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Tarifas de Trump de 25% em aço e alumínio entram em vigor globalmente, pois a Europa diz que retaliará – negócios ao vivo | Tarifas de Trump

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Tarifas de Trump de 25% em aço e alumínio entram em vigor globalmente, pois a Europa diz que retaliará - negócios ao vivo | Tarifas de Trump

Kate Lamb

Resumo da abertura

Olá e bem -vindo à nossa cobertura ao vivo da resposta global a Donald Trump’s Novas tarifas. As tarifas globais de 25% em aço e alumínio entrou em vigor à meia -noite ET “Sem exceções ou isenções”.

A Comissão Europeia respondeu quase imediatamente, dizendo que imporia contra tarifas em 26 bilhões de euros (US $ 28 bilhões) em bens dos EUA a partir do próximo mês.

“Lamentamos profundamente essa medida”, chefe da Comissão Europeia Ursula von der Leyen disse em comunicado sobre as tarifas dos EUA, como Bruxelas anunciou que seria “lançar uma série de contramedidas” em resposta às “restrições comerciais injustificadas”.

Vice -primeiro -ministro australiano Richard Marles disse na quarta-feira que a falta de isenções foi “realmente decepcionante”, chamando tarifas “um ato de auto-mutilação econômica”. Ele disse à Estação de Rádio 2 GB: “Poderemos encontrar outros mercados para o nosso aço e nosso alumínio e estamos diversificando esses mercados”.

Você pode ler a história completa aqui e fique conosco para todos os desenvolvimentos à medida que se desenrolarem.

Eventos -chave

US TARILFS A ‘DOG ACT’, diz o ministro da indústria da Austrália

Ed Husic, ministro da Indústria e Ciência da Austrália, conversou com a ABC TV na quarta -feira e foi perguntado se ele considerou tarifas como a maneira de tratar um bom amigo e aliado.

Husic respondeu:

Vamos chamar uma pá de pá. Eu acho que este é um cão age depois de mais de um século de amizade.

Os australianos se apoiaram e ficaram com os americanos há muitas décadas. Na verdade, Os australianos derramaram sangue ao lado dos americanos em diferentes conflitos. Estamos juntos não apenas do ponto de vista da segurança nacional, mas também do ponto de vista da segurança econômica, tentando melhorar as relações comerciais entre os países, porque é bom para economias e trabalhadores quando bem feitos.

O que vimos aqui, para que foi?

O ministro da Ciência Australiano, Ed Husic, fala com a mídia durante uma conferência de imprensa na Parliament House em Canberra, segunda -feira, 11 de novembro de 2024. (AAP Image/Lukas Coch) sem arquivamento Fotografia: Lukas Coch/AAP

UE fornece tempo de contramedidas tarifárias

A Comissão Europeia disse na quarta -feira que imporia “contramedidas” a partir de 1 de abril Em resposta às tarifas dos EUA de 25% nas importações de aço e alumínio.

O chefe da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, disse em comunicado que Bruxelas estaria “lançando uma série de contramedidas” em resposta às “restrições comerciais injustificadas”.

Resumo da abertura

Olá e bem -vindo à nossa cobertura ao vivo da resposta global a Donald Trump’s Novas tarifas. As tarifas globais de 25% em aço e alumínio entrou em vigor à meia -noite ET “Sem exceções ou isenções”.

A Comissão Europeia respondeu quase imediatamente, dizendo que imporia contra tarifas em 26 bilhões de euros (US $ 28 bilhões) em bens dos EUA a partir do próximo mês.

“Lamentamos profundamente essa medida”, chefe da Comissão Europeia Ursula von der Leyen disse em comunicado sobre as tarifas dos EUA, como Bruxelas anunciou que seria “lançar uma série de contramedidas” em resposta às “restrições comerciais injustificadas”.

Vice -primeiro -ministro australiano Richard Marles disse na quarta-feira que a falta de isenções foi “realmente decepcionante”, chamando tarifas “um ato de auto-mutilação econômica”. Ele disse à Estação de Rádio 2 GB: “Poderemos encontrar outros mercados para o nosso aço e nosso alumínio e estamos diversificando esses mercados”.

Você pode ler a história completa aqui e fique conosco para todos os desenvolvimentos à medida que se desenrolarem.



Leia Mais: The Guardian

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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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Mirian Soares de Amorim.jpeg

A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre

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Seminário enfermagem obstétrica (2).jpg

A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.

O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.

“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”

A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”

A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”

Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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