ACRE
Starmer diz que os deputados trabalhistas devem decidir por si próprios sobre a morte assistida, recusando-se a dizer como votará – Política do Reino Unido ao vivo | Política
PUBLICADO
2 anos atrásem
Andrew Sparrow
Principais eventos
O deputado conservador Danny Kruger postou um longo tópico nas redes sociais explicando por que ele se opõe ao projeto de lei da morte assistida. Aqui estão algumas de suas postagens.
O projeto de lei tenta e não consegue restringir-se aos casos extremos. Mas qualquer pessoa que consiga encontrar dois médicos para confirmar que está a 6 meses da morte – e um juiz para confirmar que está a tomar a sua própria decisão – pode qualificar-se.
(Na verdade, não se trata nem de ‘médicos’, mas de ‘médicos’, cuja definição será especificada posteriormente – portanto, uma enfermeira ou farmacêutico, eu acho.)
Você precisa estar registrado com o primeiro ‘praticante’ por 12 meses antes que ele possa dar luz verde. Se o segundo que você escolher não concordar em assinar seu formulário, você poderá comprar outro.
E se eles também não concordarem, eu acho – não está claro – você pode começar todo o processo novamente e repetir até conseguir o que deseja.
Portanto, é a morte a pedido, ainda que um pouco lenta e burocrática (por enquanto – até que os activistas convençam o Parlamento a acelerá-lo e simplificá-lo por motivos de compaixão).
E a propósito, você não precisa fazer tudo isso sozinho. Um ‘procurador’ – alguém que você conhece há 2 anos, ou alguém ‘de boa reputação na comunidade’ (o Conselheiro de Morte Assistida do Neighborhood, talvez) – pode cuidar de toda a papelada para você.
Stephen Flynn diz que concorrerá a um assento no parlamento escocês nas próximas eleições de Holyrood
Stephen Flynno líder do SNP em Westminster, apresentou um pedido para concorrer ao partido nas próximas eleições para o parlamento escocês, mas, se for eleito, também planeia continuar a ser deputado, relata a PA Media.
Escrita no jornal Press and JournalFlynn disse que espera ser acompanhado por atuais e ex-colegas em Westminster no objetivo de se tornar um MSP nas eleições de 2026. Ele disse que, se eleito, planeja permanecer como deputado por Aberdeen South até as próximas eleições gerais, mas não aceitará dois salários.
Ele escreveu:
Estou jogando meu boné no ringue. Procurarei a nomeação do meu partido para ser o seu candidato para Aberdeen South e North Kincardine nas eleições para o Parlamento Escocês de 2026.
Por que? Bem, é realmente simples. Não quero ficar de fora das próximas batalhas que nossa cidade, condado e país enfrentarão em Holyrood…
Na minha opinião, é claro que nos encontramos numa encruzilhada crucial na história da nossa nação.
À medida que John Swinney reconstrói o SNP e reorienta o seu governo, sinto que posso contribuir para o próximo capítulo e ajudar a construir a defesa da independência.
E, ao fazê-lo, pretendo ser tão desavergonhado como sempre ao colocar Aberdeen e a Escócia em primeiro lugar.
Flynn foi apontado como um futuro líder do SNP, mas na prática, para concorrer a esse cargo, ele precisaria ser um MSP, não um MP.
Kim Leadbeater projeto de lei para adultos com doenças terminais (fim da vida) aplicar-se-ia em Inglaterra e no País de Gales. Aqui está um artigo de Harriet Sherwood explicando o que faria.
Na Escócia, o MSP Liberal Democrata Liam McArthur apresentou um projeto de lei para permitir a morte assistida, mas o governo escocês disse que o parlamento escocês não pode aprová-lo porque as leis relativas às drogas letais estão reservadas a Westminster.
Na Irlanda do Norte, o DUP opõe-se fortemente à morte assistida, mas O Sinn Féin e o SDLP simpatizam com a mudança da lei para permitir isso.
Desemprego no Reino Unido aumenta à medida que crescimento salarial desacelera
O mercado de trabalho do Reino Unido mostrou novos sinais de arrefecimento após um aumento do desemprego em Setembro, enquanto o crescimento salarial abrandou, Richard Partington relatórios.
Starmer diz que os parlamentares trabalhistas devem decidir por si próprios sobre a morte assistida, recusando-se a dizer como votará
Bom dia. O Parlamento aprova leis importantes (bem como algumas leis bastante tediosas), mas normalmente o processo é previsível porque o governo está no comando e a maior parte do que ele faz é prenunciado num manifesto. Quando um ministro diz que “X se tornará lei”, normalmente isso acontece.
