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Terrifier 2 Got Creative With A Condom For One Of Its Wildest Kills
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Even though /Film’s own Chris Evangelista dubbed 2016’s “Terrifier” “crap,” he did at least acknowledge that Damien Leone’s ultra-low-budget slasher was “loaded with some incredibly practical gore.” This has arguably been Leone’s strongest suit across the ensuing sequels, with both 2022’s “Terrifier 2” and 2024’s “Terrifier 3” ratcheting the gore up to levels that defy explanation. As /FIlm’s Jacob Hall wrote in his review of “Terrifier 3,” “The biggest credit one can give the ‘Terrifier 3’ effects team is that it’s frequently not at all clear how they’re pulling these sequences off.”
While the merits of Leone’s brand of ultra-violence can be debated, his talent for creating practical effects simply can not. The man knows how to craft a sickeningly gory sequence and seemingly hasn’t lost a step since his first “Terrifier” movie depicted a woman being sawn in half from the pelvis up. With “Terrifier 2,” the director made use of every resource he could find, creating murder scenes using some very unlikely (and very gross) ingredients such as sausage casings filled with fat and powdered milk to make blood less translucent. Leone’s favorite kill is the infamous Allie (Casey Hartnett) murder scene, in which Art completely decimates the young girl, skinning her alive and leaving her somehow conscious body for her mother to discover — a scene that required multiple days of filming and an array of low-budget practical effects to pull off.
While the scene itself is about as vomit-inducing as you could imagine, the sheer level of technical wizardry on display is undeniable. Leone and his small crew hunkered down in a barn for five days, where they built a set of Allie’s bedroom and created the obscene sequence with a mix of makeup effects and a life-size dummy that Leone crafted for the sickening final shot. But even the Allie kill scene wasn’t quite as ingenious as another “Terrifier 2” death, in which Leone used a prophylactic to render a very specific type of gore.
The Terrifier 2 kill that used a condom
Damien Leone had been preparing for the “Terrifier” films all his life, revealing to The Horror Hour podcast that, as a child, he was “doing makeup in the middle of the night,” adding, “You know, everybody’s sleeping, it’s a school night, and I’m melting clay on the stove to make a clay head or something like that.” Those skills, honed over Leone’s life, allowed him to realize his dream of creating slasher movies that went well beyond what Hollywood typically allows, packed with realistic gore that is the result of some truly ingenious engineering.
Lauren LaVera, who stars as Sienna in the second and third “Terrifier” movies, was asked about her favorite kill from the franchise by Dexerto and highlighted some of Leone’s inspired design work. The actress pointed to Brooke’s (Kailey Hyman) death in “Terrifier 2,” wherein Art splashes the helpless teen with acid before eviscerating her with a spiked club. The coup de grâce comes when the deranged clown rips out his victim’s still-beating heart. According to LaVera, this was the kill she was most impressed by during her time on “Terrifier 2.” “I really loved Brooke’s kill,” she said, adding:
“When the acid was thrown on her face, you have to remember this was a very low-budget film, and her face needed to bubble. So they used a condom to make the face look like it was bubbling, and I just thought that was hilarious and genius. They used something so cheap, and it worked. It looked so good. I was just enthralled with these artists. I’m just always so impressed with the creativity that needs to be done on such a low budget.”
Damien Leone pulls off another feat of low-budget engineering
For those interested in just how Damien Leone made use of a condom to simulate a woman’s face burning from acid, the director posted images to Twitter/X of the practical effects and makeup used to create this brutal scene.
Though Leone doesn’t directly mention the condom itself, the director reportedly blew through tubes to make the condom enlarge and poke through holes on the mask he’d constructed for Brooke’s face. The finished effect was yet another feat of low-tech engineering that looked a lot more advanced than it actually was. Of course, once you know how it was done, you can totally see how the condom was used when rewatching the final scene.
No doubt more stories about Leone’s craftsmanship will emerge as “Terrifier 3” continues to cause audiences to vomit and run from theaters. With the threequel going even harder than its predecessor, pushing the limits of what you think is possible when it comes to splatter filmmaking, we can’t wait to discover what unlikely ingredients the director used this time around.
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Ufac recebe visita da RFB para apresentação do projeto NAF — Universidade Federal do Acre
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23 horas atrásem
26 de março de 2026A Ufac recebeu, nesta quarta-feira, 25, no gabinete da Reitoria, representantes da Receita Federal do Brasil (RFB) para a apresentação do projeto Núcleo de Apoio Contábil e Fiscal (NAF). A reunião contou com a participação da Coordenação do curso de Ciências Contábeis e teve como foco a proposta de implantação do núcleo na universidade.
O reitor em exercício e pró-reitor de Planejamento, Alexandre Hid, destacou a importância da iniciativa para os estudantes e sua relação com a curricularização da extensão. Segundo ele, a proposta representa uma oportunidade para os alunos e pode fortalecer ações extensionistas da universidade.
A analista tributária da RFB e representante de Cidadania Fiscal, Marta Furtado, explicou que o NAF é um projeto nacional voltado à qualificação de acadêmicos do curso de Ciências Contábeis, com foco em normas tributárias, legislação e obrigações acessórias. Segundo ela, o núcleo é direcionado ao atendimento de contribuintes de baixa renda e microempreendedores, além de aproximar os estudantes da prática profissional.
Durante a reunião, foi informada a futura assinatura de acordo de cooperação técnica entre a universidade e a RFB. Pelo modelo apresentado, a Ufac disponibilizará espaço para funcionamento do núcleo, enquanto a receita oferecerá plataforma de treinamento, cursos de capacitação e apoio permanente às atividades desenvolvidas.
Como encaminhamento, a RFB entregou o documento referencial do NAF, com orientações para montagem do espaço e definição dos equipamentos necessários. O processo será enviado para a Assessoria de Cooperação Institucional da Ufac. A expectativa apresentada na reunião é de que o núcleo seja integrado às ações de extensão universitária.
Também participaram da reunião o professor de Ciências Contábeis e vice-coordenador do curso, Cícero Guerra; e o auditor fiscal e delegado da RFB em Rio Branco, Claudenir Franklin da Silveira.
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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre
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12 de março de 2026A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.
O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.
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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia
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10 de março de 2026Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.
A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.
A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.
Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.
O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.
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