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Suspeito de bombardeio de Cabul preso: o que isso significa para as relações EUA-Paquistão | Notícias do ISIL/ISIS

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Suspeito de bombardeio de Cabul preso: o que isso significa para as relações EUA-Paquistão | Notícias do ISIL/ISIS

Islamabad, Paquistão – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, revelou durante seu endereço ao Congresso Na noite de terça -feira, que um cidadão afegão, supostamente envolvido no planejamento do atentado mortal de agosto de 2021 no aeroporto de Cabul, havia sido preso com a assistência do Paquistão.

O ataque ocorreu enquanto as forças americanas estavam ajudando a evacuação da cidade após a aquisição de Kabul do Taliban.

Em seu primeiro discurso ao Congresso, depois de assumir o cargo para seu segundo mandato, Trump se referiu à explosão do aeroporto de Cabul, chamando -o de “o momento mais embaraçoso da história do nosso país”.

“Hoje à noite, tenho o prazer de anunciar que acabamos de prender o principal terrorista responsável por essa atrocidade, e ele está agora a caminho aqui para enfrentar a rápida espada da justiça americana. E quero agradecer especialmente ao governo do Paquistão por ajudar a prender esse monstro ”, declarou o presidente dos EUA na noite de segunda -feira.

O primeiro -ministro paquistanês Shehbaz Sharif, em comunicado, agradeceu a Trump por “apreciar o papel e o apoio do Paquistão nos esforços de contraterrorismo em toda a região”.

Ele confirmou que Mohammad Sharifullah, comandante da afiliada do ISIL (ISIS) na província de Khorasan (ISKP), era um cidadão afegão capturado em uma operação realizada na região fronteiriça do Paquistão-Afenistão.

“Como é conhecido, o Paquistão sempre desempenhou um papel crítico nos esforços de contra-terrorismo, com o objetivo de negar refúgios seguros a terroristas e grupos militantes o espaço para operar contra qualquer outro país”, escreveu Sharif em uma mensagem em X, a plataforma de mídia social, na quarta-feira, usando uma ortografia diferente para o nome da suposta bombardeio.

O desenvolvimento ocorre um dia depois de um bombardeio Na província de Khyber Pakhtunkhwa, no noroeste do Paquistão, onde um ataque suicida matou 12 civis. Na semana passada, outro explosão da bomba suicida Em uma mesquita na mesma província, matou pelo menos quatro pessoas, com muitas suspeitando do envolvimento do ISKP.

Qual foi o bombardeio do portão da Abbey no aeroporto de Kabul?

Enquanto o Taliban assumiu Cabul em 15 de agosto de 2021, as autoridades dos EUA estabeleceram um prazo de 31 de agosto para evacuar todas as tropas americanas estacionadas no Afeganistão nos últimos 20 anos.

No entanto, em 26 de agosto, como milhares de afegãos procuraram uma fuga de Cabul, um atentado suicida no ponto de entrada do aeroporto, conhecido como Abbey Gate, matou quase 200 pessoas, incluindo 13 soldados americanos.

Uma investigação subsequente dos EUA revelou que o bombardeiro, identificado como Abdul Rahman al-Logari, era membro do ISKP desde 2016. Ele era um dos milhares de membros da ISKP libertados pelo Taliban depois que assumiram o controle do país em agosto de 2021.

Três dias após o ataque do portão da Abbey, as forças americanas lançaram uma greve de drones no centro de Cabul, supostamente direcionando um comandante do ISKP.

No entanto, o míssil matou pelo menos 10 civis, incluindo sete filhos. Inicialmente, os EUA alegaram ter eliminado com sucesso seu alvo, mas depois admitiram que foi um erro e emitiu um pedido de desculpas.

Cerca de 200 pessoas, incluindo 13 soldados americanos, foram mortos em um ataque suicida no aeroporto de Cabul em 26 de agosto de 2021 (arquivo: Wali Sabawoon/AP Photo)

Quem é Sharifullah e como ele foi preso?

Enquanto o primeiro -ministro Sharif divulgou que o indivíduo preso era um cidadão afegão, ele não forneceu detalhes sobre como a operação foi realizada.

