ACRE
TARAUACÁ: BOATOS E MENSAGENS COMPARTILHADAS PODEM GERAR DANO MORAL, ALERTA ADVOGADO.
PUBLICADO
8 anos atrásem

Alerta o advogado Max Araújo, do Escritório Araújo Advocacia, instalado em Tarauacá, no Estado do Acre, que a história de que o WhatsApp ou Facebook está doando dinheiro para cirurgias, em decorrência do compartilhamento de fotos de crianças doentes, por exemplo, constitui uma “falsa informação”, ou melhor, “um boato popular, geralmente inserido no imaginário das pessoas de bem, tendentes a ajudar o próximo”.
“É importante praticar a caridade e o bem ao próximo, porém, essas mensagens e compartilhamentos, não trazem benefício algum, por parte das empresas” – afirmou o advogado, à reportagem.
A reportagem entrevisou o advogado Dr. Max Araújo, o qual fez um alerta. Disse que a falsa informação circula sempre do mesmo modo: uma foto, geralmente acompanhada de um áudio, é enviada em uma mensagem no aplicativo, para um grupo. Em seguida, o áudio e/ou o texto são reenviados e multiplicam-se na rede social. O conteúdo é sempre o mesmo: o WhatsApp vai doar dinheiro para cirurgia de crianças doentes.
Diz o advogado, Dr. Max Araújo, especialista em direito digital, que não há doação de dinheiro por parte dos donos dessas redes sociais. Por isso, tais mensagens não devem ser compartilhadas.
Explica que, essas mensagens, disfarçadas de mensagens do bem, ocultam geralmente vírus, ou embriões de ideias ou práticas criminosas.
“Interessante acrescentar que também a pessoa que compartilhar a foto pode ser responsabilizada até por uso indevido da imagem, caso a vitima (dona da imagem) se sinta prejudicada e não autorize” – afirmou o advogado Dr. Max Araújo.
Alerta que a exposição e compartilhamento de fotos de crianças ou adultos, para fazer a suposta doação, pode gerar dano moral, se a vítima, cuja imagem foi divulgada, buscar o Poder Judiciário.
Esclarece que, no caso do WhatsApp, as mensagens são criptografadas e nem mesmo os administradores do aplicativo conseguiriam contar quantas vezes uma imagem foi compartilhada.
Portanto, afirma o advogado, Dr. Max Araújo, que a história que aponta que WhatsApp vai doar dinheiro para crianças doentes é falsa. E sugere que os usuários não compartilhem as imagens ou textos.
Explica, ainda, que as “correntes do bem” difundidas pelo serviço de mensagens online WhatsApp podem gerar comoção e convocar à participação imediata, mas, se você não sabe exatamente de quem veio, nem por que veio, não compartilhe.
Em primeiro lugar, porque repassar este tipo de conteúdo adiante não transfere dinheiro a ninguém. Em segundo, porque, indo ao extremo da questão, você poderia estar estimulando uma fraude, segundo especialistas em direito digital.
Adverte que, “aliás, em muitos grupos que eu mesmo participo, são falsas as correntes de muitas imagens que circulam há tempos nesses grupos de WhatsApp, que convidam o usuário a compartilhar para ajudar financeiramente, dizendo “Esta fofura é cega e cada foto postada no zap ela ganha 10 centavos para fazer uma operação. Vamos lá não custa nada“.
“Geralmente, a pessoa da foto, criança ou adulto, nunca foi cega ou doente ou deficiente. Aliás, nunca se ouviu um relato ou depoimento de gratidão, proferido por alguém que foi beneficiada pela corrente com o recebimento de dinheiro”, questiona o advogado.
Afirma o advogado, Dr. Max Araújo, que compartilhar mensagens ou imagens no WhatsApp também não remunera a pessoa supostamente beneficiada pela corrente, porque o WhatsApp não paga ninguém por número de compartilhamentos, conforme sua política empresarial, disponível ao usuário em seu site oficial.
