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TD Bank se declara culpado de acusações nos EUA, enfrenta restrições comerciais | Notícias sobre lavagem de dinheiro
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As autoridades federais começaram a investigar os controlos internos da TD depois de os agentes descobrirem uma operação criminosa chinesa que subornou funcionários e trouxe grandes sacos de dinheiro para as filiais para lavar milhões de dólares.
Duas unidades do TD Bank se declararam culpadas de acusações criminais nos Estados Unidos e concordaram em pagar US$ 3 bilhões em penalidades combinadas para resolver investigações do governo federal sobre lavagem de dinheiro, disseram as autoridades dos EUA.
O acordo judicial inclui a imposição de um limite de ativos e outras limitações aos seus negócios, disseram autoridades na quinta-feira. O banco se declarou culpado de conspirar para lavagem de dinheiro e de conspirar para não apresentar relatórios precisos ou manter um programa antilavagem de dinheiro compatível, disse o Departamento de Justiça dos EUA.
O limite à expansão dos seus activos nos EUA, imposto pelo Gabinete do Controlador da Moeda, é um passo raro, normalmente reservado para casos graves. Seria um grande golpe para as esperanças do TD de se expandir ainda mais nos EUA, que representam cerca de um terço das receitas do banco.
A TD também concordou em pagar 3 mil milhões de dólares em penalidades combinadas aos reguladores bancários dos EUA, ao Departamento de Justiça e à Rede de Repressão de Crimes Financeiros do Departamento do Tesouro.
O acordo resolveu investigações do Departamento de Justiça, da Controladoria da Moeda e da Rede de Execução de Crimes Financeiros do Tesouro. Também incluiu a imposição de monitoramento independente.
Um limite de ativos é o “pior cenário” para a TD, disse Lemar Persaud, analista da Cormark Securities, antes de os detalhes do acordo judicial serem anunciados. O banco já havia reservado US$ 3 bilhões para a multa.
Persaud traçou um paralelo com o Wells Fargo, que tem um limite de ativos de US$ 1,95 trilhão após um escândalo de contas falsas, que restringiu seus lucros. Um limite máximo de ativos também restringiria os lucros da TD, mas em menor grau do que o fez para o Wells Fargo, disse ele.
A investigação TD levou a “um desempenho inferior significativo das ações e, acreditamos, à aposentadoria do atual CEO Bharat Masrani”, disse Persaud.
O TD é o segundo maior banco do Canadá e o décimo maior dos EUA. O credor revelou pela primeira vez que estava a responder a inquéritos de reguladores e autoridades policiais no ano passado, poucos meses depois de ter encerrado uma aquisição de 13 mil milhões de dólares do credor regional First Horizon.
As autoridades federais começaram a investigar os controles internos da TD depois que os agentes descobriram uma operação criminosa chinesa que subornou funcionários e trouxeram grandes sacos de dinheiro para as filiais para lavar milhões de dólares em vendas de fentanil através das filiais da TD em Nova York e Nova Jersey, confirmou uma fonte.
A TD gastou milhões para reforçar os seus programas de compliance, despediu dezenas de funcionários das suas sucursais nos EUA e nomeou o seu chefe de banca pessoal canadiano, Ray Chun, como seu novo CEO, distanciando o seu novo chefe do escândalo de branqueamento de capitais.
O CEO Masrani, que está no comando há quase uma década e anteriormente liderou suas operações nos EUA, se aposentará no próximo ano. Masrani disse que assume total responsabilidade pelas questões de lavagem de dinheiro que atormentam o banco.
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Alunos da Ufac se apresentam em congresso sobre socioeconomia rural — Universidade Federal do Acre
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58 minutos atrásem
27 de julho de 2026Quatro estudantes de graduação da Ufac representaram a instituição no 64º Congresso da Sociedade Brasileira de Economia, Administração e Sociologia Rural (Sober, na sigla em inglês), ocorrido na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, de 19 a 23 de julho, com o tema “Políticas para Natureza, Alimentação e Nutrição em Tempos de Incerteza e Mudanças Climáticas”.
Os trabalhos, desenvolvidos no âmbito dos grupos de pesquisa Estudos em Economia, Finanças, Política e Segurança Alimentar e Nutricional (Elos) e Governança Fundiária, Desenvolvimento Econômico e Políticas Públicas (GPD), contaram com a coautoria e orientação dos professores e coordenadores dos grupos, Graziela Gomes Bezerra, Elyson Ferreira de Souza e Gisele Elaine de Araújo Batista Souza.
Cultivo do cacaueiro
O aluno de Sistemas de Informação, Guilherme Félix Cavalcante, apresentou, na quarta-feira, 22, o trabalho “Cacauicultura na Região Norte: Análise do Desempenho Produtivo, Dinâmica Comercial e Sustentabilidade”. O estudo aborda a cacauicultura e oferece uma análise do desempenho produtivo, da dinâmica comercial e dos aspectos de sustentabilidade, fornecendo dados para o desenvolvimento rural, territorial e regional, além de subsidiar práticas mais sustentáveis para a cadeia produtiva do cacau.
“A participação no evento é um marco significativo em minha formação acadêmica”, disse Guilherme. “Dissemina os resultados da minha pesquisa e fomenta o desenvolvimento de habilidades de comunicação, pensamento crítico e construção de uma rede de contatos profissionais.”