Uma fonte do governo disse à Al Jazeera que a operação demonstrou “forte cooperação” entre os estabelecimentos de segurança dos EUA e do Paquistão nos esforços de contraterrorismo.

A fonte revelou ainda que as forças de segurança paquistanesas começaram a rastrear o Sharifullah depois de receber inteligência dos EUA “alguns dias atrás”.

“Ele foi preso no final de fevereiro, perto da fronteira do Paquistão-Afeganistão, em uma operação conduzida exclusivamente pelas agências de segurança paquistanesas. Posteriormente, o indivíduo foi extraditado para os EUA para o devido processo legal ”, afirmou a fonte do governo.

“A prisão de Sharifullah também prova que a posição do Paquistão no Afeganistão ser um foco de terrorismo é absolutamente correta”, acrescentou a fonte, falando anonimamente, pois não estavam autorizados a discutir o assunto publicamente.

O Paquistão há muito critica o governo do Taliban por não conter a presença de grupos armados em solo afegão, que lançam ataques dentro do território paquistanês. O governo afegão negou consistentemente essas acusações.

De acordo com a CNN da US News, o diretor da CIA, John Ratcliffe, levantou a questão durante seu primeiro telefonema com o chefe de inteligência do Paquistão, o general Asim Malik, logo após assumir o cargo.

Sharifullah, também conhecido pelo pseudônimo de Jafar, chegou aos EUA na quarta -feira de manhã. O diretor do FBI, Kash Patel, confirmou sua chegada. “Jafar terrorista está oficialmente sob custódia dos EUA”, disse ele.

Presidente Donald Trump
O presidente Donald Trump, em seu discurso ao Congresso dos EUA, revelou que o Paquistão ajudou a prender um indivíduo que se suspeita de estar envolvido no planejamento do bombardeio do aeroporto de agosto de 2021, em 4 de março de 2025 (Win McNamee/Pool via Reuters)

O que essa prisão significa para as relações do Paquistão-EUA?

Com o interesse dos EUA na região diminuindo e os laços do Paquistão com a China – o principal rival geopolítico de Washington – crescendo, o relacionamento entre as duas nações permaneceu morno nos últimos anos.

No entanto, Maleeha Lodhi, ex -embaixador do Paquistão nos EUA, acredita que a operação sinaliza que a cooperação contraterrorismo entre os dois países permanece forte.

“Apesar da falta de envolvimento suficiente no nível político, os laços militares a militares continuam fortes, o que tem sido o caso nesse relacionamento de montanha-russa”, disse ela a Al Jazeera.

Qamar Cheema, especialista em assuntos internacionais e diretor executivo do Sanober Institute, com sede em Islamabad, ecoou esse sentimento.

“É importante entender que os EUA vêem o Afeganistão através de uma lente paquistanesa. A visão paquistanesa é que armas ilegais feitas nos EUA no Afeganistão estão sendo usadas por grupos armados para realizar ataques no Paquistão e na região ”, disse ele à Al Jazeera.

“Os funcionários de ambos os países acreditam que devem trabalhar juntos para manter a estabilidade regional. Esta operação mostra que há clareza no governo dos EUA sobre a importância do Paquistão – algo que era menos visível durante a administração anterior de Biden ”, acrescentou Cheema.

No entanto, Lodhi, que também atuou como embaixador do Paquistão no Reino Unido e nas Nações Unidas, acredita que o relacionamento mais amplo do Paquistão-EUA precisa de uma redefinição, como está em um ponto baixo desde a retirada dos EUA do Afeganistão em 2021.

“O que esse último desenvolvimento mostra é que a cooperação continua em uma largura de banda estreita e ainda não encontrou uma base mais ampla. O Paquistão não está na lista de prioridade da política externa de Trump, mas a prisão e a gratidão de Trump com o Paquistão apresentam a oportunidade de explorar como o relacionamento pode ser reconstruído e redefinido ”, disse ela.

“Mas é importante não exagerar o significado dessa prisão para as relações do Paquistão-EUA, que precisam de uma grande redefinição”.

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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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