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Ser gentil faz pessoas se sentirem mais felizes do que a riqueza, pesquisa em 150 países

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A carteira Rungphet salvou a menina do ataque de um cachorro num ponto de ônibus de Michigan., EUA. - Foto: NALC

Um estudo realizado em 150 países mostrou que ser gentil faz com que as pessoas se sintam mais felizes, inclusive do mais do que ter mais dinheiro. O estudo mostrou que acreditar que um bem perdido vai ser devolvido é sete vezes mais determinante para a felicidade do que dobrar a própria renda.

O levantamento faz parte do World happiness Report 2025, que há mais de uma década mede os níveis de felicidade ao redor do mundo. Os resultados mostraram que os países onde a confiança entre as pessoas é maior também são os mais felizes.

Além disso, os cientistas também perceberam que a percepção sobre a generosidade da sociedade é muito pessimista. Na realidade, a taxa de devolução de carteira é de duas vezes maior do que as pessoas esperam!

Gentileza e felicidade

Olha o poder da gentileza! Ser gentil é o primeiro passo para ser feliz, como aponta o estudo.

Nos países bem mais classificados no relatório, como Finlândia, Dinamarca e Islândia, os cidadãos não apenas confiam nos vizinhos, como entendem que eles são praticantes de boas ações.

O economista John F. Helliwell, um dos responsáveis pelo estudo, contou que as pessoas são mais felizes quando sentem que podem contar com os outros.

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Importância dos relacionamentos

A pesquisa também mostrou a importância dos laços sociais.

Ter alguém com quem contar, compartilhar refeições ou realizar atos de bondade foram fatores apontados como essenciais para o bem-estar.

Em países onde os gestos solidários são mais frequentes, os cientistas perceberam menos caso de depressão e solidão.

Países mais felizes

Pelo oitavo ano seguido, a Finlândia ocupa o primeiro lugar no ranking de felicidade.

Os finlandeses relataram uma média de 7,736 em uma escala de 0 a 10. México e Costa Rica, por sua vez, entraram pela primeira vez no top 10.

O Brasil ficou na 36ª posição, puxado negativamente pela desigualdade social.

Veja abaixo o top 10!

  • Finlândia
  • Dinamarca
  • Islândia
  • Suécia
  • Holanda
  • Costa Rica
  • Noruega
  • Israel
  • Luxemburgo
  • México

Clique aqui para ver a lista completa!

É o que dizem, né? Gentileza gera gentileza! - Foto: Freepik É o que dizem, né? Gentileza gera gentileza! – Foto: Freepik



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V Simpósio de Ciências Ambientais da Amazônia Sul Ocidental e o II Simpósio de Ciências Agrárias do Vale do Juruá

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Livro reúne pesquisas da Ufac sobre teatro e saberes da floresta — Universidade Federal do Acre

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O professor, pesquisador e artista Flavio da Conceição, da Ufac, organizou o livro “Teatro do Oprimido e as Pedagogias das Florestas” (Mundo Contemporâneo; Edufac, 452 p.), que foi lançado na sexta-feira, 11, durante a 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.

A obra é resultado de cerca de dez anos de pesquisas desenvolvidas na universidade, reunindo experiências que relacionam a metodologia teatral aos conhecimentos tradicionais da Amazônia. “Apresentamos o Acre como produtor de conhecimento e como semente de um pensamento que pode inspirar outros professores e artistas no resto do Brasil e do mundo”, afirmou Flavio.

As pesquisas que deram origem ao livro começaram após a chegada do professor ao Acre e à Ufac, em 2017. O contato com experiências amazônicas, estudantes filhos de seringueiros e indígenas e conhecimentos tradicionais da floresta levou o pesquisador a rever sua prática com o método Teatro do Oprimido, idealizado por Augusto Boal. A partir dessas vivências, os projetos passaram a investigar como a metodologia poderia ser afetada por esses saberes.

Os estudos teóricos e práticos foram desenvolvidos pelo programa de pesquisa e extensão Gesto da Floresta, criado e coordenado por Flavio através de projetos de iniciação científica e extensão. As atividades envolveram comunidades periféricas de Rio Branco, como Calafate e Cidade do Povo, parcerias com comunidades tradicionais hunikuin e shanenawa e experiências relacionadas ao santo-daime, à Barquinha e à ayahuasca.

Estudantes de graduação e pós-graduação participaram dos projetos e das pesquisas e alguns assinam artigos na publicação. O trabalho também contou com a contribuição de parceiros de outras cidades, países e territórios. Para o organizador, os alunos são coautores das experiências que contribuíram para a construção da proposta das pedagogias das florestas.

Antes da programação em São Paulo, o livro foi apresentado em 3 de setembro, no Rio de Janeiro, durante a 12ª Jornada Internacional de Teatro do Oprimido e Universidade. As atividades integram o projeto Gesto Semeando Cidadania, que conta com apoio do Pulitzer Center.



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Pesquisadoras da Ufac participam de congresso em Montreal, no Canadá — Universidade Federal do Acre

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Pesquisadoras Ufac no Icopa-2026 (2).jpg

A professora Andréia Fernandes Brilhante e a técnica de laboratório Janaína Estevo de Oliveira, do Centro de Ciências da Saúde e do Desporto, da Ufac, apresentaram trabalhos no 16º Congresso Internacional de Parasitologia, realizado de 16 a 21 de agosto, em Montreal, no Canadá.

Janaína é doutoranda da Rede Bionorte, sob orientação de Andréia. Elas mostraram suas pesquisas nas áreas de fauna de flebotomíneos e leishmanioses. “A presença no congresso representou uma importante oportunidade para divulgar a produção científica desenvolvida na Ufac e, ao mesmo tempo, ampliar o intercâmbio de conhecimentos e experiências com pesquisadores de diferentes países”, ponderaram.

Durante o evento, estabeleceram contatos com grupos de pesquisa de instituições estrangeiras, incluindo representantes da Colômbia, Austrália e Romênia. “Essas interações possibilitaram importantes trocas de experiências e conhecimentos, além da identificação de novas possibilidades de colaboração científica internacional”, disseram as pesquisadoras da Ufac.

Segundo elas, um dos momentos de destaque foi a apresentação de um trabalho desenvolvido em parceria com pesquisadores da Universidade de Melbourne, na Austrália, colaboração que vem sendo construída a partir de projetos e pesquisas anteriores. “A partir desses contatos, vislumbramos a continuidade e ampliação de ações conjuntas, incluindo novos projetos de pesquisa, transferência de tecnologias e intercâmbio acadêmico entre a Ufac e a Universidade de Melbourne”, pontuaram.

Outros contatos, com possibilidades de cooperação, também foram estabelecidos com instituições brasileiras, como a Universidade Estadual de São Paulo (campus de Jaboticabal) e a Universidade Federal de Santa Catarina. Além disso, elas destacaram o contato com pesquisadores integrantes da Rede Brasileira em Parasitoses Intestinais.

“Para nós, enquanto professora/orientadora e técnica de laboratório/doutoranda, a participação no evento também representou uma importante oportunidade de formação, atualização científica e fortalecimento das redes de colaboração”, acrescentaram. “A possibilidade de apresentar conjuntamente resultados de pesquisas desenvolvidas na Ufac e dialogar diretamente com pesquisadores de diferentes países contribuiu para ampliar nossa perspectiva sobre os desafios e as possibilidades de investigação científica na Amazônia.”



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