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‘Sou vista no departamento de calcinhas da M&S’: Lorraine Ashbourne em sua aquisição da TV em 2024 | Televisão

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Rebecca Nicholson

euorraine Ashbourne teve um ano incrível. “Eu sei! As pessoas ficam dizendo: ah, Deus, Lorraine, saia da televisão, queremos outra pessoa”, diz ela. “Mas foi extraordinário.” Ela começou em janeiro com o divertido thriller de desastre da ITV Depois do Dilúviointerpretando a mãe durona e enlutada de Sophie Rundle, Molly. Com o passar do ano, ela retornou a dois de seus papéis maiores e mais significativos, como a ex-policial espiã secreta Daphne Sparrow em Sherwoode vovó Joan na comovente e hilariante segunda série de Alma não é normal. Ela acabou em programas tão marcantes porque é exigente? “Absolutamente não. Eu farei qualquer coisa! Eu sou um encontro barato. É apenas o momento certo para que essas coisas se encaixem.”

No momento, Ashbourne está em casa, no norte de Londres. Ela cresceu em Manchester, onde frequentou a escola de teatro. Ela conheceu o marido, Andy Serkis, lá, quando ambos estrelavam uma peça no Royal Exchange, em 1989. Mas ela mora em Londres há “quarenta e tantos anos, então sou londrina”. Os três filhos adultos do casal ainda moram com eles e os pais de Ashbourne vão ficar; o pai dela acaba de completar 90 anos. “Estamos maltrapilhos. É uma casa ocupada.

Longe de casa, ela está vivenciando o que poderíamos chamar de uma ascensão profissional de Lorraine. “Acabei de me divertir”, diz ela. A primeira série de Sherwood terminou com a surpreendente revelação de que a chefe do crime local, Daphne Sparrow, já foi uma policial disfarçada com o codinome “Keats”, que estava escondida na comunidade local desde 1984. “Posso dizer honestamente que tenho ainda não falei com ninguém que conhecesse ou adivinhasse que Daphne era a pessoa certa”, diz ela. Ela se lembra de ter regravado alguns diálogos e perguntado aos técnicos do estúdio se eles já sabiam quem era. Eles não tinham a menor ideia. “Que coisa ótima de se fazer”, diz ela.

‘Ela está carregando tantos segredos’… Ashbourne como Daphne Sparrow em Sherwood. Fotografia: Sam Taylor/BBC/House Productions

Se Daphne estava nas sombras da primeira temporada, o escritor James Graham a moveu para a frente e para o centro da segunda temporada. Abrange um território ainda mais sombrio, à medida que a guerra de gangues e a violência armada chegam a Nottingham, e alguns dos outros segredos enterrados de Daphne são revelados. “Foi muito diferente interpretá-la na primeira e na segunda temporada”, diz Ashbourne. “Na primeira narrativa, Daphne era realmente bastante evasiva. Ela estava fervendo silenciosamente e forte no fundo.

A segunda série foi mais exigente e interpretar Daphne revelou-se mais difícil. “Para ser sincero, senti que na primeira série tudo estava encapsulado, fechado e finalizado lindamente. Eu não esperava uma segunda série, então foi uma surpresa.” Em seu retorno, a filha que Daphne havia desistido para adoção ainda bebê ressurge e se envolve no submundo dos Pardais. “Eu senti como se estivesse com um nó na garganta por uns quatro meses, porque ela guarda tudo dentro. Ela está carregando tantos segredos.” A série culmina em um confronto fantástico, quando Daphne e sua colega matriarca da família criminosa Ann Branson, interpretada por Monica Dolan, lutam até a morte em um píer à beira do lago, lançando insultos enquanto avançam. “É ótimo interpretar mulheres perigosas. Nós dois juntos tivemos um dia de campo.”

Ashbourne também retornou como a ultrajante, extravagante e amante de estampas de leopardo Vovó Joan, na comédia autobiográfica de Sophie Willan, Alma’s Not Normal. Ela conheceu Willan anos atrás, tomando uma xícara de chá e comendo uma fatia de bolo. “Eu gostei dela, achei ela linda, e ela apenas disse: ‘Eu vejo você como minha avó.’” Ashbourne concordou em ler o roteiro. “E foi uma loucura. Foi tipo, uau. Pensei, não sei se gosto disso ou não, mas farei. Ela era legal. Eu vou concordar com isso.” Só quando o elenco, incluindo Willan, Ashbourne e Jayde Adams, se reuniram para uma leitura é que tudo se encaixou, colocando-o no caminho da glória da vitória no Bafta. “Estou muito, muito orgulhosa de ter estado lá no início”, diz ela.

