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Só cinco Estados aceitam cobrar o DPVAT que Lula ressuscitou

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Até agora, a dois meses de 2025, apenas cinco Estados aderiram ao “convênio” com o governo federal, por meio da Caixa, para tomar dos cidadãos os valores do “novo DPVAT”, seguro obrigatório ressuscitado como SPVAT por Lula (PT), para alegria das seguradoras. Os Estados que irão cobrar seguro são Bahia, Espírito Santo, Maranhão, Paraíba e Sergipe, de governadores obedientes ao presidente. Lula recriou o DPVAT, mas tenta transferir o desgaste da cobrança aos Estados.

Bancada do ‘aqui, não’

Após Santa Catarina, semanas antes, os governadores do DF, Ibaneis Rocha, e de Minas, Romeu Zema, também decidiram não cobrar SPVAT.

Turma do ‘sim, senhor’

Dos cinco governadores que se prestam a isso, três são do PSB (Espírito Santo, Maranhão e Paraíba), um do PT (Bahia) e um do PSD (Sergipe).

O convênio determina que o SPVAT seja adicionado ao IPVA ou à taxa de licenciamento: as pessoas irão pagar o seguro obrigatório sem saber.

Pelo trabalhinho de cobrar seguro para empresas privadas, os governos estaduais serão recompensados com uma comissão-merreca de 1%.

Diretor do único instituto de pesquisas que acertou o 1º turno em São Paulo, Hidalgo não acredita nas chances de Guilherme Boulos (Psol). (Foto: Diário do Poder)

Planalto ‘vai amanhecer diferente’ após derrotas do PT

Segundo o presidente do Paraná Pesquisas, Murilo Hidalgo, PT e cia. correm risco de perder todas as capitais do Nordeste no domingo (27), o que deve trazer consequências diretas no Planalto, na Esplanada e na eleição de 2026. Hidalgo avalia que Lula vai tentar aliciar partidos do centro e centro-direita, grandes vencedores este ano, para contornar a “perda do aparato” municipal. “Na 2ª-feira [após a eleição] o Palácio vai amanhecer diferente”, previu Hidalgo no podcast Diário do Poder.

“A quantidade de comissionados nessas prefeituras, a própria relação com a imprensa… traz uma perda muito grande para o PT”, diz Hidalgo.

Diretor do único instituto de pesquisas que acertou o 1º turno em São Paulo, Hidalgo não acredita nas chances de Guilherme Boulos (Psol).

Hidalgo avalia que a derrota de Boulos para Nunes (MDB) em São Paulo “já está precificada” e que “o primeiro erro do PT foi Marta Suplicy”.

Poder sem Pudor

Garantia de procedência

O ex-ministro Ronaldo Costa Couto relata no notável “Brasília Kubitscheck de Oliveira” (Record, RJ, 399 págs, R$ 26) histórias saborosas. Nos anos escuros do regime militar, Frei Mateus Rocha, antigo vice-reitor da Universidade de Brasília, procurou a escritora Vera Brant com uma carta de Darcy Ribeiro. Estava encantado com “a maravilha” postada do exílio chileno, “carta linda, erudita, inteligentíssima!”. Vera era uma das poucas pessoas que decifravam a letra horrorosa de Darcy. Frei Mateus suplicou: “⁠A senhora poderia lê-la em voz alta?”. “⁠Claro que posso. Mas pra quê?”, devolveu Vera. “⁠Já tentei várias vezes e não entendi nada…”

A plataforma global Salvex, que faz comércio de bens diversos, vendeu nos últimos dias um par de turbinas IAE V2500-A5 por US$4 (R$23) milhões. É exatamente o motor do AeroLula, um Airbus A319CJ de 2005.

Perante o mundo, o Brics foi reduzido a convescote do que há de pior no mundo: ditadores rastaqueras, governantes ladrões, financiadores dos terroristas do Hamas e Hezbollah e até grupos terroristas, como o talibã.

Para fazer História, no Brics, Lula (PT) poderia ter defendido ontem em seu discurso uma “cláusula de exclusão” de países governados por ladrões e por ditadores. Problema é que o grupo seria extinto.

Ao menos nove estados mudaram o dia da folga pelo Dia do Servidor, que este ano cai na próxima segunda-feira (28). O principal motivo é evitar que a turma exagere e cresça a abstenção nas eleições.

Frase do dia

“Eu acho que esse arrependimento é falso”

Aldo Rebelo, ex-ministro de Lula e Dilma, sobre carta pública de Guilherme Boulos

Custa cerca de R$183 mil o modelo da bolsa Hermès, grife francesa, que Samar Abou Zamar, mulher do líder terrorista do Hamas, Yahia Sinwar, ostentava pelos túneis da Faixa de Gaza.

Pedro Lupion (PP-PR) apresentou projeto para garantir indenização aos produtores que tiverem prejuízos com invasores de terras e demarcação de terras indígenas que, lembra o deputado, não tem previsão legal.

A caríssima Câmara dos Deputados caminha para fechar mais uma semana sem sessão deliberativa. O que teve, até agora, foram duas sessões de homenagem ontem (23), mas deu 10h já não tinha ninguém.

A casa de apostas Polymarket apontava, ontem (23), 63% de chances de vitória de Donald Trump na eleição para presidente dos EUA. Na média das pesquisas eleitorais nacionais, Kamala Harris está à frente por 1,8%.

…a mudança de clima que preocupa Lula não tem nada a ver com o meio ambiente.



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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre

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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia-interna.jpg

Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.

A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).

O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.

Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.

“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.

O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.

Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.

Fhagner Soares – Estagiário



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