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Surgem detalhes sobre o suspeito de assassinato do CEO da UnitedHealthcare – DW – 11/12/2024
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O homem acusado com o assassinato do CEO da UnitedHealthcare, Brian Thompson, no NÓS foi escoltado até um tribunal da Pensilvânia na terça-feira, enquanto lutava brevemente com a polícia e tinha uma explosão de raiva.
O jovem de 26 anos, que foi preso um dia antes após uma grande caçada humana, gritou “…completamente fora de alcance e um insulto à inteligência do povo americano!” para alguns repórteres.
ThompsonCEO do braço de seguros da UnitedHealth, foi baleado e morto em frente a um hotel em Manhattan na manhã de quarta-feira da semana passada por um homem mascarado que aparentemente esperava sua chegada antes de atirar no executivo pelas costas.
Suspeito de se declarar inocente
O suspeito, Luigi M., foi preso após uma caçada humana massiva em um McDonald’s em Altoona, Pensilvânia, cerca de 375 quilômetros (233 milhas) a oeste de Nova York, sob acusação de porte de arma. Ele foi encontrado com uma arma de fogo não rastreável montada a partir de peças.
Ele também carregava vários cartões de identificação falsos.
Seu advogado, Tom Dickey, disse aos repórteres que se declararia inocente das acusações.
Luigi M. também planeava opor-se à extradição para Nova Iorque, acrescentou o seu advogado de defesa, onde é acusado de homicídio e outros crimes. Isto poderá atrasar o processo por semanas, mas espera-se que ele seja eventualmente transferido.
Por enquanto, o suspeito permanecerá preso na Pensilvânia, onde enfrenta acusações de porte de arma e falsificação.
Acredita-se que o motivo seja frustração com o sistema de saúde
Ao ser preso, o suspeito portava um manifesto manuscrito. O New York Times relatou que os investigadores descobriram que ele via o assassinato como uma resposta justificada à corrupção no setor de saúde.
“Esses parasitas simplesmente mereciam”, dizia o manifesto.
Ele escreveu no manifesto que os EUA têm o sistema de saúde mais caro do mundo, queixando-se de que os lucros das grandes corporações estão a aumentar, em oposição à “nossa esperança de vida”, de acordo com o boletim de detenções policiais obtido pela agência de notícias Associated Press.
O boletim policial também citou postagens nas redes sociais do suspeito, nas quais ele chamou de “Unabomber” Ted Kaczynski, que realizou uma série de atentados enquanto protestava contra a sociedade e a tecnologia modernas, de “revolucionário político”.
“Tive a oportunidade de ler o manifesto”, disse o chefe dos detetives do Departamento de Polícia de Nova York, Joseph Kenny, no programa de TV Good Morning America.
“Está escrito à mão. Ele dá alguma indicação de que está frustrado com o sistema de saúde dos Estados Unidos.”
O sistema de saúde americano é racista?
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O que se sabe sobre o suspeito
O suspeito era formado pela Ivy League e também frequentava uma escola particular.
Muitos relatos da mídia coletados em suas postagens nas redes sociais informavam que ele sofria de dores crônicas nas costas que afetavam sua vida diária. Em seu perfil de mídia social X havia uma imagem do que parece ser um raio-X com parafusos e placas na região lombar.
Amigos citados por agências de notícias também disseram que sua dor crônica nas costas limitava sua vida diária.
Luigi M. trabalhou em um site de compra de carros chamado TrueCar de 2022 até o final de 2023 como engenheiro de dados, disse um colega de trabalho à agência de notícias Reuters. Ele o descreveu como “incrivelmente inteligente” e amigável.
A UnitedHealth foi uma das seguradoras oferecidas pelo empregador de Luigi M..
O suspeito também viveu brevemente na comunidade de convivência Surfbreak em Honolulu. Ele praticava surf, escalada e também liderava um clube do livro, disse o fundador ao canal havaiano Civil Beat.
“O Luigi que eu conheci é completamente incompatível com um assassino”, disse RJ Martin, o fundador da comunidade, à MSNBC, descrevendo-o como engraçado, gentil e atencioso.
Ele deixou a comunidade e foi para o continente para fazer uma cirurgia devido a problemas nas costas.
A proeminente família imobiliária do suspeito em Maryland disse que ficou “chocada e arrasada” com o incidente.
“Oferecemos nossas orações à família de Brian Thompson e pedimos às pessoas que orem por todos os envolvidos”.
A prisão levou vários outros a expressar frustração com o sistema de saúde americano nas redes sociais.
*Nota do editor: A DW segue o código de imprensa alemão, que sublinha a importância de proteger a privacidade de suspeitos de crimes ou vítimas e obriga-nos a abster-nos de revelar nomes completos em tais casos.
tg/rmt (AFP, AP, Reuters)
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026
A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.
A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.
O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.
O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.
Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.
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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.
A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.
Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.
A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.
O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”
O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”
A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.
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