Mais adverte: a pessoa que leva esse tipo de conteúdo adiante, mesmo sem sabê-lo, pode até se ver envolvida numa rede com implicações com a Justiça.
Alerta o advogado Max Araújo, do Escritório Araújo Advocacia, instalado em Tarauacá, no Estado do Acre, que a história de que o WhatsApp ou Facebook está doando dinheiro para cirurgias, em decorrência do compartilhamento de fotos de crianças doentes, por exemplo, constitui uma “falsa informação”, ou melhor, “um boato popular, geralmente inserido no imaginário das pessoas de bem, tendentes a ajudar o próximo”.
“É importante praticar a caridade e o bem ao próximo, porém, essas mensagens e compartilhamentos, não trazem benefício algum, por parte das empresas” – afirmou o advogado, à reportagem.
A reportagem entrevisou o advogado Dr. Max Araújo, o qual fez um alerta. Disse que a falsa informação circula sempre do mesmo modo: uma foto, geralmente acompanhada de um áudio, é enviada em uma mensagem no aplicativo, para um grupo. Em seguida, o áudio e/ou o texto são reenviados e multiplicam-se na rede social. O conteúdo é sempre o mesmo: o WhatsApp vai doar dinheiro para cirurgia de crianças doentes.
Diz o advogado, Dr. Max Araújo, especialista em direito digital, que não há doação de dinheiro por parte dos donos dessas redes sociais. Por isso, tais mensagens não devem ser compartilhadas.
Explica que, essas mensagens, disfarçadas de mensagens do bem, ocultam geralmente vírus, ou embriões de ideias ou práticas criminosas.
“Interessante acrescentar que também a pessoa que compartilhar a foto pode ser responsabilizada até por uso indevido da imagem, caso a vitima (dona da imagem) se sinta prejudicada e não autorize” – afirmou o advogado Dr. Max Araújo.
Alerta que a exposição e compartilhamento de fotos de crianças ou adultos, para fazer a suposta doação, pode gerar dano moral, se a vítima, cuja imagem foi divulgada, buscar o Poder Judiciário.
Esclarece que, no caso do WhatsApp, as mensagens são criptografadas e nem mesmo os administradores do aplicativo conseguiriam contar quantas vezes uma imagem foi compartilhada.
Portanto, afirma o advogado, Dr. Max Araújo, que a história que aponta que WhatsApp vai doar dinheiro para crianças doentes é falsa. E sugere que os usuários não compartilhem as imagens ou textos.
Explica, ainda, que as “correntes do bem” difundidas pelo serviço de mensagens online WhatsApp podem gerar comoção e convocar à participação imediata, mas, se você não sabe exatamente de quem veio, nem por que veio, não compartilhe.
Em primeiro lugar, porque repassar este tipo de conteúdo adiante não transfere dinheiro a ninguém. Em segundo, porque, indo ao extremo da questão, você poderia estar estimulando uma fraude, segundo especialistas em direito digital.
Adverte que, “aliás, em muitos grupos que eu mesmo participo, são falsas as correntes de muitas imagens que circulam há tempos nesses grupos de WhatsApp, que convidam o usuário a compartilhar para ajudar financeiramente, dizendo “Esta fofura é cega e cada foto postada no zap ela ganha 10 centavos para fazer uma operação. Vamos lá não custa nada”.
“Geralmente, a pessoa da foto, criança ou adulto, nunca foi cega ou doente ou deficiente. Aliás, nunca se ouviu um relato ou depoimento de gratidão, proferido por alguém que foi beneficiada pela corrente com o recebimento de dinheiro”, questiona o advogado.
Afirma o advogado, Dr. Max Araújo, que compartilhar mensagens ou imagens no WhatsApp também não remunera a pessoa supostamente beneficiada pela corrente, porque o WhatsApp não paga ninguém por número de compartilhamentos, conforme sua política empresarial, disponível ao usuário em seu site oficial.
