Sylvie Vartan, em concerto no Dôme de Paris, 10 de novembro de 2024. PHILIPPE QUAISSE/PASCO
De forma irônica, seu colega da variedade Michel Delpech (1946-2016) anunciou o prazo fatal em 1975 em sua balada Quando eu era cantor. Ele se imaginou em uma espreguiçadeira aos 73 anos, aprendendo que “Mick Jagger morreu recentemente” e comemorando “Despedidas de Sylvie Vartan”. O cantor dos Rolling Stones, de 81 anos, sobrevive ao autor desta ficção. Delpech, portanto, não poderá comparecer a “I draw my bow”, a última turnê de canto de Sylvie Vartan.
Aos 80 anos, a estrela do yéyé, movimento francófono importado da cultura pop anglo-saxónica dos anos 1960, optou por parar no cenário dos seus triunfos, com três noites no Palais des sports da Porte de Versailles (renomeado Dôme de Paris), em novembro de 2024, e o mesmo nos três últimos, no Palais des Congrès em Porte Maillot, de 24 a 26 de janeiro. Sylvie Vartan foi a primeira cantora a se apresentar ali, em 1975, logo após sua inauguração. A única coisa que falta no bouquet final é o Olympia, que acolheu a sua estreia em 1961, e onde partilhou o palco com os Beatles em 1964, depois com um certo Johnny Hallyday em 1967.
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