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‘The Penguin’s Best Scene This Week Didn’t Even Feature Oz

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Editor’s note: The below contains spoilers for The Penguin Episode 7.



When it comes to The Penguin, it can be difficult to look past Colin Farrell‘s performance as Oz Cobb, but in this latest episode, “Top Hat,” it’s the confrontation between Sofia (Cristin Milioti) and Oz’s mother, Francis Cobb (Deidre O’Connell), that steals the show. These two powerful women capture the youthful exuberance of a new generation as well as the wisdom of an experienced criminal who has seen emperors come and go, which makes for a fascinating battle of words. Their exchange cuts deep on both sides and reveals aspects that they weren’t expecting to find. O’Connell’s performance as someone internally powerful dealing with Lewy body dementia presents a clear vulnerability within Francis that leads to Sofia’s doubts about the kind of kingpin she wants to be.



Why Sofia and Francis’ Confrontation Works in ‘The Penguin’

What makes Sofia and Francis’s exchange so gripping to watch was also present between Eve (Carmen Ejogo) and Sofia in last week’s episode. As two women whose greatest weapons are their minds, they move to violence far slower than Oz and Salvatore Maroni (Clancy Brown) do. It bears similarities to a scene from Peaky Blinders when Polly (Helen McCrory) and Grace (Annabelle Wallis) almost come to blows before Polly notes that women have more sense than to fight. Rather than it being an ego contest, these two women, in both shows, are battling for something arguably more important: moral high ground.


While Sofia tries to argue that what she is doing is a form of justified punishment for Oz’s betrayal, as well as the countless other acts of misogyny and gaslighting she has faced, Francis points out that Sofia is no different from any other gangster before her. Francis isn’t exactly arguing in favor of Oz, but she certainly doesn’t believe him to be doing anything wrong compared to Sofia. Here we see the key difference between these two women. One sees themselves as the trailblazing youth, while the other views themselves as the champion of the principles of the criminal underworld. With Francis spotlighting the repetitive cycle playing out with Sofia and her father, it’s the first time Sofia seems psychologically defeated — until Francis’ biggest weakness becomes clearer.

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Francis Gives Sofia the Opportunity To Change the Game in ‘The Penguin’

Deirdre O'Connell as Francis Cobb crying by the window as Cristin Milioti as Sofia Gigante watches her in The Penguin Episode 7.
Image via HBO

Deirdre O’Connell’s performance, switching from sharp and powerful to fragile and confused, has been one of the most heartbreaking aspects of the season, and it’s no different in this scene. The way Francis leans on the window, her hand uncontrollably shaking, is not only hard for us to watch, but also a real shock to Sofia. The fact that she stops her bodyguard from intervening after Francis slaps her feels like a definitive change in Sofia’s tactics. It’s doubtful that Sofia would have vindictively hurt Francis before that moment anyway, but allowing her enemy’s mother to strike her without retribution feels like a moment of empathy we would never get from Carmine (Mark Strong), Oz, Viti (Michael Kelly), or Sal. However, this could make Sofia even more dangerous, as she recognizes the psychological torment she could use on Oz now that his mother’s mind is weakening, making Francis more easily manipulated by Dr. Rush (Theo Rossi).


It’s so much fun to watch a gangster show, or any show for that matter, where the scenes without the protagonist are just as engaging, and this tense confrontation between Sofia and Francis is no different. Both have similar levels of intellect and brutality, which means neither is smarter than the other. Crucially, however, the different contexts they come from within this criminal world have created vast gulfs in their moral compasses. Now that Francis’ aging body has betrayed her, Sofia seemingly has the exact inspiration she needs to torment Oz moving forward.

The Penguin is currently streaming on Max in the U.S.

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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre

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O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.

A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.

A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.

“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”

Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”

Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

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SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.

 



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