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Senado dos EUA rejeita esforço para reter armas a Israel em meio à guerra em Gaza | Notícias do conflito Israel-Palestina
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Washington, DC – O Senado dos Estados Unidos rejeitou um projeto de lei que visava bloquear a venda de armas dos EUA a Israel em meio à crise do país. guerra em Gazaum resultado que os defensores dos direitos dizem que não prejudica o esforço crescente para condicionar a ajuda ao principal aliado de Washington.
Uma resolução para interromper a venda de cartuchos de tanques não conseguiu avançar por 79 votos a 18 na quarta-feira, com progressistas proeminentes e senadores democratas tradicionais apoiando o esforço.
Mais duas resoluções para impedir a venda de outras armas ainda serão votadas, mas os resultados deverão ser semelhantes.
A proposta fazia parte de uma série de medidas conhecidas como Resoluções Conjuntas de Desaprovação (JRDs) que o senador Bernie Sanders apresentou em Setembro para rejeitar a venda de armas ofensivas a Israel como parte de um acordo de 20 mil milhões de dólares aprovado pela administração do Presidente Joe Biden.
Foi a primeira vez que uma venda de armas a Israel foi sujeita a uma votação dessas.
Embora o apoio ao impulso possa parecer mínimo, ele representa uma ruptura no consenso bipartidário sobre ajuda incondicional dos EUA para Israel.
Beth Miller, diretora política do grupo de defesa Jewish Voice for Peace, com sede nos EUA, disse que a votação é um “ponto de inflexão” no esforço de décadas para restringir a assistência militar de Washington a Israel.
“Isso é um pouco tarde demais; este genocídio já dura 13 meses, mas isso não muda o fato de que este é um passo extremamente importante”, disse Miller à Al Jazeera.
Suporte principal
Além de Sanders, os senadores Peter Welch, Jeff Merkley, Chris Van Hollen, Tim Kaine e Brian Schatz apoiaram a resolução para bloquear munições ofensivas a Israel.
Embora Sanders seja um independente progressista que faz convenção com os democratas, alguns dos legisladores que apoiaram o esforço vêm da ala dominante do partido.
Kaine era o líder do Partido Democrata vice-presidente indicada nas eleições de 2016 que a ex-secretária de Estado Hillary Clinton perdeu para o novo presidente republicano Donald Trump.
Numa declaração anunciando o seu voto na quarta-feira, Kaine apelou ao trabalho para “a desescalada e uma paz sustentável” na região.
“As transferências contínuas de armas ofensivas irão piorar a crise atual e adicionar mais lenha ao fogo da instabilidade regional”, disse o senador.
“Portanto, embora tenha votado a favor do pacote de ajuda à defesa de 14 mil milhões de dólares para Israel em Abril e continue a apoiar a transferência de armas defensivas, votarei a favor da transferência de morteiros, cartuchos de tanques e Munições Conjuntas de Ataque Directo (JDAMs) para Israel. .”
O apoio contínuo dos EUA a Israel tem sido vital para o financiamento da guerra em Gaza e no Líbano.
Um estudo recente da Universidade Brown descobriu que a administração Biden gastou 17,9 mil milhões de dólares em assistência de segurança a Israel durante o ano passado, apesar dos avisos de especialistas das Nações Unidas de que o aliado dos EUA está cometendo genocídio em Gaza.
Essa assistência persistiu apesar das crescentes atrocidades cometidas por Israel, incluindo a destruição generalizada no Líbano, abuso sexual de prisioneiros palestinos e o cerco sufocante em Gaza que tem deixado o território faminto.
Intervenção da Casa Branca
Embora os republicanos estivessem unidos na oposição às medidas, HuffPost relataram que a administração Biden pressionou os senadores democratas para votarem contra eles.
Shelley Greenspan, representante da Casa Branca junto à comunidade judaica americana, pareceu confirmar esse relatório.
Greenspan, um antigo funcionário do Comité Americano-Israelense de Assuntos Públicos (AIPAC), partilhou – com um emoji de aprovação – uma publicação nas redes sociais dizendo que o pato manco Biden continua a apoiar firmemente Israel, inclusive fazendo lobby contra as resoluções de Sanders.
A Casa Branca não respondeu ao pedido de comentários da Al Jazeera.
– Shelley Greenspan (@ShelleyGspan) 20 de novembro de 2024
O Conselho de Relações Americano-Islâmicas (CAIR) denunciou os esforços de lobby da Casa Branca.
“Condenamos veementemente a campanha desonesta da Casa Branca para pressionar os democratas do Senado a evitar até mesmo uma votação simbólica contra a entrega de mais armas financiadas pelos contribuintes americanos ao governo descontrolado de Netanyahu”, afirmou o grupo num comunicado.
“A política externa da administração Biden no Médio Oriente tem sido um fracasso desastroso.”
O CAIR é um dos dezenas de grupos de defesa e direitos que apoiaram a resolução.
Em um discurso no plenário do Senado antes da votação, Sanders citou esse apoio antes da votação.
Ele disse que as resoluções são “simples, diretas e não complicadas”. Ele argumentou que as medidas visam aplicar as leis dos EUA que proíbem a assistência militar a países que bloqueiam a ajuda humanitária e cometem abusos.
“Muitas pessoas vêm ao plenário para falar sobre direitos humanos e o que está acontecendo ao redor do mundo, mas o que eu quero dizer a todas essas pessoas: ninguém vai levar a sério nada do que você diz”, disse Sanders. .
“Não se pode condenar (as violações) dos direitos humanos em todo o mundo e depois fechar os olhos ao que o governo dos Estados Unidos está agora a financiar em Israel. As pessoas vão rir da sua cara. Eles lhe dirão: ‘Você está preocupado com a China; você está preocupado com a Rússia; você está preocupado com o Irã. Bem, por que você está financiando o fome de crianças em Gaza agora?”
‘Obrigação moral’
O senador Jacky Rosen, um democrata firmemente pró-Israel, manifestou-se contra as resoluções, argumentando que as restrições à ajuda a Israel dariam poder ao Irão e aos seus aliados na região.
“Israel tem o direito absoluto de se defender e a ajuda fornecida pela América é crítica”, disse Rosen.
Se a resolução tivesse sido aprovada, também teria de ser aprovada na Câmara dos Representantes antes de chegar à mesa do presidente, e Biden provavelmente as teria bloqueado.
Um veto presidencial pode ser derrubado com uma maioria de dois terços na Câmara e no Senado.
Vários democratas na Câmara dos Representantes manifestaram apoio aos JRDs.
Pramila Jayapal, presidente do Congressional Progressive Caucus, e oito outros legisladores afirmaram numa declaração conjunta: “O regresso do presidente eleito Trump à Casa Branca apenas encorajará Netanyahu e os seus ministros de extrema direita. Um voto a favor das resoluções conjuntas de desaprovação é um voto para restringir politicamente o governo de Netanyahu de quaisquer esforços futuros para anexar formalmente a Cisjordânia e colonizar partes de Gaza.”
Miller, da Voz Judaica pela Paz, disse que os legisladores tinham obrigações éticas, legais e políticas de votar a favor da resolução.
“Há uma obrigação moral para eles pararem armando um genocídio. Existe uma obrigação legal de seguir a lei dos EUA e parar de enviar armas a um governo que utiliza o nosso equipamento em violação da nossa própria lei. E há uma obrigação política de fazerem o que os seus eleitores lhes dizem para fazer”, disse ela.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre
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1 de outubro de 2026O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.
A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.
A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.
“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”
Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”
Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.
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