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INSS: Saiba com qual idade você vai se aposentar e quanto vai receber | Aposentadoria
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2 anos atrásem
Em 2024, as regras para aposentadoria pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) foram atualizadas. Isso acontece porque o período de transição previsto na reforma da Previdência estipulou mudanças anuais das regras para se aposentar até 2031. Ou seja, a cada ano que passa, a idade mínima para se aposentar aumenta.
Mas a resposta para quando você vai se aposentar ou quanto vai receber de benefício do INSS depende de alguns fatores: quando começou a contribuir (se antes ou depois da reforma), valor e período de contribuição para o INSS e seu gênero.
- Então como saber com qual idade vai se aposentar? Para saber quanto tempo falta para se aposentar e as exigências para pedir o benefício pelo INSS, o trabalhador pode acessar o aplicativo do INSS ou o site Meu INSS e fazer uma simulação da própria aposentadoria.
A simulação feita no Meu INSS não garante o direito à aposentadoria, no entanto, seja pela não inclusão ou por alteração de informações durante o processo.
Ao solicitar o benefício da aposentadoria, o INSS pode pedir que os segurados apresentem outros documentos para comprovar os períodos de trabalho e de contribuição. Portanto, é importante conferir o Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS) e verificar se todos os registros do sistema estão corretos.
- Pelas regras atuais, as mulheres que começaram a contribuir para o INSS após aprovação da reforma, em novembro de 2019, podem se aposentar pelo critério de idade a partir dos 62 anos se tiverem pelo menos 15 anos de contribuição.
- Já os homens que começaram a contribuir ao INSS depois da entrada em vigor da reforma poderão se aposentar depois de completarem 65 anos e com pelo menos 20 anos de contribuição.
Mas as pessoas que começaram a contribuir para os INSS antes da reforma e estão prestes a se aposentar seguem as regras da transição estabelecidas no texto.
Para este grupo de trabalhadores, em 2024, a idade mínima para as mulheres se aposentarem pelo INSS é de 58 anos e meio, mas é preciso que tenha cumprido um tempo mínimo de contribuição de 30 anos. Para homens, a idade mínima atual para se aposentar é de 63 anos e meio, além do tempo mínimo de contribuição de 35 anos.
A idade mínima para se aposentar é progressiva durante o período de transição estabelecido pela reforma, o que significa que ela aumentará seis meses todos os anos até 2031. Da seguinte forma:
Idade mínima para se aposentar pelo INSS*
| ANO | HOMEM | MULHER |
| 2024 | 63 anos e meio | 58 anos e meio |
| 2025 | 64 anos | 59 anos |
| 2026 | 64 anos e meio | 59 anos e meio |
| 2027 | 65 anos | 60 anos |
| 2028 | 65 anos | 60 anos e meio |
| 2029 | 65 anos | 61 anos |
| 2030 | 65 anos | 61 anos e meio |
| 2031 | 65 anos | 62 anos |
*para pessoas que começaram a contribuir ao INSS antes da reforma da Previdência, considerando que a contribuição mínima é de 30 anos para mulheres, e de 35 anos para homens.
Além dos critérios para aposentadoria pela idade mínima e por tempo de contribuição, trabalhadores que estão à beira de se aposentar precisam ficar atentos às outras exigências estabelecidas pela reforma da Previdência que vigoram neste ano:
- a regra dos pontos, que soma o tempo de contribuição com a idade, também mudou. A pontuação mínima exigida é de 91 pontos para mulheres e de 101 pontos para homens;
- pela regra atual, para se aposentar pelo critério de idade, mulheres devem ter 62 anos ou mais e pelo menos 15 anos de contribuição. Já os homens precisam ter completado 65 anos de idade e 20 anos de contribuição para poderem se aposentar pela regra de idade.
Quanto vou receber quando me aposentar?
Com o aumento do salário mínimo para R$ 1.412 em 2024, a alíquota progressiva de contribuição para fins de recolhimento ao INSS também foi alterada. O valor mínimo para aposentadoria pelo INSS em 2024 é o salário mínimo nacional, e o teto previdenciário atual é de R$ 7.786,02.
O valor da aposentadoria do INSS é calculado com base na média dos salários de contribuição do trabalhador, acrescido de um percentual que varia de acordo com o tempo de contribuição.
Quer dizer, o valor de benefício da aposentadoria é de 60% da média dos salários de contribuição do trabalhador do setor privado. Mas, a cada ano de contribuição que exceder 20 anos para homens e 15 anos para mulheres, o valor da aposentadoria aumenta 2%.
Como simular minha aposentadoria
Para fazer a simulação da aposentadoria pelo site do Meu INSS, siga este passo a passo:
- entre no site meu.inss.gov.br e digite seu CPF e senha. Caso não tenha senha, cadastre uma;
- vá em “Serviços” e clique em “Simular Aposentadoria“;
- confira as informações que aparecerão na tela. O site vai mostrar sua idade, sexo e tempo de contribuição, além de quanto tempo falta para aposentadoria, segundo cada uma das regras em vigor.
