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Trecho de calçadão volta a ceder pela quarta vez em Rio Branco e causa transtornos a lojistas

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Pela quarta vez, em menos de quatro anos, o trecho do Calçadão Raimundo Escócio, próximo a ponte Sebastião Dantas cede e causa transtornos aos lojistas do local desde a última semana.

O problema se arrasta há anos e a cada vez que o nível do Rio Acre baixa, o trecho cede. Para conseguir acessar às lojas, os comerciantes do local colocam escadas, mas, mesmo assim, afirmam que os clientes não entram.

“É a mesma coisa todo ano. São várias lojas que são atingidas. Aqui é igual maquiagem, lavou some, ou enxugar gelo, e se não fizer um serviço que preste, vai ser todos os anos assim aqui”, disse o lojista Adriano Borges.

Borges acrescenta que não teve nenhuma loja fechada, mas que a cratera que abriu na frente dos estabelecimentos impede que as pessoas entrem e, com isso, vem o prejuízo nas vendas.

“Não fechamos as lojas, mas não tem como vender porque os cliente não tem como entrar. Eu fiz uma escada aqui na minha loja, mas outros não e ficam sem vender. Até hoje nunca atingiu as lojas diretamente, só o acesso mesmo. Só querem saber de arrecadar imposto, mas fazer uma obra concreta não fazem”, acrescentou.

O secretário de Infraestrutura e Mobilidade Urbana (Seinfra), Cid Ferreira, disse em entrevista à Rede Amazônica que está sendo feito um estudo de solo no local.

“Ali tem movimentação geológica que vem há alguns anos, questão de dreno que encharca aquela região, que tem um açude atrás daquele comércio, bem como o rio sobe e patrocina essa movimentação geológica. Mais uma vez desmoronou, agora estamos em um estudo mais apurado, aprofundado, para que possamos fazer um trabalho definitivo. Caso nós consigamos fazer, onde temos uma situação dessa natureza, realmente requer um estudo muito aprofundado para que a gente não siga fazendo toda hora paliativos”, disse.

O secretário pontuou que só deve ser dada previsão de uma obra definitiva, que só depois dos estudos é que pode ser dada esta resposta.

“Estamos aguardando os estudos , todo levantamento que está sendo feito pelos engenheiros da Seinfra e Funtac também está fazendo levantamento do solo e, enfim, uma previsão só pode ser dada depois dos estudos”, pontuou.

C0om informações de G1Acre

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