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Situação da disputa: Cinco conclusões a 17 dias das eleições nos EUA | Notícias da eleição de 2024 nos EUA

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Foi mais uma semana turbulenta na política dos Estados Unidos. E faltando pouco mais de duas semanas para a corrida presidencial, os candidatos preparam-se para fazer os seus apelos finais aos eleitores.

O que Kamala Harris e Donald Trump – os candidatos presidenciais democratas e republicanos, respectivamente – têm feito à medida que a contagem regressiva final se aproxima?

Descubra em nosso último resumo das principais notícias políticas da semana.

A eleição em resumo

Faltam 17 dias para a corrida presidencial de 5 de novembro.

  • Quais são as últimas novidades nas pesquisas?

Médias nacionais permaneceram praticamente estáveis ​​desde a semana passada, com Harris mantendo uma vantagem mínima – bem dentro da margem de erro.

O agregador de pesquisas FiveThirtyEight, por exemplo, colocou Harris com 48,3% em 17 de outubro. Trump, entretanto, ficou logo atrás, com 46,3%.

Algumas pesquisas de estados indecisos individuais, no entanto, mostraram que Trump está subindo cada vez mais. Uma pesquisa realizada esta semana pela CBS News e YouGov, por exemplo, concentrou-se no Arizona, onde analistas observaram uma vantagem de três pontos para Trump sobre Harris.

Uma análise da NPR também viu a maré virar a favor de Trump em estados decisivos, embora o meio de comunicação tenha sublinhado o quão acirrada é a corrida. Também enfatizou que as pesquisas raramente contam toda a história – e surpresas, sem dúvida, pairam no horizonte.


A vice-presidente Kamala Harris cumprimenta pessoas no meio da multidão depois de falar em um comício de campanha em Atlanta, Geórgia, em 19 de outubro (Jacquelyn Martin/AP Photo)

Campanha de Harris tem como alvo a idade de Trump

Domingo marcará o 60º aniversário de Harris.

Mas mesmo quando a candidata democrata se prepara para celebrar a entrada numa nova década de vida, a sua campanha tem como alvo a idade avançada do seu rival republicano.

Trump tem 78 anos e seria a pessoa mais velha a ser eleita presidente se tiver sucesso na corrida de novembro.

No início da corrida, era comum Trump criticar um político ainda mais velho pela sua idade e capacidades: o presumível candidato democrata, o presidente Joe Biden.

Biden, de 81 anos, deveria ser a atração principal da chapa democrata. Mas depois de um desempenho instável no debate presidencial de junho, as preocupações com a sua idade atingiram um nível febril e Biden desistiu da corrida.

Trump – que há muito criticava Biden como “fraco” e “sonolento” – agora enfrenta um oponente significativamente mais jovem, Harris. E Harris inverteu o roteiro, usando a idade de Trump contra ele.

“Tenho ouvido relatos de que sua equipe, pelo menos, está dizendo que ele está exausto”, disse Harris na sexta-feira. “Se ele está exausto durante a campanha, ele está apto para fazer o trabalho?”

Seus comentários vieram logo após uma série de eventos cancelados de Trump – e seus próprios comentários brilhantes relatório de saúdedivulgado pela Casa Branca na semana passada.


Donald Trump senta-se com Harris Faulkner em um estúdio da Fox News
O ex-presidente Donald Trump defendeu comentários recentes durante uma reunião da Fox News com Harris Faulkner em Cumming, Geórgia (Julia Demaree Nikhinson/AP Photo)

Trump renova ameaças a rivais políticos

Trump possui um longo histórico de ameaças de prisão de seus rivais políticos. Mesmo em 2016, durante a sua primeira candidatura presidencial bem-sucedida, ele era conhecido por liderar multidões em gritos sobre a sua rival, a democrata Hillary Clinton: “Prendam-na! Tranque-a!

No mês passado, Trump prometeu processar aqueles que considera ameaças às eleições deste ano.

“QUANDO EU GANHAR, as pessoas que TRAPAÇARAM serão processadas em toda a extensão da lei, o que incluirá penas de prisão de longa duração”, escreveu ele nas redes sociais.

Mas o líder republicano elevou sua retórica no último domingo, em uma aparição na Fox News com a apresentadora Maria Bartiromo. Na sua entrevista, comparou os políticos democratas com adversários estrangeiros.

