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‘Sem intenção de parar’: conheça o mecânico da F1 pronto para a 600ª corrida seguida | Aston Martin
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2 anos atrásem
Giles Richards in Las Vegas
Co que quer que aconteça no Grande Prêmio de Las Vegas neste fim de semana, Aston Martin estará comemorando uma conquista notável. É uma viva Las Vegas para Andy Stevenson, diretor esportivo da Aston, que marcará seu 600º Grande Prêmio aqui, um feito de longevidade ainda mais impressionante pelo fato de ele não ter perdido uma única corrida desde que se juntou à equipe ainda jovem, em 1987. .
Sua ambição de infância de trabalhar na F1 era tamanha que ele se comprometeu por escrito. “Minha mãe encontrou recentemente a papelada da minha primeira visita ao escritório de carreiras que dizia que eu queria trabalhar com carros velozes e viajar pelo mundo”, diz ele com um sorriso.
“Sempre me interessei por tudo que fosse mecânico e os carros de F1 são as melhores máquinas do planeta. Adoro competir e adoro viajar, então parecia o trabalho perfeito para mim.”
Stevenson, que deixou a escola aos 17 anos e imediatamente começou a aprender suas habilidades como mecânico em uma equipe de corrida, é um personagem pessoal, sua mente perspicaz aliada a um humor caloroso e autodepreciativo. Foi o emprego dos sonhos para ele ao contemplar as 599 corridas que o levaram até aqui, sob o brilho neon de um dos maiores eventos da F1.
Ele não é o mesmo time, embora agora sob o nome Aston Martin, que começou com origens humildes e onde Stevenson teve que se esforçar muito para provar seu valor. Depois de trabalhar para a equipe de Fórmula 3000 do pai de um amigo, Stevenson foi trabalhar na equipe de F3 de Eddie Jordan, então rodando em alta em 1987, com Johnny Herbert conquistando o título britânico.
“Durante a entrevista, que achei que estava indo muito bem, Eddie Jordan apareceu e disse: ‘Não contrate esse cara, ele parece um idiota’”, diz Stevenson, rindo. Ele conseguiu o emprego, mas Jordan continuou a antagonizá-lo, testando a determinação do jovem.
“Não sei por que você está aqui, vou demiti-lo, você partirá em três semanas”, foi a saudação de Jordan durante seus primeiros dias, mas Stevenson usou isso como motivação e resistiu. “Vou provar que esse cara está errado, pensei, e desde então disse a ele muitas vezes: ainda estou aqui, Eddie”, diz Stevenson.
Naquele momento, a equipe de Jordan era composta por 12 pessoas em suas pequenas instalações em Silverstone. Quando o irlandês voltou sua atenção para a F1, em 1989, Stevenson mal podia esperar para entrar na aventura. Quando eles estavam prontos para a temporada de 1991, eles haviam se expandido para “alturas vertiginosas” de impressionantes 50 funcionários, mas para os padrões da F1 da época ainda eram uma equipe privada corajosa e ambiciosa.
Em sua primeira corrida, o GP dos EUA em Phoenix, eles tinham uma equipe de 18 pessoas para pilotar dois carros e estavam aprendendo em movimento. “O fim de semana passou num piscar de olhos”, diz Stevenson. “Nunca havíamos praticado um pit stop ao vivo até a corrida e não me lembro de ter sido particularmente rápido.”
A forma como ele e eles se adaptaram diz muito sobre o motivo pelo qual a equipe, que conquistou sua primeira vitória com Damon Hill ao volante em Spa em 1998, tem desfrutado de uma história tão rica e há muito tempo superada. “Aprendemos rapidamente”, diz Stevenson.
“Todos lá eram pilotos puros. Estávamos lá porque queríamos estar na F1 e ser competitivos. São as pessoas que sempre atraímos, que querem correr e querem competir, a atitude que ainda incutimos em todos. Não importa em que situação nos encontremos, simplesmente continuamos pressionando.”
após a promoção do boletim informativo
O caminho desde esses primeiros passos foi longo e cheio de drama. Desde que Jordan foi vendido em 2005, reconhecendo que não poderia mais atender às demandas financeiras exigidas por uma F1 cada vez mais avançada, sua equipe de corrida evoluiu para Midland, Spyker, Force India, Racing Point e agora Aston Martin, ocasionalmente chegando perto da dissolução ao longo do ano. caminho.
Hoje, porém, eles estão em uma base mais sólida do que nunca. Na Aston Martin, o bicampeão mundial Fernando Alonso e Lance Stroll são apoiados por 900 pessoas em um complexo de última geração em Silverstone, tendo assinado o ex-designer da Red Bull Adrian Newey para 2025, tudo possibilitado pela generosidade de seu proprietário bilionário, Lawrence Stroll.
Stevenson, que está convencido de que o objetivo da equipe de vencer campeonatos mundiais está ao seu alcance, tem progredido. Em 2004, ele era gerente de equipe e desde 2008 é diretor esportivo, acompanhando a evolução do esporte nos últimos 33 anos.
“A competição melhorou, a qualidade das equipes melhorou enormemente, todo o esporte está muito mais profissional do que costumava ser”, afirma. “Não pensei que pudesse ficar mais popular do que era nos anos 90, mas o tamanho do público e a atmosfera na pista são fenomenais agora.”
Então, o que vem a seguir, depois de uma bebida tranquila em Las Vegas? “Outros 600? Talvez eu consiga chegar a mil, mas não vou contar”, diz. “Eu só quero continuar fazendo isso enquanto eles me aceitarem. Não tenho intenção de parar. Contanto que eu acorde todas as manhãs amando o esporte e a equipe de corrida em que trabalho, não há motivo para parar.
“Eddie Jordan costumava dizer que eu só ainda estava lá porque: ‘Ninguém mais me aceitaria’. Recebi ofertas de outras equipes, mas nunca consegui assiná-las porque isso é pessoal.”
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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4 dias atrásem
8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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