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Swiatek, número 2 do mundo do tênis, recebe suspensão por doping de 1 mês – DW – 28/11/2024
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Pentacampeão do Grand Slam Iga Swiatek aceitou uma suspensão de um mês após teste positivo para a substância proibida trimetazidina, um medicamento para o coração conhecido como TMZ, o International Tênis Agência de Integridade (ITIA) anunciou na quinta-feira.
Swiatek foi reprovado em um teste antidoping fora de competição em agosto.
A ITIA disse ter aceitado a explicação dela de que o resultado não foi intencional e foi causado pela contaminação de um medicamento sem receita médica, a melatonina, que Swiatek vinha tomando para problemas de jet lag e sono.
A ITIA disse que determinou que seu nível de culpa estava “no limite mais baixo da faixa, sem culpa significativa ou negligência”.
Os jogadores podem, em teoria, enfrentar punições muito mais severas, até proibições vitalícias de competição in extremis, por violarem dopagem regras.
Swiatek fala de alívio após a experiência ‘mais difícil’ da vida até agora
O jogador polonês de 23 anos, atualmente número 2 do mundo e no topo das paradas durante grande parte do ano passado, postou um vídeo nas redes sociais discutindo os últimos meses.
“Esta experiência, a mais difícil da minha vida até agora, ensinou-me muito”, disse Swiatek, falando em polaco com legendas em inglês incluídas. “A coisa toda definitivamente ficará comigo pelo resto da minha vida.”
O anúncio anuncia efetivamente o fim do processo contra ela, com Swiatek já tendo cumprido a maior parte do que inicialmente foi uma suspensão provisória de um mês em setembro e outubro, perdendo partidas no processo. Ela agora cumprirá mais oito dias durante uma pausa na competição para completar a sanção.
“A pior parte foi a incerteza. Eu não sabia o que iria acontecer com a minha carreira, como as coisas terminariam ou se eu teria permissão para jogar tênis”, disse ela.
No futuro, Swiatek disse que o mais importante é que ela seria capaz de começar a temporada de 2025 “do zero”.
Segundo caso perto do topo do tênis este ano
Em março deste ano, o homem mais bem classificado do tênis, Jannik Sinner, foi reprovado nos testes para tomar um esteróide, mas foi liberado em agosto, pouco antes do início do Aberto dos Estados Unidos, que acabou vencendo.
A Agência Mundial Antidopagem, no entanto, recorreu da decisão que o exonerou.
Swiatek alcançou o topo do ranking da Associação Mundial de Tênis (WTA) pela primeira vez em abril de 2022 e ocupou o primeiro lugar durante grande parte do tempo desde então, perdendo a posição no mês passado para Aryna Sabalenka.
Ela defendeu sua coroa no Aberto da França deste ano e conquistou o bronze no Paris Olimpíadastambém jogou nas famosas quadras de saibro de Roland Garros.
Associação Mundial de Tênis: Swiatek tem ‘forte compromisso com o fair play’
A WTA emitiu um comunicado em apoio ao craque na quinta-feira.
“A WTA apoia totalmente Iga durante este momento difícil. Iga tem demonstrado consistentemente um forte compromisso com o jogo limpo e com a defesa dos princípios do esporte limpo, e este infeliz incidente destaca os desafios que os atletas enfrentam ao navegar no uso de medicamentos e suplementos”, afirmou. .
A WTA disse que permanece “firme” em seu apoio a um esporte limpo e a processos de testes rigorosos.
“Também enfatizamos que os atletas devem tomar todas as precauções para verificar a segurança e conformidade de todos os produtos que utilizam, pois mesmo a exposição não intencional a substâncias proibidas pode ter consequências significativas”, afirmou.
A CEO da ITIA, Karen Moorhouse, disse que as diferenças nas regulamentações na Polônia natal de Swiatek ajudaram a explicar a transgressão involuntária.
“Uma vez estabelecida a fonte do TMZ, tornou-se claro que se tratava de um caso altamente invulgar de um produto contaminado, que na Polónia é um medicamento regulamentado. No entanto, o produto não tem a mesma designação a nível mundial, e o facto de que um produto que é um medicamento regulamentado em um país não pode, por si só, ser suficiente para evitar qualquer nível de culpa” por parte de Swiatek, disse Moorhouse.
Swiatek também recebeu o prêmio em dinheiro que ganhou, pouco menos de US$ 160.000 ou € 150.000, no Cincinatti Open em agosto, imediatamente após seu teste positivo.
msh/nm (AFP, AP, Reuters)
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Ufac conquista 3º lugar em hackathon internacional promovido por laboratório de Harvard — Universidade Federal do Acre
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21 horas atrásem
22 de maio de 2026Estudantes da Universidade Federal do Acre (Ufac) participaram, nos dias 10 e 11 de abril, do HSIL Hackathon 2026, promovido pelo Health Systems Innovation Lab da Harvard T.H. Chan School of Public Health. A participação da equipe ocorreu no Hub de Inovação do Hospital das Clínicas de São Paulo, o InovaHC, em uma edição realizada simultaneamente em mais de 30 países. O grupo conquistou o 3º lugar geral entre mais de 30 equipes com o projeto Viginutri, solução voltada à prevenção da desnutrição hospitalar.
