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Seleção feminina de rugby inicia circuito mundial com nono lugar
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1 ano atrásem
Lincoln Chaves – Repórter da EBC
A temporada 2024/2025 da World Series, que é o circuito mundial de rugby sevens (versão da modalidade praticada por sete atletas de cada lado), começou para a seleção feminina do Brasil. Neste domingo (1º), as Yaras, como são conhecidas as brasileiras, finalizaram em nono lugar a primeira etapa do evento, realizada em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.
A competição teve início no sábado (30). O Brasil ficou na quarta e última colocação do Grupo C, após derrotas para a campeã olímpica Nova Zelândia (5 a 33) e para o Canadá (12 a 38), prata nos Jogos de Paris, na França. No último jogo do dia, as Yaras bateram o Japão por 17 a 14. Foi o primeiro triunfo sob comando da neozelandesa Crystal Kaua, nova técnica da equipe.
Cada vitória valeu três pontos na classificação do grupo, enquanto os times derrotados por, no máximo, sete pontos, somavam um ponto extra. Na chave do Brasil, apenas a Nova Zelândia ganhou todas as partidas, mas o Japão, pelo pontinho somado contra as Yaras (perdeu por três pontos), ficou na segunda posição, passando para as quartas de final, assim como Canadá, que passou em terceiro por ter um saldo de pontos melhor que o brasileiro (ambas as seleções ficaram com três pontos).
No rugby sevens, as partidas têm dois tempos de sete minutos. Quando a atleta cruza a linha final do campo com a bola e a coloca no chão, fazendo o chamado try, a equipe soma cinco pontos. Há, ainda, outras maneiras de pontuar, como na conversão, que é um chute ao gol (que tem o formato da letra H) realizado após o try, valendo dois pontos.
Com a eliminação na primeira fase, restou às Yaras brigar neste domingo pelo nono lugar geral. As brasileiras, então, não decepcionaram. Na semifinal do novo chaveamento, derrotaram a Espanha por 29 a 15, com tries de Thalia Costa (duas vezes), Marina Fioravanti, Isadora Lopes e Raquel Kochhann. No jogo seguinte, outro triunfo, desta vez por 24 a 17 sobre a China. Destaque novamente para Thalia, responsável por três tries. A capitã Bianca Silva também marcou um try, enquanto Mariana Nicolau pontuou nos chutes de conversão.
O circuito mundial reúne as 12 melhores seleções do mundo. Ao final das etapas, a equipe pior colocada é substituída pela mais bem posicionada de uma espécie de segunda divisão. O Brasil frequenta a elite, de forma ininterrupta, desde a temporada 2019/2020.
A próxima etapa do circuito 2024/25 está marcada para os dias 7 e 8 de dezembro, na Cidade do Cabo, na África do Sul. As demais serão realizadas em Perth, na Austrália; Vancouver, no Canadá; Hong Kong, Cingapura e Los Angeles, nos Estados Unidos. Em setembro do ano que vem, as Yaras ainda participam do Campeonato Mundial da modalidade, na Inglaterra.
Seleção feminina de rugby inicia circuito mundial com nono lugar. Foto: World Rugby/Divulgação
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Nota da Andifes sobre os cortes no orçamento aprovado pelo Congresso Nacional para as Universidades Federais — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
23 de dezembro de 2025Notícias
publicado:
23/12/2025 07h31,
última modificação:
23/12/2025 07h32
Confira a nota na integra no link: Nota Andifes
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Ufac entrega equipamentos ao Centro de Referência Paralímpico — Universidade Federal do Acre
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2 semanas atrásem
18 de dezembro de 2025A Ufac, a Associação Paradesportiva Acreana (APA) e a Secretaria Extraordinária de Esporte e Lazer realizaram, nessa quarta-feira, 17, a entrega dos equipamentos de halterofilismo e musculação no Centro de Referência Paralímpico, localizado no bloco de Educação Física, campus-sede. A iniciativa fortalece as ações voltadas ao esporte paraolímpico e amplia as condições de treinamento e preparação dos atletas atendidos pelo centro, contribuindo para o desenvolvimento esportivo e a inclusão de pessoas com deficiência.
Os equipamentos foram adquiridos por meio de emenda parlamentar do deputado estadual Eduardo Ribeiro (PSD), em parceria com o Comitê Paralímpico Brasileiro, com o objetivo de fortalecer a preparação esportiva e garantir melhores condições de treino aos atletas do Centro de Referência Paralímpico da Ufac.
Durante a solenidade, a reitora da Ufac, Guida Aquino, destacou a importância da atuação conjunta entre as instituições. “Sozinho não fazemos nada, mas juntos somos mais fortes. É por isso que esse centro está dando certo.”
A presidente da APA, Rakel Thompson Abud, relembrou a trajetória de construção do projeto. “Estamos dentro da Ufac realizando esse trabalho há muitos anos e hoje vemos esse resultado, que é o Centro de Referência Paralímpico.”
O coordenador do centro e do curso de Educação Física, Jader Bezerra, ressaltou o compromisso das instituições envolvidas. “Este momento é de agradecimento. Tudo o que fizemos é em prol dessa comunidade. Agradeço a todas as instituições envolvidas e reforço que estaremos sempre aqui para receber os atletas com a melhor estrutura possível.”

O atleta paralímpico Mazinho Silva, representando os demais atletas, agradeceu o apoio recebido. “Hoje é um momento de gratidão a todos os envolvidos. Precisamos avançar cada vez mais e somos muito gratos por tudo o que está sendo feito.”
A vice-governadora do Estado do Acre, Mailza Assis da Silva, também destacou o trabalho desenvolvido no centro e o talento dos atletas. “Estou reconhecendo o excelente trabalho de toda a equipe, mas, acima de tudo, o talento de cada um de nossos atletas.”
Já o assessor do deputado estadual Eduardo Ribeiro, Jeferson Barroso, enfatizou a finalidade social da emenda. “O deputado Eduardo fica muito feliz em ver que o recurso está sendo bem gerenciado, garantindo direitos, igualdade e representatividade.”
Também compuseram o dispositivo de honra a pró-reitora de Inovação, Almecina Balbino, e um dos coordenadores do Centro de Referência Paralímpico, Antônio Clodoaldo Melo de Castro.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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Orquestra de Câmara da Ufac apresenta-se no campus-sede — Universidade Federal do Acre
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2 semanas atrásem
18 de dezembro de 2025A Orquestra de Câmara da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 17, uma apresentação musical no auditório do E-Amazônia, no campus-sede. Sob a coordenação e regência do professor Romualdo Medeiros, o concerto integrou a programação cultural da instituição e evidenciou a importância da música instrumental na formação artística, cultural e acadêmica da comunidade universitária.
A reitora Guida Aquino ressaltou a relevância da iniciativa. “Fico encantada. A cultura e a arte são fundamentais para a nossa universidade.” Durante o evento, o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes, destacou o papel social da arte. “Sem arte, sem cultura e sem música, a sociedade sofre mais. A arte, a cultura e a música são direitos humanos.”
Também compôs o dispositivo de honra a professora Lya Januária Vasconcelos.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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