Já no aplicativo pelo celular, faça o seguinte caminho para simular a aposentadoria:
- baixe o aplicativo Meu INSS (disponível para Android e iOS);
- se necessário, clique no botão “Entrar com gov.br” e digite seu CPF e senha. Caso não tenha senha, cadastre uma;
- abra o menu lateral (na parte superior esquerda) e clique em “Simular Aposentadoria“;
- cheque as informações que aparecerão na tela. O site vai mostrar sua idade, sexo e tempo de contribuição, além de quanto tempo falta para a aposentadoria, conforme as regras em vigor;
- caso precise corrigir algum dado pessoal basta clicar no ícone de lápis (à direita).
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Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural — Universidade Federal do Acre
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3 de julho de 2026A Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex) da Ufac realizou o lançamento do projeto “Extensão Universitária: Implantação e Divulgação de Unidade de Produção Rural Integrada para a Amazônia”, o qual coordenado pela professora Marilene Santos, é viabilizado por emenda parlamentar do senador Alan Rick (Republicanos-AC), no valor de R$ 5,7 milhões. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 3, no laboratório de mecanização, e foi marcado pela entrega de equipamentos agrícolas para uso de agricultores familiares.
A rede de apoio atende produtores orgânicos, integrantes do Movimento das Mulheres Camponesas e produtores de cacau de Acrelândia (AC), englobando ações em municípios acreanos como Rio Branco, Porto Acre, Bujari e Capixaba. Entre as frentes técnicas desenvolvidas, destacam-se a implantação de sistemas agroflorestais, o incentivo à adubação verde, melhorias na suinocultura, o manejo de pastagens e o fomento à cultura do cacau, com a meta de ampliar a produção regional para mais de 10 mil pés.
No total, a iniciativa atende a cinco grupos de produtores que recebem o acompanhamento especializado de uma equipe de cinco pesquisadores da Ufac, cinco engenheiros agrônomos, técnicos de nível superior, além de bolsistas de graduação e de mestrado.
“Aqui temos os melhores pesquisadores. Estamos muito felizes com essa entrega, que temos certeza de que ajudará nossos estudantes a entrarem com uma perspectiva diferente no mercado de trabalho”, destacou a reitora Guida Aquino.
A coordenadora do projeto, Marilene Santos, disse que a ação é uma semente que foi plantada e colherá bons frutos quando chegar ao resultado final. “Agradeço ao senador pela iniciativa.” Segundo Alan Rick, é preciso investir na base. “Não vamos conseguir colher a plantação se não houver nada plantado”, pontuou. “É um imenso prazer saber que contribuí em um projeto como esse.”

A equipe técnica e de pesquisadores que compõem o projeto é formada pelos professores Almecina Balbino Ferreira, Bruna Viana, Eduardo Pacca Matar, Eduardo Mitke Brandão, Matheus Matos e Sebastião Elviro Neto, além dos colaboradores Patrícia Cunha e Rogério da Silva Correia.
Também compuseram o dispositivo de honra os vereadores Neném Almeida (MDB) e Zé Lopes (Republicanos).
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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Ufac obtém 3º lugar nacional em chamada pública do Procel — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
2 de julho de 2026Proposta da Ufac, elaborada pelo Instituto eAmazônia, sobre energia sustentável e inovação para o edifício múltiplo do campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, obteve o 3º lugar na classificação nacional e o 2º na classificação da região Norte na chamada pública Energia Zero em Prédios Públicos, do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel).
O projeto contempla a modernização dos sistemas de iluminação e de climatização do edifício, além da instalação de um sistema de geração de energia fotovoltaica. As intervenções têm como objetivo reduzir o consumo de energia elétrica da edificação e equilibrar a geração local com o consumo anual, caracterizando o conceito de “Edifício Energia Zero”.
A nota final da proposta da Ufac foi de 7,62. No projeto, o eAmazônia prevê investimento de R$ 1.348.587,92 em recursos não reembolsáveis da Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional S.A., no âmbito do Procel.
Após a homologação do resultado da chamada pública, a Ufac dará continuidade aos procedimentos para assinatura do termo de cooperação técnica. A previsão é que a execução das intervenções ocorra em até 24 meses, seguida por um período de monitoramento para verificação das metas estabelecidas pelo programa.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Fórum de reitores debate desafios para ensino superior público — Universidade Federal do Acre
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4 dias atrásem
1 de julho de 2026A reitora Guida Aquino participou do 1º Fórum de Reitoras e Reitores da América Latina e do Caribe, realizado na segunda-feira, 29, e terça-feira, 30, em Foz do Iguaçu (PR), reunindo dirigentes de 89 instituições brasileiras, entre universidades e institutos federais, além de 67 representantes de 17 países latino-americanos e caribenhos, para debater os desafios e as perspectivas da educação superior pública, da cooperação internacional e da integração regional.
“A integração entre as universidades da América Latina e do Caribe é fundamental para o fortalecimento da educação superior pública, da produção científica e da construção de respostas conjuntas aos desafios sociais, econômicos e ambientais que compartilhamos enquanto região”, disse a reitora.
Durante a programação, foram debatidos temas estratégicos como a democratização do acesso ao ensino superior, a inclusão social, a mobilidade acadêmica, a pesquisa e a inovação, bem como mecanismos para ampliar a cooperação internacional e fortalecer as redes de produção científica e tecnológica entre os países participantes.
O evento contou com a participação do ministro da Educação, Leonardo Barchini, e do secretário de Educação Superior do Ministério da Educação, Marcus David, além de representantes de organismos internacionais e lideranças acadêmicas.
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