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TIM: EBITDA RECORDE É DESTAQUE DE 2018

Redação do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Lucro líquido do ano soma R$ 1.566, com alta de 26,6%

A TIM encerra 2018 com o maior EBITDA(1) anual de sua história,  R$ 6.563 milhões, um crescimento de 10,3% em relação a 2017. A expansão do resultado operacional acontece há dez trimestres consecutivos. Margem EBITDA normalizada(1) também é recorde: 41,7% no trimestre e 38,5% no ano. Já o lucro líquido normalizado(1) encerra 2018 com R$ 1.566 milhões, um crescimento de 26,6% ano a ano.

No 4T18, a TIM demonstra evolução de todas as suas frentes de negócio, com crescimento dos serviços móvel e fixo, e de produtos. A receita líquida totaliza R$ 4.479 milhões no período, avançando 5,2% em comparação com igual trimestre de 2017. No ano, o indicador atinge R$ 17.050 milhões, com alta de 5,0%. A receita líquida de serviços cresce 3,7% no trimestre e 4,7% de crescimento no acumulado do ano. Já o CAPEX soma cerca de R$ 4 bilhões em 2018, dando continuidade aos sólidos investimentos em infraestrutura.

“Apesar de ser um ano de vários desafios, entregamos tudo o que prometemos no início de 2018. Nosso foco na execução nos permitiu alcançar números recordes de EBITDA e Margem, além de gerar caixa sólido e dar continuidade aos fortes investimentos em infraestrutura. Em 2019, continuaremos a sustentar resultados positivos com foco na nossa missão de nos tornarmos a operadora mais amada e a empresa mais rentável do mercado”, analisa Sami Foguel, CEO da TIM BRASIL.

No segmento pós-pago, a companhia comemora crescimento anual de 13,7% de clientes, chegando a 20,2 milhões de usuários, o que representa 36,2% da base total da operadora. Em 2018, a operadora registrou uma adição de 2,4 milhões de linhas. Já no pré-pago, o principal lançamento do trimestre foi o TIM Pré TOP, primeiro deste segmento no mercado a incluir em seus pacotes a utilização ilimitada de aplicativos de redes sociais. A oferta mantém a companhia na vanguarda do mercado e a campanha de lançamento é estrelada pelo cantor Luan Santana, que possui grande identificação com o público-alvo.

 

Digitalização e facilidades para o cliente

A TIM segue investindo nos seus canais de relacionamento com foco na digitalização para promover a evolução constante na Experiência do Cliente. Em 2018, as vendas nos canais eletrônicos cresceram 28% no pós-pago e 32% no pré-pago. O número de usuários únicos do Meu TIM tem alta de 72%, enquanto a retenção da URA cresce 3 p.p., reduzindo em 9% as interações humanas pelo call center ao fim do 4T18. O envio de faturas online dobrou, chegando a mais de 50% dos clientes no fim do trimestre.

TIM Live: evolução contínua

O desempenho acelerado da TIM Live se consolida no quarto trimestre, com crescimento de 19,1% na base de clientes, totalizando 467 mil acessos. As adições líquidas de banda larga fixa residencial somam 75 mil clientes, sendo 50 mil só na tecnologia FTTH (Fiber to the Home), cuja a cobertura potencial alcança em 2018 1,1 milhão de domicílios. A receita média mensal por usuário (ARPU) da TIM Live chega a R$ 82,1 no quarto trimestre, expansão de 13,9% quando comparada a igual período de 2017. A TIM oferece a tecnologia FTTH em 11 cidades, sendo cinco capitais (Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador, Goiânia e Manaus).

Em relação ao 4G, a TIM consolida a liderança na cobertura da tecnologia, totalizando 3.272 cidades, uma expansão de 38% em relação a igual período de 2017. A rede de quarta geração da operadora já cobre 93% da população urbana do país, atingindo 34,5 milhões de usuários. Com isso, 76% do tráfego de dados dos clientes da TIM foram realizados na rede 4G no período, alta de 16 p.p. em relação a igual trimestre do ano anterior.

