NOSSAS REDES

ACRE

Seop realiza adequações na entrada da Escola Clínio Brandão para garantir acessibilidade aos alunos com deficiência

PUBLICADO

em

Felipe Hid

O governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Obras Públicas (Seop), conclui nesta sexta-feira, 28, a execução dos serviços de revitalização e adequação no acesso à Escola Estadual de Ensino Fundamental I-II Clínio Brandão, localizada na Rodovia BR – 364, no bairro Floresta Sul, em Rio Branco.

Serviços de adequação melhoram acessibilidade à escola para professores e estudantes. Foto: Kalyel Vieira/Seop

De acordo com a fiscal da pasta de Obras Públicas, Camilla Paiva, as melhorias estruturais alcançaram a fachada e a entrada da escola, bem como o calçamento da Rua José Bonifácio da Silva, visando assegurar acessibilidade a todos os estudantes e funcionários da instituição.

“As calçadas na frente da escola apresentavam problemas de afundamento, trincas, fissuras e empoçamento de água próximo ao muro de arrimo já existente. Foi necessária a demolição total dos pisos que apresentavam esses problemas e o posterior refazimento dessas calçadas, com a correção dos problemas citados, garantindo a segurança e melhorando a acessibilidade nesses locais”, explica a engenheira civil.

Engenheira Camilla Paiva fiscaliza conclusão dos serviços. Foto: Kalyel Vieira/Seop

A engenheira informou também que foram realizados “os serviços de execução de piso tátil na rampa de acesso e na escada já existentes, bem como a execução de guia de balizamento da rampa, de forma a atender as normas técnicas de acessibilidade”.

Para John Lima, pai do estudante José Lima, a conclusão do serviço é benéfica para todos. “Com estacionamento, calçada e rampa adequados facilita a vida dos pais e dos alunos”, afirma.

Acesso à escola foi contemplado com importantes melhorias estruturais. Foto: Kalyel Vieira/Seop

A Seop concluiu diversos serviços, tais como: finalização do passeio público da Rua José Bonifácio da Silva, paralelo à execução de um muro de arrimo no limite da calçada, em virtude da altura elevada do terreno já existente no local, com o objetivo de evitar o deslocamento indesejável do solo, prevenindo erosões e desmoronamentos.

Parte da rampa de acesso que passava pelos últimos ajustes. Foto: Kalyel Vieira/Seop

Também foi realizada a regularização do piso de concreto armado da rampa, que apresentava desníveis e saliências, com o objetivo de garantir uma superfície plana e uniforme. Por fim, também foram cumpridos os serviços de pintura, visando proteger as superfícies e melhorar a estética nesses locais.

A Seop contou com o apoio do Departamento de Estradas de Rodagem, Infraestrutura Hidroviária e Aeroportuária (Deracre) para pavimentação do estacionamento e recapeamento da ciclovia existente.

Diretora e coordenador satisfeitos e agradecidos pelo resultado dos serviços estruturais. Foto: Kalyel Vieira/Seop

Os diversos serviços de revitalização e adequação promovidos na Escola Clínio Brandão foram comemorados pela direção da escola.

“Ficou realmente acessível para todos. Temos uma grande quantidade de alunos com algum tipo de deficiência. Contempla também nossos funcionários que possuem mobilidade reduzida e toda a comunidade de forma geral. Então, essa obra só traz benefícios e muito nos engrandece. Este é um momento que parabenizamos o governo e todos os que estão à frente desse desenvolvimento”, relata a diretora Ismênia Marques da Silva.

A felicidade pela conquista foi reforçada pelo coordenador administrativo, Adriano Jorge de Alencar. “Ajuda muito, principalmente com a rampa para os alunos que mais necessitam dessa estrutura”, explica.

A partir das obras públicas, o Estado amplia as oportunidades de trabalho e renda para milhares de operários da construção civil. Foto: Kalyel Vieira/Seop

O gestor da Seop, Ítalo Lopes, afirmou que é uma determinação do governador proporcionar condições dignas e adequadas às crianças e professores. “É gratificante atender de forma positiva os anseios desses estudantes que precisavam de mais conforto e segurança no acesso à escola”, ressalta.

As obras públicas e os serviços de revitalização e manutenção refletem na geração de trabalho e renda para milhares de operários da construção civil.

“Esses serviços são mais do que tijolos, concreto e aço para o operário. Representa sustento, dignidade e realização, e cada função aqui é importante para entregar a obra completa e beneficiar as pessoas que utilizam”, expôs o mestre de obras Vinícius de Souza.

The post Seop realiza adequações na entrada da Escola Clínio Brandão para garantir acessibilidade aos alunos com deficiência appeared first on Noticias do Acre.



Leia Mais: Agência do Acre

Advertisement
Comentários

Warning: Undefined variable $user_ID in /home/u824415267/domains/acre.com.br/public_html/wp-content/themes/zox-news/comments.php on line 48

You must be logged in to post a comment Login

Comente aqui

ACRE

Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose-interna.jpg

A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

ACRE

Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

ACRE

Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

Novo Projeto-interna.jpg

A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.

A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.

Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.

A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.

O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”

O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”

A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.

 



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

MAIS LIDAS