Mas a morte assistida é diferente porque o Trabalho O deputado Kim Leadbeater está a tentar alterar o projecto de lei através do processo de projecto de lei dos membros privados, os deputados terão voto livre e ninguém tem realmente a menor ideia do que irá acontecer. A principal incerteza é se os deputados votarão ou não para dar uma segunda leitura ao projeto de lei quando for debatido, na sexta-feira, 29 de novembro. Mas mesmo que seja aprovado em segunda leitura, dado o perigo inerente ao processo de lei do membro privado, ainda poderá ser difícil decidir se se tornará lei.
Leadbeater publicado a conta dela ontem à noite, e ela está dando um briefing sobre isso esta manhã. Aqui está nossa história noturna de Jessica Elgot, Harriet Sherwood e Kiran Stacey.
Embora os deputados trabalhistas tenham voto livre, as opiniões dos ministros e do primeiro-ministro continuarão a influenciar. Keir Starmer votou a favor da morte assistida quando o Commons debateu pela última vez um projeto de lei (em 2015 – foi derrotado por 33o votos a 118) e, quando questionado sobre esta questão antes das eleições, sempre deu a entender que, desde que as salvaguardas fossem adequadas, votaria novamente a favor.
Quando era diretor do Ministério Público em 2010, com o parlamento recusando-se a mudar a lei e o CPS sob pressão para processar pessoas que tinham claramente ajudado parentes com doenças terminais a morrer por bondade e não por malícia, Starmer emitiu nova orientação sobre o que poderia ter de acontecer para o CPS decidir que o processo não era do interesse público. Isto não alterou a lei, mas foi uma medida ousada de um DPP claramente frustrado com a forma como a lei funcionava.
Agora o projeto de lei foi aprovado e Starmer pode examinar as salvaguardas, que não são triviais. Mas ele ainda não disse definitivamente que votará a favor do projeto. Falando aos repórteres que viajavam com ele na cimeira da Cop29, ele disse que os deputados trabalhistas teriam de tomar as suas próprias decisões. Ele disse:
Olha, será uma votação livre e estou falando sério. Caberá a cada deputado decidir por si próprio como pretende votar.
Não vou exercer qualquer pressão sobre os deputados trabalhistas. Eles tomarão suas próprias decisões, assim como eu.
Obviamente, muito dependerá dos detalhes e precisamos encontrar o equilíbrio certo, mas sempre argumentei que serão necessárias salvaguardas adequadas.
Aqui está a agenda do dia.
10h: Kim Leadbeater dá uma coletiva de imprensa sobre seu projeto de lei sobre morte assistida. Charlie Falconer, o ex-chanceler que introduziu legislação semelhante na Câmara dos Lordes, e Sir Max Hill, o ex-diretor do Ministério Público e outro defensor do projeto de lei, também estarão presentes.
11h (horário do Reino Unido): Keir Starmer deverá dar uma conferência de imprensa em Baku, no Azerbaijão, onde participa na cimeira da Cop29. Mais tarde, ele fará um discurso confirmando a nova meta do governo reduzir as emissões em 81% em comparação com os níveis de 1990 até 2035.
Depois das 12h30: Os deputados debatem as fases restantes do projeto de lei da Câmara dos Lordes (pares hereditários).
Se você quiser entrar em contato comigo, poste uma mensagem abaixo da linha ou me envie uma mensagem nas redes sociais. Não consigo ler todas as mensagens BTL, mas se você colocar “André” em uma mensagem dirigida a mim, é mais provável que eu veja porque procuro postagens que contenham essa palavra.
Se você quiser sinalizar algo com urgência, é melhor usar as redes sociais. Ainda estou usando o X e verei algo endereçado a @AndrewSparrow muito rapidamente. Também estou experimentando Bluesky (@andrewsparrowgdn) e Threads (@andrewsparrowtheguardian).
Acho muito útil quando os leitores apontam erros, até mesmo pequenos erros de digitação. Nenhum erro é pequeno demais para ser corrigido. E também acho suas perguntas muito interessantes. Não posso prometer responder a todos, mas tentarei responder ao máximo que puder, seja BTL ou às vezes no blog.
Relacionado
VOCÊ PODE GOSTAR
ACRE
Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
1 dia atrásem
9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
Relacionado
ACRE
Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
2 dias atrásem
8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
Relacionado
ACRE
Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
1 semana atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
Warning: Undefined variable $user_ID in /home/u824415267/domains/acre.com.br/public_html/wp-content/themes/zox-news/comments.php on line 48
You must be logged in to post a comment Login