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TikTok diz que ‘apagará’ nos EUA no domingo, a menos que Biden aja | TikTok

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Dara Kerr

O TikTok diz que “será forçado a fechar em 19 de janeiro” nos Estados Unidos, a menos que a administração Biden garanta aos prestadores de serviços que não aplicará uma lei que proíbe o aplicativo de mídia social de propriedade chinesa que foi mantida pelo Suprema Corte dos EUA na sexta-feira.

Os nove juízes votaram por unanimidade numa decisão que apoia a maioria do Congresso dos EUA e do Departamento de Justiça dos EUA, de que a extremamente popular aplicação de redes sociais é uma ameaça à segurança nacional dos EUA.

“Concluímos que as disposições contestadas não violam os direitos da primeira emenda dos peticionários”, escreveram os juízes. “A decisão do tribunal de apelações dos Estados Unidos para o circuito do Distrito de Columbia foi confirmada.” Em dezembro, um tribunal de apelações de Washington DC manteve a proibição.

Isso significa TikTokque é usado por 170 milhões de pessoas nos EUA, não estará mais disponível para download nas lojas de aplicativos a partir de domingo, a menos que seja vendido a um proprietário nos EUA, uma medida que se recusou a tomar.

“Não há dúvida de que, para mais de 170 milhões de americanos, o TikTok oferece uma forma distinta e expansiva de expressão, meio de envolvimento e fonte de comunidade”, diz a decisão.

A TikTok inicialmente respondeu à decisão postando um vídeo do CEO, Shou Zi Chew, em sua conta oficial. “Em nome de todos no TikTok e de todos os nossos usuários em todo o país, quero agradecer ao presidente Trump por seu compromisso de trabalhar conosco para encontrar uma solução que mantenha o TikTok disponível nos Estados Unidos”, disse Chew. Donald Trump tem prometeu “salvar o TikTok”.

Chew disse que a promessa de Trump “é uma posição forte a favor da Primeira Emenda e contra a censura arbitrária” e que estava “grato e satisfeito por ter o apoio de um presidente que realmente entende a nossa plataforma”.

Em uma declaração divulgado na noite de sexta-feira, o TikTok disse que as vagas garantias da administração Biden de que deixaria a aplicação para a próxima administração Trump não eram boas o suficiente.

“As declarações hoje emitidas tanto pela Casa Branca de Biden como pelo Departamento de Justiça não conseguiram fornecer a clareza e a garantia necessárias” a empresas como a Apple e a Google, que disponibilizam a aplicação aos americanos e podem ser responsabilizadas por milhares de milhões de dólares em multas previstas em lei.

“A menos que a administração Biden forneça imediatamente uma declaração definitiva para satisfazer os prestadores de serviços mais críticos, garantindo a não aplicação, infelizmente o TikTok será forçado a fechar as portas em 19 de janeiro”, disse a empresa.

O Departamento de Justiça dos EUA manteve a sua posição de que o TikTok é uma ameaça à segurança nacional e elogiou a decisão do Supremo Tribunal por proteger o país contra adversários estrangeiros.

“A decisão do tribunal permite ao departamento de justiça impedir que o governo chinês use o TikTok como arma para minar a segurança nacional dos Estados Unidos”, disse Merrick Garland, o procurador-geral. “Saudamos a decisão de hoje do Supremo Tribunal. O departamento de justiça há muito alerta sobre os danos à segurança nacional decorrentes do controle do TikTok pela RPC.”

Os legisladores que pressionaram pela proibição dizem que o TikTok, que pertence à empresa chinesa ByteDance, tem potencial para ser usado como arma pelo Partido Comunista Chinês. Eles dizem que a China poderia usar o aplicativo para manipular e controlar os americanos, espalhando propaganda e desinformação. A suprema corte finalmente concordou.

Em sua decisão, os juízes da Suprema Corte escreveram que a conexão do aplicativo com Pequim era justificativa suficiente para a proibição: “O Congresso determinou que o desinvestimento é necessário para resolver suas bem fundamentadas preocupações de segurança nacional em relação às práticas de coleta de dados do TikTok e ao relacionamento com um adversário estrangeiro. ”

A proibição causou enormes protestos por parte de criadores, defensores da Primeira Emenda e grupos de liberdades civis. Eles dizem que proibir o aplicativo equivale à censura e abre um precedente perigoso nos EUA.

A TikTok tem a opção de alienar ou vender seus ativos para uma empresa não chinesa. Mas afirmou em documentos judiciais que o desinvestimento “simplesmente não é possível: nem comercialmente, nem tecnologicamente, nem legalmente”.

A Suprema Corte ouviu argumentos orais no caso semana passada. Os juízes passaram muito mais tempo questionando o TikTok sobre por que ele acredita que deveria ter os direitos da Primeira Emenda do que perguntando aos advogados do governo sobre questões de segurança nacional. Noel Francisco, advogado do TikTok, argumentou que a proibição não era sobre a China e questões de segurança, mas sim, “o verdadeiro alvo do governo, antes, é o próprio discurso”.

A juíza Sonia Sotomayor discordou dessa ideia. Ela disse que o governo deveria ser capaz de dizer quando há uma ameaça e bloqueá-la. “Temos o direito de dizer ‘você não pode fazer isso, você não pode falar’”, disse ela.

No mês passado, Trump apresentou um amicus brief, ou petição de “amigo do tribunal”, ao Supremo Tribunal pedindo aos juízes que suspendessem a proibição. Ele disse que tem “experiência consumada em negociações” para chegar a um acordo entre a TikTok e os legisladores dos EUA.

Trump disse à CNN na sexta-feira: “No final das contas, tudo depende de mim, então vocês vão ver o que vou fazer. O Congresso me deu a decisão, então eu tomarei a decisão.”

Assim que tomar posse, em 20 de janeiro, um dia após a entrada em vigor da proibição, Trump terá a opção de instruir o Departamento de Justiça a não fazer cumprir a lei. Ele também está explorando uma ordem executiva para suspender a proibição por 60 a 90 dias.

O secretário de imprensa de Joe Biden disse em uma declaração que a posição do presidente sobre o TikTok “está clara há meses” – que o TikTok deveria estar disponível para pessoas apoiadas por um proprietário que não representa uma ameaça à segurança.

“O TikTok deve permanecer disponível para os americanos, mas simplesmente sob propriedade americana ou outra propriedade que atenda às preocupações de segurança nacional identificadas pelo Congresso no desenvolvimento desta lei”, disse ela. “Dado o simples fato do momento, esta Administração reconhece que as ações para implementar a lei simplesmente devem caber à próxima Administração, que toma posse na segunda-feira.”

O juiz Neil Gorsuch escreveu em sua opinião concordante que “o que pode acontecer a seguir ao TikTok permanece obscuro”, aludindo à possibilidade de Trump não fazer cumprir a proibição.

Gorsuch expressou reservas com a lei, embora tenha votado para mantê-la.

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Leia Mais: The Guardian

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre

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O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.

A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.

A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.

“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”

Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”

Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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