Mais adverte: a pessoa que leva esse tipo de conteúdo adiante, mesmo sem sabê-lo, pode até se ver envolvida numa rede com implicações com a Justiça.
Relacionado
ACRE
Professora da Ufac faz visita técnica e conduz conferência em Paris — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
7 horas atrásem
5 de maio de 2026A professora do campus Floresta, Maria Cristina de Souza, que também é curadora do Herbário em Cruzeiro do Sul, esteve, de 9 a 15 de abril, no Museu de História Natural de Paris, representando a Ufac. Ela conduziu, em francês, conferência sobre a diversidade e a riqueza da região do Alto Juruá e realizou visita técnica, atualizando amostras das coleções de palmeiras (Arecaceae) do gênero Geonoma. As atividades tiveram apoio dos pesquisadores Marc Jeanson, Florent Martos e Marc Pignal.
Relacionado
ACRE
Artigo aborda previsão de incêndios florestais na Mata Atlântica — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
5 dias atrásem
30 de abril de 2026O professor Rafael Coll Delgado, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza, da Ufac, participou como coautor do artigo “Interações Clima-Vegetação-Solo na Predição do Risco de Incêndios Florestais: Evidências de Duas Unidades de Conservação da Mata Atlântica, Brasil”, o qual foi publicado, em inglês, na revista “Forests” (vol. 15, n.º 5), cuja dição temática foi voltada aos desafios contemporâneos dos incêndios florestais no contexto das mudanças climáticas.
O estudo também contou com a parceria das Universidades Federais de Viçosa (UFV) e Rural do Rio de Janeiro e foi desenvolvido no âmbito do Centro Integrado de Meteorologia Agrícola e Florestal, da Ufac, como resultado da dissertação da pesquisadora e geógrafa Ana Luisa Ribeiro de Faria, da UFV.
A pesquisa analisa a interação entre clima, solo e vegetação em unidades de conservação da Mata Atlântica, propondo dois novos modelos de índice de incêndio e avaliando sua capacidade preditiva sob diferentes cenários do fenômeno El Niño-Oscilação do Sul. Para tanto, foram integrados dados climáticos diários (2001-2023), índices de vegetação e seca, registros de focos de incêndio e estimativas de umidade do solo, permitindo uma análise dos fatores que influenciam a ocorrência de incêndios.
“O trabalho é fruto de cooperação entre três universidade públicas brasileiras, reforçando o papel estratégico dessas instituições na produção científica e no desenvolvimento de soluções aplicadas à gestão ambiental”, destacou Rafael Coll Delgado.
Relacionado
ACRE
Herbário do PZ recebe acervo de algas da Dr.ª Rosélia Marques Lopes — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
2 semanas atrásem
23 de abril de 2026O Herbário do Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac realizou cerimônia para formalizar o recebimento da coleção ficológica da Dr.ª Rosélia Marques Lopes, que consiste em 701 lotes de amostras de algas preservadas em meio líquido. O acervo é fruto de um trabalho de coleta iniciado em 1981, cobrindo ecossistemas de águas paradas (lênticos) e correntes (lóticos) da região. O evento ocorreu em 9 de abril, no PZ, campus-sede.
A doação da coleção, que representa um mapeamento pioneiro da flora aquática do Acre, foi um acordo entre a ex-curadora do Herbário, professora Almecina Balbino, e Rosélia, visando deixar o legado de estudos da biodiversidade em solo acreano. Os dados da coleção estão sendo informatizados e em breve estarão disponíveis para consulta na plataforma do Jardim Botânico, sistema Jabot e na Rede Nacional de Herbários.
Professora titular aposentada da Ufac, Rosélia se tornou referência no Estado em limnologia e taxonomia de fitoplâncton. Ela possui graduação pela Ufac em 1980, mestrado e doutorado pela Universidade de São Paulo.
Também estiveram presentes na solenidade a curadora do Herbário, Júlia Gomes da Silva; o diretor do PZ, Harley Araújo da Silva; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima de Souza; e o ex-curador Evandro José Linhares Ferreira.