores com ampla trajetória no nosso campo, além de ouvir sobre suas vivências e receber orientações valiosas para aprimorar meu trabalho”, disse.

O Pavic-Lab desenvolve atividades de pesquisa voltadas ao processamento de imagens, ao aprimoramento da qualidade visual e à reconstrução tridimensional de ambientes e objetos. Após a participação no congresso, a equipe dará continuidade às pesquisas científicas, com novos experimentos e avaliações para aperfeiçoar os métodos, reduzir custos computacionais e ampliar as possibilidades de aplicação prática dos resultados.
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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre
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19 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) iniciou, na manhã desta segunda-feira, 19, a 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus. A solenidade de abertura ocorreu no auditório do e-Amazônia, no campus-sede, em Rio Branco, e reuniu professores, estudantes, participantes externos e palestrantes locais, nacionais e internacionais.
A vice-reitora da Ufac, Almecina Balbino, destacou que o evento busca fortalecer a produção científica regional e estreitar os laços interinstitucionais. Segundo ela, a conferência favorece a criação de uma rede de conexão entre os programas de pós-graduação e viabiliza a internacionalização por meio da cooperação Sul-Sul, permitindo que pesquisadores externos contribuam diretamente para os estudos sobre o território amazônico.
O pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro, ressaltou o papel da extensão universitária na articulação do conhecimento científico com a comunidade. “Não existe integração entre ensino, pesquisa e extensão se a gente tirar as pesquisas da prateleira sem estarmos envolvidos com ações de extensão, que fazem a intermediação entre o conhecimento da universidade e a sociedade”, declarou. Ele também destacou que a rede de contatos estabelecida entre as diferentes áreas fortalece a qualidade acadêmica da instituição.
O coordenador do evento, professor Flávio Roberto Chaves da Silva, expressou satisfação com o início da conferência e destacou a dimensão coletiva da iniciativa. “É com muita alegria, satisfação e gratidão que damos início a este projeto que nasceu do desejo de fortalecer a ciência, a cooperação e a internacionalização da pesquisa na Amazônia. Celebramos a coragem de começar, a força do trabalho coletivo e a realização de um sonho. Que esta seja a primeira de muitas edições, promovendo o conhecimento e contribuindo para o desenvolvimento sustentável da nossa região”, afirmou o docente, agradecendo a parceria dos palestrantes, da comissão organizadora e dos apoiadores.

Durante a abertura, a mesa de debates destacou a importância do encontro para a região. O professor e pesquisador Lin Shau Ming, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), um dos palestrantes do dia, ressaltou que os estudos sobre plantas medicinais e agrobiodiversidade contribuem para o bem-estar das comunidades tradicionais. Segundo ele, o tema está alinhado à proposta central do evento de promover a integração de diferentes saberes e áreas do conhecimento na universidade.
A coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal na Amazônia Ocidental, Cíntia Daudt, destacou o compromisso social da universidade com a produção de conhecimento e o desenvolvimento regional. “É um evento bem importante para a nossa região e para a nossa universidade. Estamos aqui cumprindo o nosso ato de educação. Como dizia Paulo Freire, ‘educar é um ato político’. Nós estamos cumprindo a nossa parte, unindo ensino, pesquisa e extensão em um único evento”, afirmou.
A cerimônia de abertura contou ainda com a participação do pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti; dos coordenadores Fernando da Silva Souza, de Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Felipe Souza, de Ciência Florestal; Regina Lúcia Ferreira, de Produção Vegetal; e da vice-coordenadora Danúsia Rocha, de Saúde Coletiva.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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