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‘Somos profundamente emocionais’ – DW – 30/01/2025
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Quinta -feira de manhã viu o lançamento do soldado feminino, Agam Berger, 20. Sete mais foram libertados por militantes islâmicos Hamas Mais tarde, o alemão-Israelis Arbel Yehoud, 29, e Gadi Moses, 80, bem como cinco reféns tailandeses.
Mas Israel ficou horrorizado nas cenas que ocorreram durante a entrega. Yehoud e Moisés foram feitos para caminhar por uma multidão de pessoas gritando que tentaram tirar fotos deles.
Yehoud deveria ser lançado originalmente no último sábado. Em vez disso, o Hamas, que é considerado uma organização terrorista da UE, EUA e outros, liberou quatro soldados.
Em resposta à violação do Contrato de cessar -fogo atualIsrael interrompeu prontamente o Retorno de palestinos indo para o norte. A liberação de Yehoud foi uma condição prévia por Israel antes de concordar em permitir que aqueles deslocados retornem às suas cidades no norte Gaza.
“Estamos impressionados e profundamente emocionais”, disse a família de Yehoud em comunicado enviado à DW. “À nossa frente está uma jornada de cura familiar ao longo da vida, como um luto familiar enlutado e sentindo falta de nosso amado Dolev”.
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Esperando e preocupado por quase 16 meses
O irmão de Arbel Yehoud, Dolev, foi morto no massacre do Hamas em 7 de outubro de 2023. A própria Arbel foi sequestrada com a família de seu namorado Ariel Cunio do Nir Oz Kibutz, perto da fronteira com Gaza. Inicialmente, eles se esconderam na casa do irmão de seu parceiro, mas os atacantes incendiaram -se, forçando todos eles para a abertura. Cerca de 1.200 israelenses foram mortos durante o ataque terrorista e outros 250 foram feitos como reféns.
A família de Arbel Yehoud foi forçada a esperar e se preocupar por quase 16 meses antes de finalmente conseguirem segurá -la nos braços novamente.
A declaração da família continua: “Gostaríamos de expressar nossa gratidão a todos que tornaram possível a libertação de Arbel. Obrigado às incontáveis indivíduos que trabalharam incansavelmente, dia e noite, na luta para trazer todos os nossos entes queridos, nunca desistindo Ao longo desses meses insuportavelmente dolorosos, difíceis e prolongados.
O pai de Yehoud se encontrou com políticos israelenses e alemães
Antes de seu seqüestro, Arbel Yehoud era empregado como acompanhante de visitantes na Groovetech, uma empresa que lida com tecnologia e exploração espacial e está localizada perto de Nir Oz, onde ela cresceu.
Como os parentes de muitos outros reféns do Hamas, a família de Arbel Yehoud se envolveu em inúmeras atividades destinadas a proteger um cessar -fogo e o retorno seguro de seus entes queridos.
Além das conversas com políticos israelenses, Yechti Yehoud também viajou para Berlim, onde falou com o presidente Frank-Walter Steinmeier e ministra das Relações Exteriores Annalena Baerbock. Não é apenas Arbel Yehoud um cidadão israelense, a bisneta de um pintor de Hamburgo, ela também tem um Alemão passaporte.
Após meses de negociações entre Israel e Hamas, os mediadores internacionais conseguiram trazer um cessar-fogo temporário que começou em 19 de janeiro. Durante a primeira fase de seis semanas do acordo, 33 reféns israelenses serão divulgados em troca de 1.904 palestinos atualmente mantidos em Prisões israelenses. Dos 33, sete cativos até agora foram libertados, todas elas fêmeas.
‘Nossa missão não está completa’
Mulheres, idosos e crianças foram priorizados. O parceiro de Arbel, Ariel Cunio, permanecerá em cativeiro por algum tempo, assim como seu irmão. Yechti Yehoud diz que está em contato próximo com a família de Ariel. Arbel e Ariel estavam juntos há cinco anos quando o Hamas os sequestrava. Eles haviam acabado de voltar para casa de uma viagem à América do Sul antes de serem arrastados para Gaza. Não está claro se eles permaneceram juntos enquanto eram mantidos reféns.
“Nossa missão não está completa. O parceiro de Arbel, Ariel, ainda é mantido em cativeiro em Gaza, assim como seu irmão David, seu amigo íntimo Sasha, os reféns restantes de Nir Oz e todos os outros que ainda estão esperando para voltar para casa”. A família Yehoud disse. “Devemos trazê -los todos para casa imediatamente para que, como sociedade, possamos começar a curar”.
Multidões em Tel Aviv comemoram o lançamento dos reféns
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Jan-Philipp Scholz contribuiu para este artigo.
Este artigo foi publicado originalmente em alemão em 29 de janeiro de 2025 e traduzido por Jon Shelton. Foi atualizado em 30 de janeiro de 2025, para incluir notícias do lançamento de Yehoud e sete outros reféns, bem como declarações da família de Yehoud.
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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre
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26 de junho de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.
Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.
Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.
O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.
Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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