A equipe foi liderada pela acadêmica de Medicina da Ufac Maria Júlia Bonelli Pedralino e contou com a participação de Guilherme Félix, do curso de Sistemas de Informação, Bruno Eduardo e Wesly, do curso de Medicina. Segundo Maria Júlia, representar o Acre e a Ufac em um evento dessa dimensão foi uma experiência marcante para sua trajetória acadêmica e pessoal. “O Acre tem muito a dizer nos espaços onde o futuro da saúde está sendo construído”, afirmou.
O projeto premiado, Viginutri, foi desenvolvido durante o hackathon em São Paulo e propõe uma solução para auxiliar no enfrentamento da desnutrição hospitalar, problema que pode afetar o prognóstico de pacientes internados e gerar impactos para a gestão hospitalar. A proposta une medicina e nutrição e será aperfeiçoada a partir da premiação recebida pela equipe.
Com a classificação, o grupo garantiu uma aceleração de um ano pela Associação Brasileira de Startups de Saúde, com mentoria especializada e a perspectiva de validar a solução em um hospital real. De acordo com Maria Júlia, a conquista abre a possibilidade de levar uma ideia desenvolvida por estudantes da Ufac para uma etapa de aplicação prática.
A estudante também ressaltou o apoio recebido da Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia da Universidade Federal do Acre (Proint) e da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex). Segundo ela, a conquista só foi possível porque a universidade acreditou no projeto e ofereceu as condições necessárias para que o grupo representasse a instituição fora do Acre. “Essa conquista não teria sido possível sem o apoio da Proint e Proex”, disse.
A trajetória do grupo teve início em um hackathon realizado anteriormente no Acre, onde surgiu o projeto Sentinelas da Amazônia, experiência que contribuiu para a formação da equipe e para o interesse dos estudantes em iniciativas de inovação.
Como desdobramento da participação no evento, a equipe deve promover, no dia 12 de junho, às 10h30, no Sebrae Lab, no Centro de Convivência, uma roda de conversa sobre a experiência no hackathon, com o objetivo de incentivar outros acadêmicos a buscarem pesquisa, inovação e desenvolvimento de ideias no ambiente universitário.
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Ufac realiza curso de turismo de base comunitária para extrativistas em parceria com MMA e ICMBio — Universidade Federal do Acre
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21 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Parque Zoobotânico (PZ), realizou, de 12 a 14 de maio de 2026, o Curso Turismo de Base Comunitária em Unidades de Conservação, na sala ambiente do PZ, no campus sede, em Rio Branco. A formação reuniu 14 comunitários da Reserva Extrativista Chico Mendes, Resex Arapixi e Floresta Nacional do Purus, com foco no fortalecimento dos territórios tradicionais, nas referências culturais e na criação de roteiros turísticos de base comunitária.
A coordenadora estadual do Projeto Esperançar Chico Mendes, professora e pesquisadora da Ufac/PZ, Andréa Alexandre, destacou que as reservas extrativistas, criadas há mais de três décadas na Amazônia, têm como desafio conciliar o bem-estar das famílias que vivem nas florestas com a conservação dos recursos naturais. Segundo ela, o turismo de base comunitária se apresenta como uma alternativa econômica para que as famílias extrativistas possam cumprir a função das reservas. “O curso de extensão apresenta ferramentas para que essas famílias façam gestão do turismo como um negócio, sem caráter privado, nem por gestão pública, mas com um controle que seja da comunidade”, afirmou.
O curso integra as ações do Projeto Esperançar Chico Mendes, desenvolvido pelo Ministério do Meio Ambiente, por meio da Secretaria Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais, em parceria com a Ufac, Parque Zoobotânico e instituições parceiras. A formação foi ministrada por Ana Carolina Barradas, do ICMBio Brasília; Fádia Rebouças, coordenadora nacional do Projeto Esperançar-SNPCT/MMA; e Leide Aquino, coordenadora regional do Conselho Nacional das Populações Extrativistas.
Durante a formação, os participantes tiveram acesso a ferramentas voltadas à gestão do turismo em seus territórios, com abordagem sobre elaboração de roteiros, recepção de visitantes e valorização da cultura extrativista. A proposta é que a atividade turística seja conduzida pelas próprias comunidades, a partir de suas referências, histórias, modos de vida e relação com a floresta.
A liderança do Grupo Mulheres Guerreiras, da comunidade Montiqueira, no ramal do Katianã, Francisca Nalva Araújo, afirmou que o curso leva conhecimento para a comunidade e abre possibilidades de trabalho coletivo com turismo de base comunitária. Segundo ela, o grupo reúne aproximadamente 50 mulheres, envolvidas em atividades com idosas, jovens e adultos, além de ações de artesanato, crochê e corte-costura. “Agora, aprofundando os conhecimentos para trabalhar com turismo tende a trazer melhorias coletivas”, disse.
A artesã Iranilce Lanes avaliou o projeto como inovador por ser desenvolvido junto às pessoas das próprias comunidades. Para ela, a construção feita a partir do território fortalece a participação dos moradores e amplia as possibilidades de resultado. A jovem Maria Letícia Cruz, moradora da comunidade Sacado, na Resex em Assis Brasil, também destacou a importância da experiência para levar novos aprendizados à sua comunidade.
O curso foi realizado no âmbito do Projeto Esperançar Chico Mendes, que tem a Reserva Extrativista Chico Mendes como referência de museu do território tradicional e busca fortalecer ações voltadas às populações extrativistas, à valorização cultural e à gestão comunitária de alternativas econômicas nas unidades de conservação.
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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre
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19 de maio de 2026O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.
A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.
Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.
O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.
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