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Seplan finaliza curso de sincronismo organizacional para servidores da pasta

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Aldeir Oliveira

A Secretaria de Estado de Planejamento do Acre (Seplan) encerrou nesta sexta-feira, 31, o curso Sincronismo Organizacional, conceito desenvolvido pelo palestrante e autor Paulo Sérgio Rocha. A capacitação, dirigida a servidores da pasta, iniciou-se na tarde de terça, 28, nas salas de aula do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), em Rio Branco, como parceria entre Seplan e a empresa de treinamentos e capacitações Public Thinker.

Capacitação contou com presença de diretores, chefes de departamento e divisão e técnicos de diversos setores da Seplan. Foto: Ascom/Seplan

Paulo Sérgio Rocha classificou o encontro com os técnicos da Seplan como uma grande troca de conhecimentos. “São profissionais com muita experiência”, afirmou.

Paulo Sérgio Rocha classificou encontro com técnicos da Seplan como grande troca de conhecimentos. Foto: Ascom/Seplan

Para o professor, um dos principais momentos da capacitação se deu no encerramento do curso, quando os técnicos do Planejamento puderam criar mapas de processos, identificando os desafios de cada setor e diretoria. “Esse momento agora é talvez o ponto principal, em que conseguimos materializar o que a Seplan é. Muitas vezes, quem trabalha em uma diretoria ou departamento conhece bem sua área, mas não tem a visão do todo, da grandeza que é a Seplan. Aqui, discutimos os desafios, os processos internos e o comprometimento das pessoas, trazendo clareza sobre como tudo se conecta”, disse.

Capacitação envolveu participantes na criação dos mapas de processo, proporcionando uma experiência dinâmica. Foto: Ascom/Seplan

Ao longo dos quatro dias de capacitação, os servidores da Seplan exploraram o conceito de sincronismo organizacional, metodologia que busca alinhar estratégia, processos e pessoas para tornar a gestão mais eficiente. O curso começou com um diagnóstico detalhado dos fluxos de trabalho da secretaria, utilizando os mapas de processo para identificar gargalos que afetam a produtividade. A partir dessa análise, os participantes puderam entender como suas atividades se conectam na estrutura organizacional e onde há espaço para melhorias.

Participantes discutiram desafios e processos internos da Seplan, trabalhando num redesenho da estrutura processual interna. Foto: Ascom/Seplan

Com o panorama traçado, a segunda etapa foi dedicada à reestruturação dos processos críticos, eliminando práticas obsoletas e criando novos fluxos de trabalho mais ágeis e eficazes. O foco foi garantir que as mudanças não fiquem apenas no papel, mas sejam aplicadas de forma prática e integrada no dia a dia da Seplan.

Os participantes trabalharam na definição de indicadores para acompanhar a eficiência das transformações propostas. Foram apresentados métodos para medir o impacto das mudanças, corrigir possíveis desvios e garantir que os novos processos realmente tragam ganhos e celeridade para a Seplan.

Chefe de departamento Denes Freitas classificou experiência como positiva e espera que os conhecimentos recebidos tenham grande impacto no cotidiano do Planejamento. Foto: Ascom/Seplan

Acerca da experiência como aluno do curso, o chefe do Departamento de Políticas de Desenvolvimento Regional e Ordenamento Territorial da Seplan, Denes Freitas, declarou: “Estamos maravilhados pela qualidade do curso, pelo nível intelectual, pela experiência, pela didática e pela simplicidade da metodologia, bem como pelo impacto do curso, melhorando as relações entre os departamentos e o mapeamento do fluxo dos processos, fazendo com que a Seplan tenha maior resultado, impacto e qualidade de funcionamento interno”.

Sobre o ministrante do curso

Com uma trajetória de mais de 30 anos na área de gestão, Paulo Rocha é professor da Fundação Dom Cabral (FDC) e referência em projetos de reestruturação organizacional, formulação estratégica e desenvolvimento gerencial. É especialista em Engenharia da Produção pela Fundação Educacional Inaciana Padre Sabóia de Medeiros (FEI/SP) e em Organização Industrial pelo Instituto Mauá de Tecnologia. É professor na área de Gestão de Processos desde 2000, na FDC. Seu trabalho é reconhecido tanto no setor público quanto no privado, auxiliando organizações a aprimorar processos e aumentar a eficiência operacional.

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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.

A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.

Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.

O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.

 



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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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