‘Joan é vulgar, suja e sexy. Ela deveria governar o país! Ashbourne com Siobhan Finneran (esquerda) e Sophie Willan (direita) em Alma’s Not Normal. Fotografia: Matt Squire/BBC/Expectation TV

Na segunda série, vovó Joan é diagnosticada com o câncer que acabará por matá-la. Tal é a magia de Alma que ela é desesperadamente triste e ainda assim cheia de gargalhadas. Ashbourne diz que foi emocionante para ela, porque Willan era muito próximo de sua avó na vida real. “Eu só queria que fosse brilhante para ela. É uma coisa incrivelmente corajosa de se fazer, abrir-se assim sobre sua mente, sobre sua vida, sobre sua família, sobre sua origem e sobre o que ela fez.” Ela diz que não há nada como Alma na TV. E quer esteja a mostrar aos vizinhos, a exibir as suas esculturas de pénis ou a semi-sequestrar o namorado esquizofrênico da filha, a avó Joan é uma força da natureza. “Eu interpretei alguns personagens fantásticos ao longo da minha vida, mas este está no topo. Joan é vulgar, suja e sexy. Ela é simplesmente linda de brincar. Ela deveria governar o país”, ela ri. Ela ficou tentada a manter alguma estampa de leopardo? “Tenho uma relação estranha com a estampa de leopardo desde que interpretei Joan, devo dizer. Não vejo da mesma forma.”

Ashbourne acaba de filmar Riot Women, a nova série do criador de Happy Valley Sally Wainwrightcerca de cinco mulheres em Hebden Bridge que formam uma banda punk improvisada. É a primeira vez que eles trabalham juntos e Ashbourne diz que parece o momento certo. “Considero esta a minha volta da vitória”, diz ela. “Tenho que ter cuidado para não falar muito sobre isso.” Você está na banda? “Eu estou na banda.” Que instrumento você toca? “Eu toco bateria. Ou eu tentar para tocar bateria.” Ela teve que aprender para o papel. “Suponho que qualquer instrumento exige muita disciplina e timing, e sou um lixo em todos eles. Mas na minha época de vida, quando penso: ‘Preciso aprender um instrumento’, isso entrou na minha vida. Tem sido brilhante.” Eles tocaram três músicas juntos, ao vivo, para um público de centenas de pessoas. “Então eu sinto que estive em uma banda de rock. Tem sido incrível.”

Recentemente, Ashbourne leu que a idade ideal para a confiança e autoestima das mulheres é 60 anos. (Ela tem 63 anos.) “Então, vamos lá! Riot Women aborda que temos muito a oferecer. Sim, estou na menopausa e tenho suores quentes. Meus ovários estão secando bem. Meus filhos não precisam mais de mim, tenho pais idosos, mas estamos maduros para assumir as coisas. E acho que me sinto um pouco assim em relação à minha carreira. É tipo, sim! Eu posso fazer isso. Ela está prestes a voltar a trabalhar em Bridgerton, tendo interpretado a governanta dos Featheringtons, Sra. Varley, desde o início. E After the Flood retornará para uma segunda série, com filmagens previstas para começar no próximo ano. “Mas acho que quero me aposentar, para ser sincera”, ela brinca.

Ashbourne raramente dá entrevistas. “Eu realmente não gosto de falar sobre mim, ponto final”, diz ela. “Gosto de mergulhar em outros personagens e em seu mundo, em oposição ao meu.” Mas certamente, depois do ano que ela teve, as pessoas estão começando a reconhecê-la um pouco mais? “São certos lugares, certos horários – como no departamento de calcinhas da Marks & Spencer.” Normalmente, as pessoas perguntam de onde a conhecem. “E você está relutante em ir: ‘Eu sou um atriz‘”, ela diz, projetando a última palavra. “E você repassa todo o seu repertório e eles dizem: ‘Não, não vi nenhum deles. Ah, espere um minuto: você está no meu time de dardos?’”



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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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