A rede de quarta geração na frequência 700 MHz já está habilitada em 1.426 cidades de todo o Brasil, um crescimento de 55,7% em relação a 2017. Outro destaque é a oferta da tecnologia VoLTE (voz em alta definição) em 2.522 cidades, expansão de 74,5% no ano.

A TIM também segue com a instalação de Biosites, solução para adensamento da rede de acesso móvel (antenas/torres) em harmonia com urbanismo e o meio ambiente. O projeto é capaz de agregar equipamentos de telecomunicações 3G e 4G, iluminação e câmeras de segurança, além de ter menor custo e mais rápida instalação. No 4T18, a operadora alcançou um total de 841 Biosites ativos pelo país um crescimento de  62% em relação a 2017. (Assessoria TIM Brasil)

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Concurso

Saúde de Feijó divulga processo seletivo para contratar médicos com salário de mais de R$ 13 mil

G1AC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Inscrições terminam no próximo dia 14 e podem ser feitas pelo site da prefeitura do município. Contratação é válida por dois anos.

Foto: Secretaria de Saúde vai contratar dois médicos com salários de mais de R$ 13 mil — Foto: Aline Nascimento/G1. 

A Secretaria de Saúde da cidade de Feijó, interior do Acre, está com inscrições abertas para contratar dois médicos para trabalharem na Unidade Básica de Saúde (UBS) do município. A contratação é válida por dois anos com salário de mais de R$ 13 mil.

As inscrições do processo seletivo se estendem até o próximo dia 14, podendo ser prorrogadas por mais sete dias. A carga horário é de 40 horas.

Para se inscrever, o candidato precisa acessar o site da prefeitura da cidade e preencher uma ficha de inscrição. É exigido na ficha anexos da documentação do candidato.

“O salário é de mais de R$ 13 mil mais insalubridade. Temos uma carência muito grande de profissionais médicos no município e, em função disso, foi criada uma lei que estipulou esse salário. O interesse era pagar ainda mais”, explicou o secretário de Saúde, Eronildo Oliveira.

Após a inscrição online, a secretaria vai divulgar, no dia 16, os candidatos que passarão para a próxima fase, que é a análise curricular. O gestor acrescentou ainda que os candidatos vão ser escolhidos por análise curricular.

“Faz a inscrição online, anexa todos os documentos comprovando a experiência e cursos de capacitação. Até o dia 16 já fazemos a publicação dos inscritos. Dia 20, provavelmente, já fazemos a análise e divulgamos o resultado. Nossa expectativa é que até o final de janeiro se apresentem [selecionados] ao município”, concluiu.

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ACRE

Em um ano, canudos de plástico são proibidos em 8 estados e no DF, inclusive no Acre

Folha de São Paulo, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Em 17 dos 18 estados onde ainda são permitidos, há ao menos um projeto em tramitação no Legislativo estadual que trate da restrição.

Vilões do momento, os canudos de plástico foram banidos em oito estados e no Distrito Federal em pouco mais de um ano, segundo levantamento feito pela Folha. 

Além do veto ao canudo em Acre, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Norte, Santa Catarina e São Paulo, em 17 dos 18 estados onde o artefato ainda é permitido tramita ao menos um projeto de lei no Legislativo estadual para proibi-lo. 

Das 27 unidades da federação, a única onde não foi localizada proposta acerca do tema é Rondônia. 

Há também iniciativas a nível municipal: em ao menos 80 cidades, boa parte delas no litoral, estão em vigor leis que proíbem os canudos, de acordo com estudo inédito da organização WWF Brasil.

O Rio de Janeiro foi a primeira cidade do país a banir o item em quiosques, bares e restaurantes. Seguiram a ideia as também turísticas Fortaleza, Jijoca de Jericoacoara e Fernando de Noronha (que foi além e proibiu qualquer descartável plástico na ilha). 

O vídeo da retirada de um canudo do nariz de uma tartaruga marinha gravado em 2015 pela bióloga Christine Figgener na Costa Rica catalisou a mobilização mundial contra o objeto e rendeu à pesquisadora o epíteto, conferido pela revista Time, de uma das líderes da próxima geração. 

