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MEIO AMBIENTE

‘Só um trabalho conjunto, para reverter esse cenário’, diz secretário de meio ambiente

Assecom - Prefeitura de Tarauacá, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

SECRETÁRIO DE MEIO AMBIENTE ROSENIR VISITA SUCATÃO DE MATERIAL RECICLÁVEL DE RIO BRANCO E GARANTE PARCERIA

Na tarde da última quarta-feira, 17, o Secretário Municipal de Meio Ambiente, Rosenir Arcênio, esteve visitando o sucatão Rio Branco, para fechar uma parceria com os catadores de lixo recicláveis de Tarauacá.

Durante a visita o Secretário pode garantir a comprar do material reciclável dos catadores do município, com o proprietário Eliton e Karina.  

Rosenir Arcênio conheceu como funcionam as instalações do Sucatão, “Só com um trabalho em conjunto entre todos nós, cidadãos, empresas, cooperativas e governos, para revertermos esse cenário e dar ao lixo o cuidado que ele deve ter e podermos ter uma sociedade mais consciente e um mundo mais sustentável”, afirma Secretário de Meio Ambiente, Rosenir Arcênio.

AMAZÔNIA

Força-tarefa Amazônia registra R$ 580 milhões em danos ambientais, incluindo Acre

Folha de São Paulo, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Trabalho levou ao indiciamento de quadrilhas ligadas à grilagem e corrupção ambiental; ação do grupo foi prorrogada por mais um ano.

Por Phillippe Watanabe.
Ações da Força-tarefa Amazônia registraram, em poucos menos de dois anos de atividade, mais de R$ 580 milhões em prejuízos ambientais documentados, 84 pessoas indiciadas por crimes ambientais e a identificação de quadrilhas ligadas à grilagem, corrupção em órgão ambiental e mineração ilegal. 

A força-tarefa, que teve início em agosto de 2018 e tinha previsão inicial de ação de 18 meses, teve seu período de ação ampliado em um ano, segundo portaria publicada no Diário Oficial da União na última sexta (14) e assinada pelo procurador-geral da República, Augusto Aras.

O objetivo do grupo é facilitar o diálogo entre os procuradores da república que atuam na área ambiental e entidades como o Ibama, a Polícia Federal e o Exército, e também ganhar eficiência, considerando que os crimes contra o ambiente transcendem a área amazônica. 

“Isso mostrou como o ouro de garimpo ilegal pode estar nas joias do dia a dia. A empresa de Minas Gerais fazia alianças e revendia para joalherias”, diz Ana Carolina Haliuc Bragança, procuradora federal e coordenadora da Força-tarefa Amazônia. “Mostra também que precisamos fortalecer os mecanismos de ‘compliance’ de joalherias.”

A procuradora afirma que a operação mostra como é possível combater a mineração ilegal ao focar a ação de inteligência nos agentes que estão no topo da cadeia de comercialização do ouro e que financiam garimpeiros ilegais. “Essas são as pessoas que devem ser responsabilizadas, são elas que estimulam os danos à natureza.”

Outra ação de destaque da força-tarefa foi a operação Ojuara contra uma grupo acusado de fraudar fiscalizações de desmate e grilagem de terras no Amazonas. Entre os acusados está Carlos Gadelha, ex-superintendente do Ibama no Acre.

O esquema envolvia grandes pecuaristas da região, policiais locais (que atuavam como milícias e faziam serviços de pistolagem) e o servidor do Ibama que foi preso. O ex-superintendente preenchia os autos de infração com informações propositalmente erradas, o que enfraquecia os processos, além de multar laranjas no lugar dos verdadeiros responsáveis pelos crimes. 

O servidor também atuava na defesa de infratores que desmatavam e grilavam por meio de uma empresa na qual era sócio.

“Trabalhamos criminalmente contra quem é grande. Não adianta punirmos a pessoa que é muito pobre e que está fazendo aquilo a mando de alguém”, diz Bragança, que afirma que os desmatamentos na Amazônia necessitam e movimentam grandes somas de dinheiro, e são localizados em médias e grandes propriedades.

Membros do governo Bolsonaro, como o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, e, mais recentemente, o ministro da Economia, Paulo Guedes, costumam associar, sem apresentar dados, o desmatamento à pobreza na região amazônica, que as pessoas desmatariam para comer

Segundo a coordenadora da força-tarefa, a principal dificuldade da atuação em casos de crimes ambientais na Amazônia é a distância dos centros de poder estaduais, muitas vezes distantes milhares de quilômetros de onde os atos ilícitos ocorrem. Isso acaba tornando o local em uma terra de ninguém, diz ela, com uma forte dinâmica de coronelismo.

“A Amazônia precisa do Estado mais presente na fiscalização, no monitoramento e na criação de terras indígenas, de unidades de conservação. O Estado vem sendo omisso de muitos modos”, diz a procuradora. 

Devido à tramitação dos processos legais, as operações iniciadas pela Força-tarefa Amazônia ainda não resultaram em condenações.

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MEIO AMBIENTE

VÍDEO: Medusa gigante é vista em Florianópolis após 150 anos

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Animal da espécie Drymonema gorgo foi visto na Ilha do Campeche na última sexta-feira (14); espécie é considerada a maior da costa brasileira.

Uma medusa gigante surpreendeu os frequentadores da Ilha do Campeche, em Florianópolis, na última sexta-feira (14). Em um vídeo registrado por banhistas, o animal marinho aparece flutuando próximo à costa.

O aparecimento do animal  da espécie Drymonema gorgo não era registrado em Florianópolis há 150 anos. A última aparição registrada foi feita em 1861 pelo naturalista alemão Fritz Müller.

“Ele relatou o aparecimento do animal próximo às praias do Norte de Desterro, onde hoje é o Centro de Florianópolis”, afirma o professor Alberto Lindner.
Lindner, que é  responsável pelo laboratório de Biodiversidade Marinha da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), afirma que a espécie é rara.
“São poucos os registros e estudos sobre este animal. Sabemos que ele é encontrado na Argentina e na Costa brasileira até a altura do Rio de Janeiro”, comenta.
Medindo cerca de um metro de diâmetro, o animal é o maior da Costa Brasileira. Uma água-viva da espécie Olindias sambaquiensis, muito comum no Brasil, pode chegar no máximo a 12 centímetros.
Segundo o professor, o contato com o animal pode provocar queimaduras. “Não há registros sobre a letalidade das queimaduras desta medusa. Uma das banhistas que estava na Ilha do Campeche foi tentar afastar o animal e se queimou. Ela relatou apenas uma queimadura leve. Mesmo assim deve-se evitar o contato com ela”, comenta.
Ainda no vídeo, Lindner destaca que a medusa parece se alimentar de outras duas águas vivas. O hábito é comum há espécie que tem semelhantes no Caribe e no Mediterrâneo.
Lindner orienta que caso se localize uma medusa gigante ou demais animais da espécie deve-se contactar o Laboratório de Biodiversidade Marinha da UFSC. O contato pode ser feito pelo e-mail biodiversidade@contato.ufsc.br. Por NDMAIS

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