“Temos dois inimigos: temos o inimigo externo e depois temos o inimigo interno. E o inimigo interno, na minha opinião, é mais perigoso do que a China, a Rússia e todos estes países”, disse Trump.

“O que é mais difícil de lidar são os lunáticos que temos dentro de nós”, continuou ele, citando como exemplo o deputado norte-americano Adam Schiff. “Eu o chamo de inimigo interno.”

Schiff liderou o primeiro julgamento de impeachment de Trump em 2020.

No final da semana, Trump redobrou seus comentários em um Prefeitura da Fox News. “Não estou ameaçando ninguém. São eles que fazem as ameaças. Eles fazem investigações falsas.”


Kamala Harris fala, apontando para a cabeça em um gesto.
A candidata presidencial democrata Kamala Harris fala durante um evento de campanha em Atlanta em 19 de outubro (Jacquelyn Martin/AP Photo)

Uma entrevista na Fox News fica irritada

Procurando torpedear as críticas de que ela evita o escrutínio da imprensa, Harris continuou sua campanha na mídia esta semana com uma escolha surpreendente: uma entrevista com a Fox News, de tendência conservadora.

A escolha foi, em parte, um reflexo de uma estratégia de campanha mais ampla para atrair os eleitores intermédios, bem como os republicanos desiludidos com Trump.

Mas desde os primeiros momentos, a entrevista de quinta-feira com o apresentador da Fox News, Bret Baier, foi tensa.

O jornalista e o candidato democrata lutaram para serem ouvidos um pelo outro.

“Posso terminar de responder, por favor?” Harris perguntou a Baier a certa altura. “Você tem que me deixar terminar. Por favor. Estou respondendo ao ponto que você está levantando e gostaria de terminar.”

Baier também interrogou Harris sobre o tema da imigração, um tema pelo qual a administração do presidente Joe Biden recebeu críticas bipartidárias.

“Bret, vamos direto ao ponto”, Harris respondeu a certa altura. “A questão é que temos um sistema de imigração falido que precisa ser reparado.”


Usher atravessa o palco em Atlanta para aparecer em um comício de Kamala Harris.
Usher acena para apoiadores ao aparecer em um comício em Atlanta, Geórgia, por Kamala Harris em 19 de outubro (Dustin Chambers/Reuters)

Democratas ampliam o poder das estrelas

Harris e Trump passaram grande parte de outubro cruzando os sete estados indecisos que provavelmente decidirão a corrida presidencial.

Mas enquanto ela fazia campanha na semana passada, Harris revelou um programação repleta de estrelas para ajudá-la a fazer sua apresentação final aos eleitores.

No sábado, a rapper e cantora Lizzo abriu para Harris em Detroit, Michigan, enquanto tentava angariar apoio para a votação antecipada.

E mais tarde, naquele mesmo dia, o cantor Usher fez uma pausa em sua turnê em Atlanta, Geórgia, para fazer os comentários de abertura de um comício lá.

“Faltam apenas 17 dias para uma eleição muito importante, como todos sabemos, e temos a oportunidade de escolher uma nova geração de liderança para o nosso país”, disse Usher à multidão, repetindo um refrão comum da campanha de Harris.


JD Vance está atrás de um pódio com a marca Trump e fala para uma multidão.
O companheiro de chapa republicano JD Vance fala aos apoiadores em 16 de outubro em Williamsport, Pensilvânia (Matt Rourke/AP Photo)

JD Vance endossa negação eleitoral de 2020

Ao longo da campanha, o companheiro de chapa republicano JD Vance dançou em torno do tema das eleições de 2020: recusou-se a contradizer as falsas alegações de Trump sobre fraude eleitoral generalizada, mas também evitou dizer que Trump perdeu definitivamente a corrida.

Isso mudou na semana passada, enquanto Vance liderava um comício em Williamsport, Pensilvânia.

No comício de quarta-feira, Vance respondeu a perguntas e reagiu fortemente quando pressionado sobre a mensagem que estava enviando, recusando-se a dar uma resposta direta sobre a corrida de 2020.

“Nas eleições de 2020, respondi diretamente a esta pergunta um milhão de vezes: Não. Acho que houve problemas sérios em 2020”, disse Vance.

