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Sem tratamento, 82% do esgoto no Acre é jogado na natureza, aponta estudo

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Coleta de esgoto no estado é de apenas 10%. Estudo também mostra as consequências que são transmissões de doenças como amebíase e leptospirose.

Um estudo do Trata Brasil, divulgado em fevereiro deste ano, mostra que apenas 18% do esgoto no estado do Acre passa por tratamento. Isso significa que os outros 82% são lançados diretamente na natureza.

O estudo é feito com base nos dados mais recentes do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) e se referem ao ano de 2016, analisando as 100 maiores cidades do país.

Ainda conforme os dados do estudo, que reúne as informações com base em dados das empresas que fornecem, a coleta de esgoto no estado é de apenas 10%.

Além disso, o relatório aborda ainda a rede de coleta de água (49,9%) e perdas de água (60,1%) no estado.

As principais consequências da falta de tratamento são as doenças. No caso do estado, os maiores registros são de amebíase com 3,5 casos por cada 100 mil habitantes e leptospirose, 4,6 casos a cada 100 mil habitantes.

Os piores estados, de acordo com o estudo, estão na região Norte. Em Rondônia, a coleta é 4% e o tratamento 8%; Pará, coleta 6% e tratamento 6%; Maranhão, coleta 11% e tratamento 9%; Piauí, coleta 10% e tratamento 11%; Amazonas, coleta 9% e tratamento 43%.

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