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Sinner’s the winner, as Fritz falls short
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TURIN, Italy — The soccer-like chants of “ole”. The vast array of fans dressed in his theme color of orange. The banners and signs — one of which declared: “Sinner for president.”
Late in the second set of his victory over Taylor Fritz at the ATP Finals on Tuesday, Jannik Sinner used all the adulation in his home country to his advantage.
When the top-ranked player produced a backhand passing shot up the line while on the run, he held his finger up to his ear to encourage the crowd to cheer louder.
“I read a little bit where he was playing and I just tried to pass him somehow, because, if not, it would have been a very easy volley for him,” Sinner said. “The crowd helped me a lot. This is a very special occasion for me.
“I’ve always liked playing at home. If you like the fans and the people supporting you, it’s a big help,” Sinner added.
Sinner made it two wins in two matches in front of his home fans at the Finals, beating Fritz 6-4, 6-4 in a rematch of the US Open final that the Italian also won in straight sets.
Sinner turned up his intensity when it mattered most. He survived a marathon service game midway through the first set, then broke his American opponent with a huge forehand up the line on his first set point.
During and after the match, the crowd inside Inalpi arena chanted: “Ole, Ole, Ole; Sin-ner, Sin-ner.”
Sinner saved the only break point that he faced and nearly matched Fritz with six aces to the American’s seven.
But Fritz tested Sinner over two close sets and thought his performance was a step up from the US Open final.
“There’s a lot of positives I can take out of it,” Fritz said. “For all of the match, I didn’t feel overwhelmed. I felt like I was right there.”
Sinner, who beat Alex de Minaur in his opening match at the season-ending event for the top eight players, improved to 23-1 in his last five tournaments.
Sinner, bidding to become the first Italian to win the prestigious year-ending tournament having reached the final last year, tops the Ilie Nastase Group with two straight sets wins, looking odds-on to reach the semifinals.
Fritz is tied on one win with Russian Daniil Medvedev who earlier beat Australian debutant De Minaur to keep himself in contention for a semifinal spot.
“It was a very tough match, we both knew exactly what to expect,” Sinner said after his 67th victory of the season.
“He was very aggressive. I managed to serve very well in the crucial moments. I’m happy how I handled the tough situations, like at 3-3 in the second set, when the momentum could have changed if he had broken me.”
Fritz will be hopeful of beating De Minaur in his last group match to reach the semifinals, although world No 4 Medvedev, the 2020 champion, has it all to do against Sinner.
Earlier, Medvedev moved back into contention with a 6-2, 6-4 victory over De Minaur following a temper tantrum in his previous match.
Medvedev didn’t face a single break point and was generally much sharper than in his straight-sets loss to Fritz on Sunday — during which he smashed his racket and lost his cool twice.
Sinner leads the group while Fritz and Medvedev are next with one win each.
De Minaur, who is making his debut at the Finals, lost both of his opening matches.
The top two finishers from each round-robin group advance to the semifinals.
On Thursday, Medvedev faces Sinner and De Minaur plays Fritz in the final round of group matches.
In the other group on Monday, Alexander Zverev and Casper Ruud beat Andrey Rublev and Carlos Alcaraz, respectively.
Sinner is playing at home for the first time since it came to light that he had tested positive in two separate drug tests earlier this year.
A decision to clear Sinner of wrongdoing prior to the US Open was appealed by the World Anti-Doping Agency in September. A final ruling in the case is expected early next year.
‘Block the noise’
When his match was over, Medvedev closed his eyes and held his fingers to his ears. Then he wrote on a camera lens, “block the noise.”
“I went into this match blocking the noise, even from myself,” Medvedev said.
“No, like, tantrums and stuff. Just block the noise. And I really didn’t care what was happening on the court. I just tried to play and it was a good feeling.”
Medvedev won the Finals in 2020 — the last edition held in London.
“The more popular you become, the more fans you get, the more haters you get, the more attention you get. And, sometimes, even the good noise can put you off balance,” Medvedev said.
“You know, you win everything and everyone thinks you’re a god. Then you lose two matches and everyone is like, ‘finished, your career is finished’.
So, sometimes, it’s good to just block it,” Medvedev added.
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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre
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1 de setembro de 2026A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.
O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.
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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre
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31 de agosto de 2026O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.
A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.
“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.
A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”
Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre
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28 de agosto de 2026A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.
O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.
“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”
A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”
A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”
Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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