“Então Donald Trump perdeu a eleição? Não, não pelas palavras que eu usaria.”

A negação eleitoral tem sido uma preocupação persistente desde as eleições de 2020, quando Biden venceu Trump.

Trump recusou-se a aceitar o resultado, chamando a eleição de “fraudada” e “roubada”. As suas palavras ajudaram a motivar um grupo de apoiantes a invadir o Capitólio dos EUA, num aparente esforço para impedir a certificação dos resultados.

Na corrida deste ano, Trump evitou quando lhe perguntaram se aceitaria outra derrota. “Se tudo for honesto, aceitarei com prazer os resultados”, disse ele em maio.



Leia Mais: Aljazeera

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Pavic-Lab da Ufac apresenta seis trabalhos em congresso internacional de computação — Universidade Federal do Acre

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Pavic-Lab da Ufac apresenta seis trabalhos em congresso internacional de computação — Universidade Federal do Acre

Pesquisadores do projeto Pavic-Lab, da Universidade Federal do Acre (Ufac), apresentaram seis trabalhos científicos durante a Conference on Graphics, Patterns and Images (SIBGRAPI 2026), congresso internacional de referência nas áreas de computação gráfica, processamento de imagens e visão computacional, realizado de 29 de setembro a 2 de outubro, em Goiânia (GO). As pesquisas foram desenvolvidas no projeto de pesquisa e desenvolvimento (P&D) Pesquisas Aplicadas em Visão e Inteligência Computacional (Pavic-Lab), uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Ufac, Motorola, Flextronics e Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape).

Segundo a professora do Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas (CCET), Ana Beatriz Alvarez Mamani, a participação no congresso contribui para divulgar a produção científica desenvolvida no Acre e ampliar o intercâmbio com outras instituições. Ela destacou que a presença da Ufac em eventos científicos também ajuda a reduzir as desigualdades regionais na ciência brasileira, além de possibilitar novas parcerias e o aperfeiçoamento das pesquisas.

A equipe foi composta pela professora Ana Beatriz Alvarez Mamani, pelo pesquisador Quefren Leher, pelos mestrandos do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação (PPGCC) Clécio Silva, Lucas Carvalho, Gustavo Ferreti, Julio Martins e Ian Teixeira, além do graduando em Sistemas de Informação Kauã Galvão de Macedo.

Dos seis trabalhos apresentados, um integrou uma sessão especial do congresso e já foi publicado na revista científica Computers & Graphics. Outros três foram apresentados na programação principal, com previsão de publicação nos anais do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE) e na biblioteca digital da Sociedade Brasileira de Computação (SBC). Os dois trabalhos restantes foram apresentados em workshops, também com previsão de publicação na biblioteca digital da SBC.

As pesquisas estão divididas em duas áreas principais: reconstrução tridimensional e processamento de imagens. Na primeira, Clécio Silva apresentou um método computacional para criar representações digitais mais detalhadas de ambientes internos a partir de imagens. A tecnologia pode ser aplicada em jogos, realidade virtual e aumentada, simulações e projetos da construção civil.

Na área de processamento de imagens, Lucas Carvalho apresentou uma pesquisa para reconstruir imagens de alta faixa dinâmica (HDR) a partir de uma única imagem convencional, buscando recuperar detalhes em regiões claras e escuras. Gustavo Ferreti desenvolveu uma rede neural para combinar imagens com diferentes níveis de exposição e melhorar a qualidade visual dos resultados.

Julio Martins apresentou uma metodologia para reduzir o custo computacional da reconstrução de imagens HDR, preservando a qualidade das imagens produzidas. Ian Teixeira investigou o uso de mecanismos de atenção em modelos de inteligência artificial para recuperar informações em imagens de baixa qualidade. Já Kauã Galvão de Macedo apresentou uma abordagem que combina redes neurais e técnicas de processamento de sinais para melhorar imagens capturadas em ambientes com pouca iluminação.

Os métodos desenvolvidos apresentam potencial de aplicação em sistemas embarcados com recursos computacionais limitados, como dispositivos eletrônicos que integram processamento de imagens, permitindo aprimorar a qualidade visual com menor demanda de processamento.

