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The Best Chef Awards tem 17 brasileiros entre melhores – 06/11/2024 – Comida

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O The Best Chef Awards, premiação que elege os melhores chefs do mundo, anunciou a lista de sua 8ª edição nesta quarta-feira (6), em cerimônia em Dubai.

Entre os 550 chefs de 62 países premiados, estão 17 brasileiros. Os mais bem colocados no ranking são Alex Atala, à frente do D.O.M., restaurante paulistano com duas estrelas Michelin, e Manu Buffara, do curitibano Manu e sócia do bar Exímia, em São Paulo.

Neste ano, a premiação deixou de criar um ranking com os cem melhores do mundo e passou a conferir de uma a três “facas” para cada um, sendo três facas nível mais alto —como se fossem estrelas Michelin. Atala e Buffara foram os únicos brasileiros reconhecidos com três facas, repetindo as melhores colocações como na edição do ano passado.

Ainda assim, o prêmio manteve um top três global de chefs. Rasmus Munk, do restaurante Alchemist, na Dinamarca, recebeu o posto de melhor do mundo. Em seguida, ficou Albert Adrià, do Enigma, na Espanha, e Eric Vildgaard, do Jordnær, também da Dinamarca.

Ivan Ralston, do Tuju, eleito chef do ano pelo especial O Melhor de São Paulo Gastronomia, da Folha, recebeu duas facas. Janaina Torres, do Bar da Dona Onça, e Jefferson Rueda, d’A Casa do Porco, também receberam duas facas.

O The Best Chef Awards é feito com base em uma votação feita por cerca de 500 jurados, como chefs e críticos gastronômicos. Veja a lista de chefs brasileiros com restaurantes no país abaixo e a lista completa no site thebestchefawards.com.

Três facas

  • Alex Atala – D.O.M (São Paulo)
  • Manu Buffara – Manu (Curitiba)

Duas facas

  • Alberto Landgraf – Oteque (Rio de Janeiro)
  • Fabrício Lemos e Lisiane Arouca – Origem (Salvador)
  • Ivan Ralston – Tuju (São Paulo)
  • Janaina Torres – Bar da Dona Onça (São Paulo)
  • Jefferson Rueda – A Casa do Porco (São Paulo)
  • Rafa Costa e Silva – Lasai (Rio de Janeiro)

Uma faca

  • Dante e Kafe Bassi – Manga (Salvador)
  • Felipe Bronze – Oro (Rio de Janeiro)
  • Geronimo Athuel – Ocyá (Rio de Janeiro)
  • Helena Rizzo – Maní (São Paulo)
  • Kazuo Harada – Kazuo (São Paulo)
  • Luiz Filipe Souza – Evvai (São Paulo)
  • Tássia Magalhães – Nelita (São Paulo)



Leia Mais: Folha

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PPG em Letras promove seminário para discutir internacionalização — Universidade Federal do Acre

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2026.09.18 Seminário PPGLI (2).jpg

O programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI), da Ufac, realizou seminário para compartilhamento de experiências de internacionalização de seu curso de doutorado e apresentação dos relatórios de estágio e relatos de vivência de cinco doutorandas que retornaram de universidades no exterior. O evento ocorreu na sexta-feira, 18, no auditório do Bloco dos Mestrados, campus-sede.

Professores e estudantes discutiram a consolidação da política de internacionalização do PPGLI, visando à busca pela nota de excelência acadêmica junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A avaliação da pós-graduação no país varia em uma escala de 1 a 7, na qual os extratos 6 e 7 representam programas de nível internacional.

As cinco doutorandas realizaram intercâmbios de pesquisa em instituições de referência na Europa e na América Latina, abrangendo universidades de Portugal, da França, do México e do Chile. O coordenador do PPGLI, Gerson Albuquerque, disse que isso consolida a produção bibliográfica e técnica em esfera global, incentivando outros alunos a perseguirem o estágio no exterior.

“Para alcançar a excelência, exige-se maturidade temporal, que completaremos em 2027 com oito anos de formação de doutores e uma inserção internacional consolidada”, acrescentou. “O doutorado sanduíche é fundamental para o amadurecimento intelectual dos pesquisadores e para a celebração de convênios que promovam a mobilidade docente e discente.”

A professora e pesquisadora Raquel Ishii ressaltou que a internacionalização do PPGLI dialoga diretamente com as características territoriais e culturais da Amazônia Sul-Ocidental. “Nosso programa atua fortemente com literatura, oralidade e a pluralidade linguística da região, que abriga 16 povos indígenas. Internacionalizar e nacionalizar a produção acadêmica feita no Acre fortalece a agenda científica nacional sobre a diversidade cultural e linguística amazônica.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Painel do Inova Amazônia aborda empreendedorismo feminino — Universidade Federal do Acre

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Painel Empreendedorismo Feminino, Summit-2026 (2).jpeg

O painel “Empreendedorismo Feminino: Mulheres que Movem a Amazônia” ocorreu no âmbito da programação do  Inova Amazônia Summit-2026, nessa quinta-feira, 17, no auditório Curupira, campus-sede da Ufac. Empreendedoras e pesquisadoras debateram inovação, perspectivas de mercado na Amazônia, superação de barreiras estruturais e liderança feminina na consolidação de negócios sustentáveis.

A discussão foi moderada pela analista Valéria Vidal, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) nacional. Participaram do painel Mareílde Freire (Saboaria Rondônia), Pâmela Pimentel (Amazonzyme), Márcia Werle (Bioassu Bioindústria), Valda Gonçalves (Engenho), Clarice Maia (Antibiose) e Ana Euler (diretora da Embrapa).

O Summit-2026 é promovido pelo Sebrae-AC, com palestras e oficinas em diversos espaços do campus-sede. O evento começou na quinta-feira, 17, e prossegue até sábado, 19.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)



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Do Luto à Luta’ em 22/10 — Universidade Federal do Acre

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Doc Autismo-Do Luto à Luta (2).jpg

O programa “Mãepeutas: Vozes Plurais, vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, da Ufac, lança, em 22 de outubro, às 18h, na Biblioteca Pública Estadual, o documentário “Autismo: Do Luto à Luta”, dirigido por Felipe Almeida.

O filme foi feito a partir da coleta de depoimentos de histórias reais de luta, dor e superação. Pretende dar voz a mães atípicas do contexto acreano e mostrar seus desafios em meio à luta que é cuidar e educar uma criança com transtorno do espectro autista.



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