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‘Surge de armas’: Quanta ajuda à Ucrânia Biden aprovou após a vitória de Trump? | Notícias de Donald Trump
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O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, pediu ao Departamento de Defesa que apressasse as entregas de armas à Ucrânia depois que a Rússia lançou um Ataque no dia de Natal na infra-estrutura energética do seu vizinho mais pequeno.
Os comentários de Biden na quarta-feira ocorrem num momento em que a sua administração se esforça para enviar assistência militar à Ucrânia antes do presidente eleito. Inauguração de Donald Trump em 20 de janeiro. Veja aqui o que os EUA se comprometeram com a Ucrânia desde a eleição de Trump em novembro e por que Biden está com pressa para levar dinheiro e suprimentos para a Ucrânia.
Qual foi o ataque de Natal à Ucrânia?
Na quarta-feira, a Rússia atacou a Ucrânia com drones e mísseis de cruzeiro e balísticos. O ataque feriu pelo menos seis pessoas em Kharkiv e matou uma em Dnipropetrovsk, segundo as autoridades locais.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, disse que a Rússia “escolheu deliberadamente o Natal” para lançar um ataque à infra-estrutura energética da Ucrânia.
“O que poderia ser mais desumano?” Zelenskyy perguntou em um post X na quarta-feira.
A Ucrânia – que anteriormente celebrava o Natal de acordo com o calendário ortodoxo, tal como a Rússia, no dia 7 de Janeiro – marcou-o nos últimos dois anos durante a guerra da Rússia contra o país no dia 25 de Dezembro, tal como o Ocidente.
Keith Kellogque Trump escolheu para ser seu enviado especial para a guerra na Ucrânia, condenou o ataque, dizendo: “O Natal deveria ser uma época de paz, mas a Ucrânia foi brutalmente atacada no dia de Natal”, acrescentando que os EUA estão empenhados em trazer a paz à Ucrânia .
Todo ataque russo massivo requer tempo de preparação. Nunca é uma decisão espontânea. É uma escolha deliberada – não apenas de metas, mas também de calendário e data.
Hoje, Putin escolheu deliberadamente o Natal para um ataque. O que poderia ser mais desumano? Mais de 70 mísseis,… pic.twitter.com/GMD8rTomoX
– Volodymyr Zelenskyy / Volodymyr Zelensky (@ZelenskyyUa) 25 de dezembro de 2024
O que Biden disse?
Biden divulgou um comunicado na quarta-feira condenando o ataque da Rússia.
“O objectivo deste ataque escandaloso foi cortar o acesso do povo ucraniano ao calor e à electricidade durante o Inverno e pôr em risco a segurança da sua rede”, afirma o comunicado.
A declaração acrescentava: “Nos últimos meses, os Estados Unidos forneceram à Ucrânia centenas de mísseis de defesa aérea e mais estão a caminho. Ordenei ao Departamento de Defesa que continue o seu aumento de entregas de armas à Ucrânia.”
Esta promessa é a mais recente entre várias que Biden fez desde a administração de Trump vitória eleitoral contra a vice-presidente de Biden, Kamala Harris. Desde então, a administração Biden tem lutado para enviar apoio militar à Ucrânia antes de Trump assumir o cargo.
Quanta ajuda a Ucrânia recebeu dos EUA?
De acordo com uma ficha informativa publicada pela Casa Branca em 2 de dezembro, os EUA comprometeram 61,4 mil milhões de dólares em ajuda de segurança à Ucrânia desde o início da guerra em grande escala da Rússia, em 24 de fevereiro de 2022.
Em 2 de dezembro, a administração Biden anunciou um pacote de assistência militar de 725 milhões de dólares com munições, sistemas de mísseis terra-ar, armas ligeiras, peças sobressalentes e equipamento de demolição. Este foi enviado pela Presidential Drawdown Authority (PDA), aprovada pelo Congresso dos EUA.
Os EUA prometeram US$ 988 milhões em ajuda militar para a Ucrânia em 7 de dezembro. Este pacote incluía drones e munições para o Sistemas de foguetes de artilharia de alta mobilidade (HIMARS)que os EUA haviam fornecido à Ucrânia anteriormente. Em vez do PDA, este foi enviado pela Iniciativa de Assistência à Segurança da Ucrânia (USAI).
Então, em 12 de dezembro, o Secretário de Estado Antony Blinken revelado um pacote de ajuda militar a Kiev no valor de 500 milhões de dólares, incluindo munições HIMARS, drones e veículos blindados. Isto também foi enviado do PDA.
Quanto mais ajuda militar Biden poderia enviar à Ucrânia?
Com os republicanos no controlo de ambas as câmaras do novo Congresso, que toma posse no início do ano, é pouco provável que Biden, um democrata, consiga obter aprovações para novos financiamentos para a Ucrânia. Trump e muitos republicanos leais a ele deixaram claro que se opõem ao que descrevem como um “cheque em branco” em termos de financiamento para a Ucrânia.
Mesmo sem aprovações adicionais, Biden ainda tem uma quantia de fundos que seu governo planeja investir para obter o máximo de ajuda possível à Ucrânia antes que o homem de 82 anos entregue as chaves da Casa Branca a Trump.
No final de Novembro, restavam entre 4 mil milhões e 5 mil milhões de dólares no PDA. Mesmo com 1,5 mil milhões de dólares deste montante posteriormente comprometidos por Biden, o presidente cessante ainda tem uma fonte significativa de dinheiro para tentar chegar à Ucrânia.
De agosto de 2022 a 12 de dezembro deste ano, a administração Biden utilizou o PDA 55 vezes para enviar assistência à Ucrânia.
Além disso, cerca de 2,2 mil milhões de dólares permanecem sob a USAI para uso de Biden.
Porque é que a administração Biden se apressa a enviar ajuda à Ucrânia?
Trump tem questionado Envolvimento financeiro dos EUA na Ucrânia.
Durante um evento de campanha na Geórgia, em Setembro, Trump disse: “Cada vez que Zelenskyy vem aos Estados Unidos, sai com 100 mil milhões de dólares”, citando uma estatística inventada.
“Estaremos presos nessa guerra a menos que eu seja presidente”, disse ele no comício.
O presidente eleito disse que quer pôr um fim imediato à guerra na Ucrânia, levantando preocupações de que possa cortar o apoio a Kiev assim que assumir o cargo.
Em 13 de dezembro, John Kirby, o porta-voz da segurança nacional dos EUA, disse que Biden “continuaria a fornecer pacotes adicionais até o final desta administração”.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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