Para o graduando Kauã Galvão de Macedo, a participação no congresso proporcionou a oportunidade de apresentar os resultados de sua pesquisa e conhecer novas abordagens científicas. “Foi uma ótima experiência, tanto pela oportunidade de apresentar minhas pesquisas desenvolvidas na Ufac quanto pela troca de conhecimentos com pesquisadores de outras instituições”, afirmou.

Segundo Kauã, as discussões realizadas durante o evento possibilitaram o contato com técnicas que poderão contribuir para suas pesquisas e para os projetos desenvolvidos pelo Pavic-Lab, além de abrir oportunidades de colaboração científica.

O mestrando em Ciência da Computação Gustavo de Souza Ferreti também destacou a importância da experiência para sua formação acadêmica. “Tive a oportunidade gratificante de conhecer professores e pesquisadores com ampla trajetória no nosso campo, além de ouvir sobre suas vivências e receber orientações valiosas para aprimorar meu trabalho”, disse.

O Pavic-Lab desenvolve atividades de pesquisa voltadas ao processamento de imagens, ao aprimoramento da qualidade visual e à reconstrução tridimensional de ambientes e objetos. Após a participação no congresso, a equipe dará continuidade às pesquisas científicas, com novos experimentos e avaliações para aperfeiçoar os métodos, reduzir custos computacionais e ampliar as possibilidades de aplicação prática dos resultados.



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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre

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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) iniciou, na manhã desta segunda-feira, 19, a 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus. A solenidade de abertura ocorreu no auditório do e-Amazônia, no campus-sede, em Rio Branco, e reuniu professores, estudantes, participantes externos e palestrantes locais, nacionais e internacionais.

A vice-reitora da Ufac, Almecina Balbino, destacou que o evento busca fortalecer a produção científica regional e estreitar os laços interinstitucionais. Segundo ela, a conferência favorece a criação de uma rede de conexão entre os programas de pós-graduação e viabiliza a internacionalização por meio da cooperação Sul-Sul, permitindo que pesquisadores externos contribuam diretamente para os estudos sobre o território amazônico.

O pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro, ressaltou o papel da extensão universitária na articulação do conhecimento científico com a comunidade. “Não existe integração entre ensino, pesquisa e extensão se a gente tirar as pesquisas da prateleira sem estarmos envolvidos com ações de extensão, que fazem a intermediação entre o conhecimento da universidade e a sociedade”, declarou. Ele também destacou que a rede de contatos estabelecida entre as diferentes áreas fortalece a qualidade acadêmica da instituição.

O coordenador do evento, professor Flávio Roberto Chaves da Silva, expressou satisfação com o início da conferência e destacou a dimensão coletiva da iniciativa. “É com muita alegria, satisfação e gratidão que damos início a este projeto que nasceu do desejo de fortalecer a ciência, a cooperação e a internacionalização da pesquisa na Amazônia. Celebramos a coragem de começar, a força do trabalho coletivo e a realização de um sonho. Que esta seja a primeira de muitas edições, promovendo o conhecimento e contribuindo para o desenvolvimento sustentável da nossa região”, afirmou o docente, agradecendo a parceria dos palestrantes, da comissão organizadora e dos apoiadores.

Durante a abertura, a mesa de debates destacou a importância do encontro para a região. O professor e pesquisador Lin Shau Ming, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), um dos palestrantes do dia, ressaltou que os estudos sobre plantas medicinais e agrobiodiversidade contribuem para o bem-estar das comunidades tradicionais. Segundo ele, o tema está alinhado à proposta central do evento de promover a integração de diferentes saberes e áreas do conhecimento na universidade.

A coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal na Amazônia Ocidental, Cíntia Daudt, destacou o compromisso social da universidade com a produção de conhecimento e o desenvolvimento regional. “É um evento bem importante para a nossa região e para a nossa universidade. Estamos aqui cumprindo o nosso ato de educação. Como dizia Paulo Freire, ‘educar é um ato político’. Nós estamos cumprindo a nossa parte, unindo ensino, pesquisa e extensão em um único evento”, afirmou.

A cerimônia de abertura contou ainda com a participação do pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti; dos coordenadores Fernando da Silva Souza, de Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Felipe Souza, de Ciência Florestal; Regina Lúcia Ferreira, de Produção Vegetal; e da vice-coordenadora Danúsia Rocha, de Saúde Coletiva.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.

A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.

A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.

Conscientização e prevenção

Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.

A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.

A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.

A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.



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