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T1 e “Faker” ganham uma quinta estrela em League of Legends
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2 anos atrásem
Liderada por seu herói Lee “Faker” Sang-hyeok, a equipe sul-coreana T1 venceu o campeonato mundial de videogame League of Legends no sábado, 2 de novembro, em Londres, pela quinta vez, um novo recorde.
Ao final de uma final de quase quatro horas de jogo, os jogadores do T1 venceram (3-2) os chineses da Bilibili Gaming, conquistando o segundo título consecutivo na competição. Eles também venceram em 2013, 2015 e 2016, com «Falsificador» em denominador comum.
A imensa Arena O2, na capital britânica, sediou a final do «Mundos»o evento mais esperado do ano pelos fãs de competições de videogame. Aquecidos pelo grupo Linkin Park, que se apresentou na abertura do espetáculo, os espectadores deram as boas-vindas triunfantes aos jogadores das duas equipas, com especial carinho para “Faker”, que goza de um estatuto icónico no e-sport no a idade de 28 anos.
Confronto indeciso
O confronto parecia particularmente indeciso, já que as duas equipes se enfrentaram seis vezes nos últimos dezoito meses, com três vitórias cada.
O BLG começou muito forte, não dando chances ao T1 no primeiro set. Mas os sul-coreanos voltaram imediatamente ao caminho certo ao dominar o segundo lugar de forma espetacular. O resto foi em grande parte vantajoso para a Bilibili Gaming durante um terceiro ” jogo “ unilateral, que ofereceu um match point aos chineses.
Foi então que “Faker” resolveu o problema com as próprias mãos, aparecendo quando necessário para salvar a sua equipa com uma atuação XXL. Ele mais uma vez assumiu a responsabilidade na rodada decisiva diante dos espectadores em apnéia, levando o T1 a mais uma vitória.
Centenas de fãs reunidos em Seul
Coisa rara no e-sport onde as transferências de jogadores são muito mais frequentes do que no desporto tradicional, a equipa foi constituída pelo terceiro ano consecutivo pelos mesmos cinco jogadores, “Zeus”, “Oner”, “Gumayusi” e “ Keria” acompanhando “Faker”.
League of Legends (LoL) é um jogo extremamente popular jogado cinco contra cinco onde o objetivo é destruir a fortaleza do time adversário. Historicamente, a Coreia do Sul tem sido a nação dominante na competição, mas nos últimos anos, as equipas chinesas fizeram incursões no desporto.
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O BLG esperava oferecer à China um quarto título, mas é a Coreia do Sul, a terra histórica do e-sport, que levanta o troféu mais uma vez.
Embora a partida tenha começado por volta da meia-noite na Coreia devido à diferença de fuso horário, centenas de fãs do T1 se reuniram no LoL Park, um local de esportes eletrônicos no centro de Seul. Como sempre, “Faker”, oficialmente reconhecido como “tesouro nacional” em seu país, fazia a sala vibrar com cada uma de suas aparições na tela.
O mundo com AFP
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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12 horas atrásem
15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.
A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).
O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.
Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.
“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.
O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.
Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.
Fhagner Soares – Estagiário
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