Bananicultura no Acre
A aluna de Ciências Econômicas, Maria Eduarda Souza Diniz, apresentou, na quarta-feira, 22, o trabalho “Desenvolvimento Produtivo e Dinâmica da Bananicultura no Acre: Uma Análise da Produção e dos Mercados (1994-2024)”, o qual analisa a evolução da bananicultura no Acre durante três décadas, contribuindo para o entendimento das transformações produtivas e comerciais desse setor, além de fornecer subsídios para o fomento de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento rural, territorial e regional.
“O congresso proporciona um ambiente de aprendizado e troca de experiências com outros pesquisadores e profissionais da área”, contou Maria Eduarda. “Isso enriquece minha formação e contribui para consolidação da Ufac como um polo de produção científica de excelência.”
Mulheres na gestão
A aluna de Ciências Econômicas, Riely Nilce de Melo Avilar, apresentou, na terça-feira, 21, o trabalho “Mulheres na Gestão de Propriedades Rurais na Amazônia Legal”. A pesquisa trata da atuação feminina no desenvolvimento regional e contribui para o debate sobre agricultura familiar, ruralidades e relações de gênero no meio rural, oferecendo perspectivas para promoção da equidade e do desenvolvimento sustentável na região. Esse estudo teve, ainda, coautoria de Raiza Gabriele Lima dos Santos.
“Apresentar um trabalho num congresso de relevância nacional, como o da Sober, e para uma audiência especializada é fundamental para minha formação profissional e promoção de intercâmbios”, pontuou Riely.
Milho e inflação
O aluno de Ciências Econômicas, Rogério Gonçalves Bezerra Junior, apresentou, na segunda-feira, 20, o trabalho “Análise da Inflação na Cadeia Produtiva do Milho: Evidências a Partir de Dados de Produção”, com o qual investigou como fatores econômicos afetam a produção do milho e o custo de vida, servindo como base para formuladores de políticas públicas e agentes do mercado.
“Além de projetar a pesquisa desenvolvida na Ufac para um público qualificado, tive a oportunidade de uma experiência inestimável de intercâmbio científico”, comentou Rogério. “Também destaco a discussão de ideias, o recebimento de feedback e a mobilização de contatos.”
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Ufac lança Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029) — Universidade Federal do Acre
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20 de julho de 2026A Ufac lançou seu Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029). A solenidade ocorreu na sexta-feira, 17, no auditório Pedro Martinello, no Centro de Convenções, campus-sede. A iniciativa integra o projeto “Ufac em Ação: Acessibilidade, Inclusão e Segurança” e busca orientar as ações destinadas à construção de uma universidade mais acessível, inclusiva e segura.
A reitora Guida Aquino destacou que a instituição já realizou melhorias de acessibilidade, mas ainda precisa avançar e buscar recursos para executar as ações previstas no plano. “Nós temos que buscar agora investimento para que possamos acolher nossos estudantes; a universidade não existe sem aluno.” Segundo ela, essas iniciativas devem atender também os servidores que necessitam de condições adequadas de acessibilidade.
O coordenador do projeto e prefeito do campus-sede, Artheson Cruz, explicou que o crescimento da infraestrutura física da Ufac ocorreu em diferentes períodos, com edificações construídas de acordo com normas distintas. Essa situação, para ele, resultou na existência de espaços acessíveis que não estão completamente conectados entre si.
“Você entra em um prédio que tem acessibilidade e, quando sai daquele local, já se depara com uma situação de ausência da acessibilidade”, disse e ressaltou que o aumento do número de pessoas com deficiência que ingressam na universidade exige a adequação dos espaços para garantir dignidade, autonomia, permanência e conclusão dos cursos.
O plano estabelece diretrizes para superar progressivamente os desafios de acessibilidade no campus-sede, no campus Floresta e nos núcleos da Ufac no Estado. Para a elaboração do documento, foram realizados levantamento técnico da infraestrutura e escuta qualificada com pessoas surdas, com deficiência visual e autistas.
A representante do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão, Rayfa Almeida, destacou que a efetivação das medidas é fundamental para garantir o acesso e a permanência das pessoas com deficiência na universidade. “Esperamos que seja concretizado realmente, que seja efetivo para as pessoas com deficiência conseguirem finalizar seus cursos.”
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Parfor da Ufac em Santa Rosa do Purus lança livro de contos — Universidade Federal do Acre
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20 de julho de 2026Estuantes do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor), da Ufac em Santa Rosa do Purus (AC), no âmbito da disciplina Oficina Pedagógica: Leitura e Escrita na Escola, lançaram o livro “Tecendo Leituras: Contos e Caminhos para o Letramento Literário”. O evento ocorreu no sábado, 18, no município, reunindo professores, gestores, autoridades locais, familiares dos alunos e a representante do Parfor na ocasião, professora Grace Gotelip.
A obra foi organizada pela professora Emilly Ganum Areal e sua reprodução foi viabilizada com o apoio da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), por meio da Diretoria de Apoio à Interiorização e Programas Especiais (Dainpes). Segundo ela e os envolvidos no processo criativo, a iniciativa representa um marco para o Parfor da Ufac por resultar diretamente de uma disciplina do curso de graduação e reunir, pela primeira vez, textos literários de autores de Santa Rosa do Purus.
Além disso, agradeceram à Ufac, por meio da Prograd e da Dainpes, pelo apoio na concretização do projeto, o qual, para eles, deixa um legado no munícipio, incentiva a produção literária regional e reafirma o compromisso da universidade com a interiorização do ensino superior e com o desenvolvimento social através da educação.
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