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The Onion compra site de teoria da conspiração de direita Infowars com planos de torná-lo ‘muito engraçado, muito estúpido’ | Mídia
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2 anos atrásem
Anna Betts
O meio de comunicação satírico The Onion comprou a Infowars, a plataforma de mídia de direita dirigida pelo teórico da conspiração Alex Jones, em um leilão ordenado pelo tribunal.
A notícia foi confirmada na manhã desta quinta-feira em um vídeo de O próprio Jonesbem como o chefe da controladora da Onion.
“Acabei de receber a notícia há 15 minutos que meus advogados e pessoal se reuniram com o administrador dos EUA sobre nossa falência esta manhã, e eles disseram que estão nos fechando mesmo sem uma ordem judicial esta manhã”, disse Jones em um vídeo compartilhado no X. “Os democratas de Connecticut com o jornal The Onion nos compraram.”
The Onion planeja reconstruir o site e apresentar renomados escritores de humor e criadores de conteúdo da Internet.
O CEO Ben Collins confirmou isso em um post no Bluesky na quinta-feira, escrevendo: “The Onion, com a ajuda das famílias Sandy Hook, comprou o InfoWars. Estamos planejando torná-lo um site muito engraçado e muito estúpido. Contratamos os serviços de alguns membros do Hall da Fama do Onion e do Clickhole para conseguir isso.”
“Mal posso esperar para mostrar o que preparamos”, acrescentou Collins.
Em outra postagem sobre Céu AzulCollins disse que “parte da razão pela qual compramos o InfoWars é porque as pessoas no Bluesky nos disseram que seria engraçado comprar o InfoWars”, acrescentando que “essas pessoas estavam certas”, esta “é a coisa mais engraçada que já aconteceu”.
A compra inclui a aquisição da propriedade intelectual da empresa de Jones, como seu site, listas de clientes, estoque e certas contas de mídia social, e equipamentos de produção, de acordo com CNN. O valor da oferta não foi divulgado.
Imediatamente após a notícia ser divulgada publicamente, Jones começou a transmitir ao vivo no X e criticando a venda de seu site. Protestando contra The Onion, entre outros, Jones disse aos telespectadores que é “uma honra estar aqui desafiando os tiranos”. Ele enfatizou que ninguém lhe disse que ele não poderia ir ao vivo.
Jones também começou a divagar sobre a próxima administração de Donald Trump, dizendo aos telespectadores coisas como: “Esta é a luta. Se você acha que o estado profundo desistiu, pense novamente… a América está acordada agora.”
A venda segue uma ordem judicial no início deste ano para que Jones liquidar seus bens pessoais, para ajudá-lo a pagar o US$ 1,4 bilhão ele foi condenado a pagar às famílias das vítimas do Tiroteio na escola Sandy Hook em 2012 que matou 20 alunos da primeira série e seis educadores depois que eles o levaram a tribunal por difamação depois de ele falsamente reivindicado que o tiroteio foi uma farsa e que foram atores que encenaram o tiroteio como parte de uma conspiração do governo para apreender as armas dos americanos.
Jones e sua empresa, Free Speech Systems, pediu falência proteção em 2022.
Para que a licitação funcionasse, um advogado que representa as famílias disse CNN que as famílias “concordaram em renunciar a uma parte da sua recuperação para aumentar o valor global da oferta da The Onion, possibilitando o seu sucesso”.
“Depois de sobreviver a uma perda inimaginável com coragem e integridade, eles rejeitaram as ofertas vazias de Jones de supostamente mais dinheiro se apenas o deixassem permanecer no ar, porque isso colocaria outras famílias em perigo”, disse Chris Mattei, advogado de as famílias.
Em uma postagem em mídia social no início desta semana, Mattei acrescentou que “a dissolução do Infowars esta semana é apenas o começo da lição de responsabilidade de Alex Jones” e que as famílias “irão atrás de sua renda futura e qualquer novo proprietário do Infowars agindo como um veículo para o controle contínuo de Jones sobre o negócio”.
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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre
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11 horas atrásem
15 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.
A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.
Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.
O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade
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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
14 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.
O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.
A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.
Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.
O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.
A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.
Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.
Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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