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sete ônibus a hidrogênio destruídos por um incêndio em um depósito em Danjoutin

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Intervenção dos bombeiros do Território de Belfort durante o incêndio de sete ônibus a hidrogênio no depósito Optymo em Danjoutin, em 2 de janeiro de 2025.

Sete ônibus a hidrogênio foram destruídos após um incêndio em um depósito em Danjoutin (Territoire de Belfort), que levou ao confinamento temporário dos moradores locais, anunciou a prefeitura na quinta-feira, 2 de janeiro.

O incêndio começou por volta das 2h20 da noite de quarta para quinta-feira, informou a prefeitura, que ativou seu centro operacional departamental, em nota à imprensa. O incêndio foi extinto às 8h30, acrescentou. Nenhum ferimento foi observado.

Foram realizadas análises atmosféricas e o seu resultado, negativo, poderá ter levado ao fim do confinamento dos moradores locais. O incêndio também não teve consequências na rede de água potável e “nenhum marcador atualmente sugere que possa haver um grande impacto no meio ambiente”de acordo com os serviços estaduais do departamento.

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Belfort, capital francesa do setor do hidrogénio

Os ônibus Optymo, como os sete destruídos pelo incêndio, permitem viajar no Território de Belfort. São propriedade do Sindicato Conjunto dos Transportes Públicos do Território de Belfort. Danjoutin é uma pequena cidade com cerca de 3.000 habitantes nos arredores de Belfort.

Segundo o diário regional O Leste Republicanoque fala sobre um incêndio “impressionante”moradores locais, inclusive de uma cidade localizada a 8 quilômetros do local, ouviram explosões durante a noite e depois viram fumaça emergindo. A origem do incidente é atualmente desconhecida.

Belfort, que sonha tornar-se a capital francesa do setor do hidrogénio, lançou, no verão de 2023, os seus primeiros autocarros elétricos movidos a hidrogénio para os seus transportes públicos, com o objetivo de equipar metade da sua frota com eles até 2025.

O custo unitário de um autocarro ascende a quase 700 mil euros, em comparação com cerca de 280 mil euros para um autocarro a gasóleo. A estação de recarga de hidrogênio adjacente ao depósito não teria sido afetada, segundo O Leste Republicano.

Leia também | Artigo reservado para nossos assinantes O Território de Belfort aposta no hidrogénio para preservar a sua indústria

O mundo com AFP

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V SIMECO — Universidade Federal do Acre

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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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Mirian Soares de Amorim.jpeg

A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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