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Treinador do Manchester United dá manchete aos jornalistas – 21/01/2025 – O Mundo É uma Bola

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Luís Curro

“Um treinador que está perdendo mais do que o último. Tenho pleno conhecimento disso. Precisamos sobreviver a este momento. Somos o pior time, talvez, da história do Manchester United.”

“Eu sei que vocês querem manchete, e estou dizendo isso porque temos que reconhecer isso e mudar isso. Eis aqui as suas manchetes.”

Dessa forma, o treinador do Manchester United, Ruben Amorim, dirigiu-se a jornalistas depois da derrota por 3 a 1 do Manchester United, no domingo (19), para o Brighton, no Campeonato Inglês (Premier League), no estádio Old Trafford, em Manchester.

Silenciosamente, certamente os jornalistas agradeceram pela manchete fácil. Sites esportivos mundo afora destacaram essa frase, a em que o português de 39 anos enfatiza sua sensação de que está comandando o pior Man United que já existiu.

Que tem dois brasileiros no elenco, ambos com Copa do Mundo no currículo, ambos ex-são-paulinos, ambos amargando péssima fase, ficando constantemente na reserva.

O volante Casemiro, 32, tem dois Mundiais de experiência, o da Rússia-2018 e o do Qatar-2020. Quando no Real Madrid (2015 a 2023), era considerado um dos tops de sua posição. No Man United, seu rendimento caiu vertiginosamente, especialmente nesta temporada.

Sua situação é bastante desconfortável, já que possui o maior salário do elenco, 350 mil libras (R$ 2,6 milhões) por semana, o mesmo que recebe o egípcio Mohamed Salah, astro-artilheiro do Liverpool.

O atacante Antony, 24, foi para a Copa do Qatar como reserva de Raphinha e participou de quatro das cinco partidas, incluindo a da eliminação ante a Croácia nos pênaltis. Vivia à época seu melhor momento na Inglaterra.

Depois, tendo inclusive problemas extracampo, decaiu. Há fortes rumores de que deixará o clube em breve, por empréstimo, indo para o Betis, da Espanha.

O treinador Amorim, que como jogador atuava no meio-campo e defendeu Belenenses e Benfica, chegou ao Man United em novembro, depois de conquistar pelo Sporting o Campeonato Português de 2024 e de ter, na Champions League, aplicado um 4 a 1 no badalado Manchester City de Pep Guardiola.

Incluindo a estreia, um 1 a 1 contra o frágil Ipswich, acumula no Man United cinco vitórias, três empates e sete derrotas por quatro competições (Premier League, Liga Europa, Copa da Inglaterra e Copa da Liga Inglesa).

O time foi eliminado na Copa da Liga e avançou nos pênaltis na Copa da Inglaterra, depois de um 1 a 1 com o Arsenal.

Na Premier League, que tem 20 equipes, os Diabos Vermelhos, maiores vencedores do Inglês (20 títulos), estão atualmente na 13ª posição, com 26 pontos –o Liverpool (19 títulos) lidera com quase o dobro (50 pontos).

Faz anos –mais precisamente desde a aposentadoria em 2013 de Sir Alex Ferguson, que conduziu o time a quase 40 títulos em um intervalo de 14 anos– que o Man United não apresenta um futebol de encher os olhos, com alguns períodos curtos de exceção.

Porém a declaração de Amorim, por sincera que seja, não caiu bem entre alguns analistas. Caso de Jamie Carragher (ex-zagueiro do Liverpool), da CBS Sports.

“O que Amorim disse não contribui para a confiança dos jogadores. Não tenho muita simpatia por eles, têm sido uma piada nos últimos anos. Mas, pensando no treinador, como é que ele pode ir para o vestiário e tentar dar esperança e motivação, convencê-los de que podem ganhar jogos, depois de ter dito que são a pior equipe da história do clube?”

A realidade é que a condição de Amorim, com pouco mais de dois meses no cargo, fica a cada dia mais periclitante.

Ele pode não estar dirigindo o pior Man United da história –o clube foi fundado em 1878–, mas sua média de pontos por jogo (1,33) é a pior desde Jimmy Murphy (0,83), o treinador em 1958, que durou apenas 18 jogos, ou três a mais que os atuais 15 do português.


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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre

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Ministro da Saúde Alexandre Padilha

O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.

O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.

O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.

Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.

A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.

 



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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre

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O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.

O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.

“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.

A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.

Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.

 



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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre

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Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-lula.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.

Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.

O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-vice.jpg

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.

A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.

 



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