Disney, McDonald’s, Burger King, Starbucks e redes hoteleiras anunciaram que substituiriam os canudos por alternativas sustentáveis. 

O Parlamento Europeu aprovou uma lei para para bani-lo até 2021, junto com outros itens plásticos, e a agência ambiental da ONU lançou uma campanha contra a poluição dos oceanos por plástico.

A tendência desembarcou no Brasil. “Espero que não seja uma onda, mas algo que veio para ficar”, diz Anna Carolina Lobo, gerente do Programa Marinho e Mata Atlântica do WWF Brasil. 

Os projetos aprovados e em tramitação no país são semelhantes: a maioria proíbe a distribuição e venda dos descartáveis em restaurantes, bares, lanchonetes, quiosques e estabelecimentos e sugerem o uso de biodegradáveis ou reutilizáveis, como os feitos de papel, bambu, vidro ou aço

Em alguns locais, além dos canudos, foram banidas sacolas e outras embalagens plásticas. São Paulo, por exemplo, só permite as de bioplástico desde 2015. O estado do Rio de Janeiro proibiu o item em supermercados há sete meses. 

Mas os canudos são o alvo principal, diz Lobo. “As pessoas o usam de 5 a 15 minutos, e ele demora mais de 400 anos para se decompor. Mostra como o plástico acabou banalizado”, diz ela, que vê no verão um bom momento para chamar a atenção para o problema. 

Para Luigi Longo, presidente do Instituto Movimento Cidades Inteligentes, organização pelo desenvolvimento sustentável dos municípios, as leis que tratam do canudo são importantes para incentivar as pessoas a repensarem o uso do produto. Ele avalia, contudo, que lhes falte profundidade.

“Um vereador ou deputado vê que é um tema em voga monta um projeto de lei, mas sem a análise do real impacto. Vai acontecer de fato? Terá fiscalização?”, indaga. “Se a gente mobiliza a sociedade em prol do tema e não continua a trabalhar nele de forma estratégica, tende a esfriar.”

No Rio, por exemplo, quase um ano após ser banido, o canudo de plástico ainda foi encontrado pela Folha em barracas de praia, bancas de jornal e vendas informais. Na maioria dos restaurantes visitados, contudo, foram oferecidas alternativas sustentáveis. 

E não adianta tratar o combate aos canudos como solução para o lixo do planeta: Longo sublinha que é preciso investir em políticas públicas de gestão de resíduos sólidos. “Sem educação e tratamento de resíduos, a lei do canudinho não serve para nada.” 

Também diz que o poder público não deve apenas restringir o consumo de plástico em estabelecimentos comerciais, mas também em repartições públicas, banindo copos de plástico, por exemplo. 

Em nota, a Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes) diz que “a discussão sobre o consumo de plástico de uso único se deu de forma simplista, basicamente em torno da comercialização dos canudos plásticos, minimizando um problema muito maior e mais complexo”.

Para a associação, legisladores colocaram o problema nas mãos dos empresários do setor de bares e restaurantes. Prejuízo econômico e dificuldades operacionais seriam algumas das consequências.

“No curto prazo, esses estabelecimentos são culpabilizados e obrigados a encontrar uma solução às pressas, mas não há oferta suficiente de produtos que atendam à legislação”, diz a entidade, que sugere investimento público em campanhas que fomentem a consciência ambiental.

De acordo com levantamento do WWF com base em dados do Banco Mundial, o Brasil é o quarto maior produtor de lixo plástico do mundo: são 11,3 milhões de toneladas por ano. Fica atrás apenas dos Estados Unidos, da China e da Índia, países mais populosos. Desse total produzido, só 145 mil toneladas são recicladas. 

No mundo, a quantidade de plástico que chega aos oceanos anualmente paira em 10 milhões de toneladas, diz o WWF, que não tem dados específicos sobre canudos. 

Estudo do Fórum Econômico Mundial divulgado em 2016 estima que haja 150 milhões de toneladas de resíduo plástico no oceano e que, mantido o ritmo do consumo do material, em 2050 haverá mais plástico do que peixes no mar. Por Júlia Zaremba.

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