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Superlua promete espetáculo no céu e tensão astrológica – 17/10/2024 – Astrologia
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Nesta quinta-feira (17), o céu será iluminado pela chamada Lua do Caçador, a Lua cheia de outubro, que traz consigo algumas particularidades. Desta vez, o fenômeno será uma Superlua, quando o satélite natural atinge sua máxima aproximação da Terra, resultando em uma aparência maior e mais brilhante do que o normal.
Além disso, essa Lua cheia será marcada por uma configuração astrológica de alta tensão, já que forma uma cruz com Sol, Marte e Plutão no céu, um alinhamento que gera desafios energéticos.
É importante lembrar que os efeitos astrológicos variam de pessoa para pessoa, dependendo dos trânsitos lunares individuais. Ao final deste texto, você encontrará sugestões de como cada signo pode tirar proveito desse período.
QUANDO OCORRE
A Lua cheia de outubro tem início às 8h26 (horário de Brasília) desta quinta-feira, no signo de áries. Segundo a Nasa, o fenômeno pode ser visto em todo o Brasil até sexta-feira (18). Será a maior Superlua de 2024, com um brilho mais intenso do que em outras ocasiões.
Na sexta, a Lua ingressa em touro, e a fase minguante começa no dia 24, quando o satélite estará em leão.
POR QUE É CHAMADA DE LUA DO CAÇADOR
A Lua cheia de outubro é conhecida como Lua do Caçador por ocorrer após a Lua da Colheita. Também é chamada de Lua da Viagem, em referência à migração das aves, ou Lua Sanguínea, associada ao início do outono no hemisfério norte, quando as plantas começam a morrer.
Na astrologia, porém, esses nomes não possuem significado especial. O mais relevante é que a Lua cheia, considerada a fase mais intensa, amplifica emoções e ações.
A ENERGIA DA LUA CHEIA DE OUTUBRO
Astrologicamente, a Lua cheia ocorre quando o Sol e a Lua estão em oposição, ou seja, em signos opostos –neste caso, libra e áries. Esse alinhamento cria uma tensão natural.
O cenário se torna mais crítico devido à cruz astrológica formada entre Sol, Lua, Marte e Plutão. Segundo a astróloga Vanessa Tuleski, essa configuração pode desencadear crises e mudanças inesperadas. Por isso, cautela e paciência são essenciais para lidar com a intensa energia desta Lua cheia.
COMO APROVEITAR A LUA CHEIA
Embora a Lua cheia seja um momento de tensão, cada pessoa sente seus efeitos de maneira diferente, dependendo de onde o fenômeno ocorre em seu mapa astral.
Para saber como isso afeta você, é necessário verificar o trânsito personalizado da Lua. O processo é simples e gratuito:
1. Acesse aqui o horóscopo personalizado do Personare.
2. Faça login ou crie uma conta, inserindo seus dados de nascimento.
3. Nos seus trânsitos, localize as posições do Sol e da Lua.
4. Verifique essa informação no dia 17 de outubro, início da Lua cheia, para saber em qual casa a Lua estará.
Com essa informação em mãos, confira abaixo as previsões para a Lua cheia de outubro.
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Casa 1: reflete transformações em você mesmo ou na sua postura diante da vida. Pode indicar a necessidade de mudar sua atitude ou aparência.
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Casa 2: envolve questões financeiras e seus talentos. Pergunte-se: estou usando meus recursos e habilidades da melhor forma?
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Casa 3: relaciona-se à comunicação e ao pensamento. Quais mudanças você gostaria de fazer na sua forma de se expressar ou aprender?
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Casa 4: conecta-se à família e à vida doméstica. Pode ser um bom momento para transformar algo em casa ou resolver questões familiares.
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Casa 5: foca em filhos, lazer e criatividade. Você sente necessidade de promover mudanças nessas áreas da sua vida?
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Casa 6: diz respeito a trabalho, saúde e rotina. Transformações práticas podem estar no horizonte.
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Casa 7: refere-se aos relacionamentos e parcerias. É hora de revisar ou transformar suas conexões com os outros?
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Casa 8: envolve mudanças profundas e a superação de obstáculos. Algo que precisa ser resolvido para que a vida flua melhor?
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Casa 9: expansão de horizontes, seja através de viagens, estudos ou novas crenças. O que você deseja explorar ou expandir?
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Casa 10: está ligada à carreira, à imagem pública e aos objetivos de longo prazo. Alguma transformação necessária na sua vida profissional?
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Casa 11: relaciona-se a grupos e metas para o futuro. Novos projetos ou conexões em grupo podem ser transformadores.
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Casa 12: convida à reflexão sobre o que precisa ser concluído em sua vida. Que ciclo chegou ao fim, mas você ainda não conseguiu encerrar?
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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre
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26 de junho de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.
Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.
Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.
O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.
Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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